quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

As Vampiras Lésbicas de Sodoma de Charles Busch

Encerramento do FAMAFEST
Companhia Teatral do Chiado
Teatro Comédia
20 de Março, Sábado, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: livre
M/12
Duração: 90 m
Com As Vampiras Lésbicas de Sodoma, a Companhia Teatral do Chiado orgulha-se de apresentar ao público português uma das mais originais figuras do showbizz da actualidade: o dramaturgo, actor, estrela de cinema, artista e romancista Charles Busch.
Foi com As Vampiras Lésbicas de Sodoma que Charles Busch se tornou famoso, corria o ano de 1984. O pequeno Limbo Lounge, em Nova Iorque, onde o espectáculo estreou, ficou minúsculo, havendo quem assistisse à farsa de Busch nas mais inconcebíveis situações, incluindo a de ficar no átrio a olhar para um ecrã de televisão. Depois as Vampiras passaram para um teatro mais a sério e... ficaram cinco (5) anos em cena!
O sucesso explica-se. Numa época dominada pelo espírito da paródia pós-moderna, Busch inventa uma história vertiginosa que começa nos tempos bíblicos, em Sodoma, e acaba na sala de ensaios de um "musical", nos nossos dias. Inaugurando um processo que veio a durar vários anos, o próprio dramaturgo brilhou no espectáculo ao representar o papel de uma das deslumbrantes protagonistas!
As Vampiras Lésbicas de Sodoma, trazem ao palco um pequeno delírio de teatro popular onde o imaginário das histórias de terror se mistura com o glamour decadente do mito do Parque Mayer e o universo exacerbadamente sexual dos shows de travesti. Mas no centro de tudo está o combate feroz entre as duas vedetas, sedentas do sangue que lhes garante a eternidade e envolvidas numa competição estranhamente parecida com a rivalidade ciumenta que é típica entre as grandes divas do cinema.
Por tudo isto, a Companhia Teatral do Chiado faz ao seu público uma sugestão bem simples: venham ao teatro, divirtam-se enquanto vêem uma magnífica comédia, mas... não se esqueçam de proteger o pescoço!
Interpretação: João Carracedo, João Marta, Manuel Mendes, Pedro Luzindro [Ruben Garcia], Rita Lello e Simão Rubim,
Encenação: Juvenal Garcês
Tradução: Gustavo Rubim, Patrícia Marques e Vítor d´Andrade
Adaptação: Companhia Teatral do Chiado
Cenografia: Juvenal Garcês e Miguel Sá Fernandes
Escolha de Figurinos: Juvenal Garcês e Miguel Sá Fernandes
Desenho de Luz: Vasco Letria
Som: Sérgio Silva
Contra-Regra: João Regallo e Marco Ferreira
Caracterização do actor Simão Rubim: Marco Ferreira
Marketing e Comunicação: Nuno Santos

CARMINHO

Abertura do FAMAFEST
13 de Março, Sábado, 21h30, Grande Auditório
.
Entrada: livre
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/carminhofado
http://www.carminho.net/
Carmo Rebelo de Andrade nasceu e cresceu no Fado, que por isso lhe é tão espontâneo como respirar.
“Nunca vi a Música como uma coisa especial, sempre esteve tão presente na minha vida que seria como querer distinguir um braço mais importante do que o outro” afirma Carminho. Poucas palavras podem descrever tamanha naturalidade, salvo a emoção que sentimos ao ouvi-la cantar. Foi distinguida com o Prémio “Revelação Feminina” pela Fundação Amália Rodrigues (2005) e entre colaborações e participações especiais já se apresentou ao vivo em países como Espanha, Argentina, Malta ou Suíça e em nome próprio na Casa da Música ou Expo da Zaragoza
“Fado” o album estreia editado no passado dia 1 de Junho, tem merecido os mais rasgados elogios , e mereceu entrada directa para o 2º lugar do top de vendas nacional
.

Famafest 2010

A FESTA DO CINEMA E DA LITERATURA, Entre 13 e 21 de Março de 2010, a Casa das Artes de Famalicão vai voltar a receber o Famafest, Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Vila Nova de Famalicão, agora na sua 12ª edição e como sempre dedicado ao tema “Cinema e Literatura”.A concurso, o Festival vai contar com cerca de meia centena de obras de ficção e documentarismo, tendo por tema as relações entre o cinema e a literatura, com origem em vários países. Como sempre, na secção “Da Palavra à Imagem”, veremos muito do que de melhor se estreou em salas portuguesas, nos últimos meses, de “Avatar” a “Sherlock Holmes, de “O Laço Branco” a “A Estrada”, de “Tetro” a “Julie e Júlia”, de “Agora” a “Deixa-me Entrar”, de “Estado de Guerra” a “Elegia”, de “Nas Nuvens” a “Nove”.
Várias secções paralelas vão ocupar-se de ciclos dedicados a “Sherlock Holmes no Cinema” (desde as primitivas versões de Basil Rathbone até à mais recente de Robert Downey Jr., passando pelos rostos de Peter Cushing, Jeremy Brent, Robert Stephens, Nicol Williamson, e alguns mais, e ainda “O Vampiro no Cinema”, com uma panorâmica que vai desde as obras-primas mudas de Dreyer e de Murnau até aos recentes “Deixa-me Entrar” e “Lua Nova”, passando pelos Dráculas de Tod Browning, Terence Fisher, Francis Ford Coppola, os vampiros de Abel Ferrara, etc.
Será evocado Albert Camus, no seu centenário, e passamos em revista a obra de Philip Roth no cinema. Haverá ainda muito cinema para jovens e crianças, em nove dias de sessões permanentes que trazem de novo a festa do cinema e da literatura a Famalicão, na Casa das Artes, mas também na Biblioteca Municipal e na Casa de Camilo em Seide.
Haverá cinco grandes nomes da cultura e do espectáculo em língua portuguesa, homenageados, entre os quais Jorge da Silva Melo, Joaquim Benite e José Eduardo Agualuza. Um livro-catálogo de mais de 300 páginas inéditas de textos informativos e críticos, exposições, debates, um Júri Internacional, um Júri da Juventude, convidados e casas cheias de público entusiástico, eis o que o espera em Março, no Famafest 2010, uma organização da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, com direcção de Lauro António.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

DAVID FONSECA – “BETWEEN WAVES TOUR”

Pop / Rock / Alternativa
12 de Março, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 20 euros
M/3
Duração: 90 m

Depois do êxito estrondoso do platinado “Dreams in Colour”, David Fonseca apresenta-nos “Between Waves”, o seu 4º disco a solo, e cujos singles “A Cry 4 Love” e “Stop 4 A Minute” são já hits de airplay das rádios nacionais. Este é um trabalho segundo as palavras do artista “(...) muito pessoal e intimamente ligado ao meu mundo emocional, uma viagem sempre enigmática.”

Este concerto na Casa das Artes, em Famalicão apanha David Fonseca no momento mais alto da sua carreira a solo. É inegável considerar que as prestações ao vivo de David e respectiva banda estão entre as experiências mais excitantes que os palcos portugueses poderão receber: uma extensa lista de canções emblemáticas do conhecimento geral – desde as menos recentes “Someone That Cannot Love”, “The 80’s” passando por “Superstars” e “Kiss Me, Oh Kiss Me” ou até aos mais recentes “A Cry 4 Love”, “Stop 4 A Minute” e “U Know Who I Am”; uma extrema preocupação com o conceito plástico do que é um espectáculo ao vivo no século XXI; e a necessidade de noite para noite, de concerto para concerto, surpreender a audiência.

Uma noite que se prevê... frenética!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Ane Brun

Musica/FolK
6 de Março, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/anebrun
http://www.anebrun.com/

Nasceu na Noruega, em Março de 76, mas rumou à Suécia, mais concretamente a Estocolmo onde vive e compõe.
Depois de alguns registos ao vivo e EPs, em 2003 lançou o primeiro álbum “Spending time with Morgan” – O início da timidez disfarçada por uma voz envolvente, melancólica e belíssima – Uma mistura de Bjork e Joni Mitchell.
“Changing of the Seasons” é o mais recente longa-duração de Ane Brun. O 4 º álbum de uma carreira não muito longa, mas em crescendo. É um trabalho revelador de muito talento e de emoções fortes. Um conjunto de boas canções que apontam o rumo da new-folk escandinava.
Ane Brun entra no novo ano como uma certeza. Os tempos de cantautora revelação já eram e tudo aponta que brevemente chegue aos 4 cantos do Mundo com a sua guitarra e ao piano para embalar plateias.
A tournée europeia da artista, passa pela Casa das Artes, a 6 de Março. Uma noite quente em perspectiva.

João Coração

indie / Alternativa / Acústico
6 de Março, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m

Como será a música feita por um genuíno cavalheiro? O João Coração tem uma resposta e a resposta é a sua música. Trovador, voluntário, impetuoso, viola ou bandolim em punho, queixo erguido, entra pelos ouvidos e instala-se nos ossos.

Após Nº1 sessão de Cezimbra seguiu-se Muda que Muda, o 2º e mais recente disco de Coração. Canções cheias de sol e estrada que vieram para lavar a alma dos portugueses. Não há nada que não seja distinto no João, nada que não seja coração no Coração. Entre a contagiante festividade e a melancolia esperançosa vamos escutando. Uma voz plácida, rica e melodiosa, cheio de instrumentos a seu redor, achou-se um legítimo herdeiro dos grandes trovadores portugueses, do charme Gainsbourg do bolero de Bryan Ferry e do roque da estrada 61.

E daqui para a frente o que esperar deste cavalheiro? Rir, chorar, dançar e às vezes só mesmo o inesperado.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

COMPANHIA FRANCISCO VELASCO

CLASSICO ESPAÑOL - FLAMENCO
5 de Março, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 12 euros
M/3
Duração: 70 m
Depois de uma dilatada carreira profissional, como primeiro bailaríno do Ballet Nacional sob a direcção de Mestres como José Antonio ou Antonio Gades, e colaborando com artistas como Lola Greco, Igor Yebra, Antonio Canales, Vicente Amigo ou La Fura del Baus, entre outros, Francisco Velasco inicia uma nova etapa cheia de força, paixão e criatividade.
Sevilhano, da Escuela de Danza de Matilde Coral e titulado em Dança Espanhola pelo Conservatorio Superior de Música y Danza de Sevilha, ingressa no Ballet Nacional de Espanha em 1990, onde permaneceu catorze anos, sete deles como primeiro bailarino, interpretando os papeis principais de coreografías como Medea, La Gitanilla, Bolero, Sombrero de Tres Picos, Zapateado de Sarasate, Los Tarantos, Ritmos, Danza y Tronío, A Ritmo y a Compás, Farruca, Poeta, Oripandó, Fuenteovejuna, Entreverao, Mareas, El Loco e Leyenda.
Participou como Artista Convidado na Gala Iberoamericana Fundación Alicia Alonso no Escorial, Gala do Millenium no Metropolitan Opera House, Orquestra Filarmónica de Los Ángeles, XLVI Festival de Teatro de Mérida, 25º Aniversario do Ballet Nacional de Espanha no Teatro Real, Expo de Haichí no Japão, Gala de Homenagem ao Maestro Granero, XV Bienal de Flamenco de Sevilha, XX Gala Día Internacional de la Danza Albéniz Madrid, Homenaje Maya Plisetskaya Cap Roig, etc.
Flamenco – Cachorro, é o título do seu primeiro espectáculo estreado a 26 de Janeiro de 2007 no Teatro de Madrid, inserido no ciclo Cartografías de la Danza, com artistas convidados como Maribel Gallardo, Currillo, Isabel Bayón e Candi Román, coreografías de Rocío Coral, Javier Latorre, Currillo e José Antonio, música de José Carlos Gómez, Jesús Torres e a direcção cénica de Salvador Távora em Cachorro, fazem com que a Francisco Velasco Compañía de Danza, seja hoje realidade.
Actualmente, dirige a sua propria companhia, compartindo o seu trabalho artístico, com convites e colaborações coreográficas em diferentes projectos e cursos.
PROGRAMA
INTRODUÇÃO
GOYESCAS
MAESTRO
EL SON DE MI ALMA
EL TOQUE, EL CANTE Y EL BAILE
ALEGRIAS
FANDANGO
SOLEA
TANGOS Y BULERIAS

COMPOSIÇÃO
FRANCISCO VELASCO
Bailarinos 3
Bailarinas 3
Músicos Flamenco 4

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

TORD GUSTAVSEN ENSEMBLE

O Jazz contemporâneo de Tord Gustavssen tem impressionado os críticos, que não hesitam em considerar o músico como uma das grandes revelações da década.
27 de Fevereiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/tordgustavsentrio
www.tordgustavsen.com

Autor dos álbuns Changing Places, Ground e Being There, Tord idealizou esta trilogia que é marcada por uma sonoridade minimalista, capaz de transportar o ouvinte para universos oníricos onde as palavras dão lugar a notas musicais. Ao vivo, o espectador poderá presenciar a mestria da interpretação e absorver melodias de rara beleza.
Antes de ter uma carreira em nome próprio, Tord Gustavsen já era uma importante figura na cena jazz escandinava. O músico integrou projectos com alguns dos melhores intérpretes noruegueses como Silje Nergaard, Siri Gjære, Kristin Asbjørnsen e Maria Roggen. A história do jazz ganha outra dimensão com a criatividade de Tord Gustavsen e a sua música acaba por, inevitavelmente, atravessar fronteiras.
Restored, Returned apresenta uma nova formação: em quarteto (ao vivo) ou quinteto (álbum). Um natural prolongamento do trabalho do trio, na sua procura contínua de honestidade artística através de uma beleza despida. Mas esta nova formação inclui também novas cores e dimensões na música de Tord – através da sensibilidade de alguns dos mais intrigantes instrumentistas da vibrante e ecléctica música folk escandináva, música das Caraíbas, gospels e impressionismo – tudo transformado e integrado numa universo diferente e original.

Tord Gustavsen PIANO
Jarle Vespestad Bateria
Mats Eilertsen Contrabaixo
Tore Brunborg saxofone

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A Arte de Liszt

Teresa Cardoso de Menezes Soprano
António Rosado Piano
Musica Erudita
26 de Fevereiro, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 8 euros
M/3
Duração: 70 m
http://www.teresacardosomenezes.com/
http://musicaclassica.home.sapo.pt/rosado.html

Neste concerto a soprano Teresa Cardoso de Menezes actuará ao lado de um dos grandes pianistas portugueses da actualidade, António Rosado, apresentando em duo Canções de Victor Hugo e Os Sonetos de Petrarca, e a Piano Solo obras dos Années de Pèlerinage, num programa inteiramente dedicado a Liszt, onde o virtuosismo pianístico e o lirismo vocal, darão uma dimensão particularmente especial, do que foi o génio deste compositor.”

La Musica de Marguerite Duras

Marguerite Duras escreveu “La Musica” em 1965, é uma das suas primeiras peças de teatro. As vozes do casal separado não nos largam. A própria Marguerite Duras não as podia esquecer e escreveu uma nova versão “La Música Dois” 20 anos mais tarde, para que o casal se pudesse encontrar de novo. Com interpretação de Carla Maciel e Manuel Wiborg
Teatro
20 de Fevereiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/12
Duração: 90 m
Um casal encontra-se depois de dois anos de separação para assinar os papéis de divórcio. Têm que passar a noite num hotel de província, aliás o mesmo hotel em que passaram os primeiros tempos de casados enquanto esperavam pela construção da sua casa. Passam a noite a analisar o momento em que a paixão se transformou em dor e sofrimento. O amor não resistiu à vida de casados.
ELA: Sabe, se cada história tem a sua lei própria... e eu creio que sim... se cada... casal tem a sua maneira de ser... e eu acredito... nunca deveríamos ter ido para a nossa casa... instalar-nos... devíamos ter ficado aqui no hotel.
ELE, mesmo tom: Viver aqui, no hotel... Ir de um hotel para outro... como quem se esconde?... como...
ELA: Talvez.
Silêncio. Explosão surda. "Como dois amantes" era o que ele queria dizer.
ELA: Não está de acordo?

Tradução Maria Velho da Costa
Interpretação Carla Maciel e Manuel Wiborg
Encenação Solveig Nordlund
Cenografia e figurinos Ana Paula Rocha
Luz Carlos Gonçalves
Música Pedro Marques

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

80309 espectadores em 2009

A Cultura não é património individual. É colectivo. A verdadeira Democracia dá oportunidade aos seus cidadãos de se desenvolver, incentiva a ambição e acção individual, potencia seu sentido crítico e interpretativo.
A CASA das ARTES de V.N. Famalicão registou, em 2009, um aumento de 3% espectadores, relativamente ao ano 2008, passando de 77930 para 80309.
Gostaríamos de agradecer de forma individual e personalizada mas, tal não é possível. Por isso, agradecemos a todos o vosso carinho, atenção e preferência.
OBRIGADO !

Concerto de Richie Havens cancelado

Vimos por este meio informar que o Richie Havens cancelou a mini tournée Ibérica que passava por Portugal a 5 e 6 de Fevereiro próximo, na CASA das ARTES de Vila Nova de Famalicão e no Centro Cultural de Ílhavo, respectivamente, alegadamente por “assuntos familiares”.

Quer a Big Mamma, quer as duas salas supra citadas declinam qualquer responsabilidade neste cancelamento, tendo cumprido escrupulosamente o contratualizado com a agência que representa mundialmente o artista – No caso a Roots Agency com sede em NJ, EUA.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Rui Veloso a 23 e 24 de Janeiro 2010 na CASA das ARTES de Famalicão

Está Confirmado o segundo concerto do RUI VELOSO na CASA das ARTES

RUI VELOSO - 30 anos de Carreira

23 de 24 Janeiro, Sábado e Domingo, 21h30, Grande Auditório


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A Dona da História

Uma mulher que conversa com o seu passado e que reinventa a sua própria história através de um jogo de inúmeras possibilidades, com interpretação de Joana Solnado e Manuela Couto
Teatro
12 e 13 de Fevereiro, Sexta e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 12 euros
M/12
Duração: 90 m
Sinopse
"E se eu não tivesse ido aquela festa?
E se em vez de ter conhecido o
homem com quem eu vim a casar
eu tivesse ligado à minha amiga e
tivesse ido ao teatro naquela noite?
O que teria acontecido?"
Uma divertida, mas muito emocionante, viagem pelo universo da mulher. O retrato dos seus receios mais íntimos e dos seus desejos mais escondidos num delicioso dialogo onde todos nos iremos (re)ver e encontrar.

FICHA TÉCNICA
Texto João Falcão
Música Telmo Lopes e Paulo Ramos
Encenação Alfredo Brissos
Cenografia Maria João Castelo
Figurinos Maria João Castelo
Desenho Luz Paulo Sabino
Operador Som Nuno Pires
Operador Luz Hugo Franco
Caracterização Magali Santana
Fotografia Rogério Martins
Design Gráfico Sandra Afonso
Produção Plano 6

“ Planeta Brasil em Portugal”, de 6 a 27 de Fevereiro

Monstro Mau
Funk/Rock
6 de Fevereiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 Euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.myspace.com/monstromau
Lixo é o nome de um dos temas do segundo registo de estúdio do Monstro Mau e que vem dar nome ao próprio disco. A ideia subjacente a este título é precisamente de que, no Lixo, não há lugar para diferenciação: «Tudo é Lixo!». Assim, o Lixo surge como personificação da “Utopia de Thomas Hobbes”:
«Não há lixo pobre, rico, novo, velho sujo, limpo
Tudo é lixo!!!
O Lixo é a liberdade!!!»


G S Quartet - Gileno Santana
Latin/Jazz
6 de Fevereiro, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 Euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.myspace.com/gsquartet
Liderado pelo trompetista Gileno Santana, o GS Quartet encontra na música popular brasileira o seu repertório de eleição, passando por autores como Caetano Veloso, João Donato ou Pixinguinha e apresentando também alguns temas originais. Os elementos do quarteto são todos formados em Jazz pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo e transportam para as suas interpretações as mais variadas influências dando uma nova vida a temas clássicos da MPB.
Uma das preocupações do grupo é mostrar a verdadeira essência da música... uma música totalmente livre e ao mesmo tempo totalmente presa nas suas células rítmicas e acordes dissonantes. Graças ao talento desta nova geração de músicos, isso é possível.

Trio Pagú
Bossa Nova
13 de Fevereiro, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 Euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.myspace.com/triopagu
Composto por três músicos com uma cumplicidade muito grande devido à longa vivência musical conjunta, o Trio Pagú surge em Janeiro de 2004 com a vontade de reinterpretar clássicos da Bossa nova e da MPB. Para tal recorreram a uma formação pouco convencional, composta por guitarra bateria/percussão e voz. Temas da autoria de Budda, gravados pelos big fat mamma ou pelo Monstro Mau, são também reinventados por esta formação. Por diversas ocasiões o trio pagú convida outros músicos que contribuem para uma maior diversidade sonora. A Alex (voz e percussão), Budda (guitarra) e Nico (bateria /percussão), junta-se Rui Salgado (contrabaixo) e João Pedro Brandão (sax e flauta) ampliando este trio a quinteto. Temas como Leãozinho, Agora só falta Você, Sozinho, Qualquer Coisa, Nem Vem que não tem, Samba e Amor e Desafinado, são alguns dos temas reinventados pelo Trio Pagú, num espectáculo intimista.

Grupo Samba Lêlê
Samba
20 de Fevereiro, Sábado, 23h00, Café Concerto
www.sambalele.com.pt
O grupo "Samba LêLê" é o mais antigo grupo de samba em Portugal, tendo sido formado em 1973 por estudantes brasileiros da Universidade de Coimbra.

Workshop Samba Batucada (abordagem dos timbres, ritmos, temas e instrumentos)
Samba
20 de Fevereiro, Sábado, 15h00, Sala de Ensaios
Necessária Inscrição/Participação


Paulo Duval & Projecto Samba de Mesa
Pagode de Mesa
27 de Fevereiro, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 Euros
M/3
Duração: 90 m
Este projecto invulgar em Portugal resgata a expressão mais genuína do Brasil em forma de música enquanto movimento etnomusicológico de cunho e raízes populares. Trata-se do dia-a-dia da vida de um trabalhador comum que, ao final de mais um dia de trabalho encontra-se com os seus colegas e amigos pra "bater um papo" ou, em termos brasileiros "jogar conversa fora" e, como normalmente isso decorre em um "barzinho" popular, sentem-se à vontade para levarem consigo os seus instrumentos musicais para o efeito, não impedindo de participar a quem não o tenha pois, desde caixinha de fósforo a pratos e talheres servem perfeitamente para serem utilizados como percussão em um bom "Samba de Mesa". Neste projecto alegre, informal e muito descontraído, Paulo Duval traz a palco colegas e amigos que recriam este movimento musical proporcionando ao público um grande momento de descontração e interação pois, em todos os temas os "refrões" por sí só constituem um efusivo convite para que toda a assistência cantem junto com o grupo. Paulo Duval & Projecto Samba de Mesa é então uma representação fiel do estilo musical pelo o qual o Brasil já colheu tanto louros, ou seja, o bom e verdadeiro Samba de Roda.
Este projecto conta com a participação de Giovani Goulart, um músico brasileiro radicado a muitos anos em Portugal.

Novo procedimento para reserva de bilhetes


Comunicação ao Utente

Para uma melhor resposta às solicitações efectuadas pelos utentes da CASA das ARTES de V.N. Famalicão, sentimos a necessidade de proceder a alterações na forma, duração e validação das reservas, assim:

1 - Só é possível reservar bilhetes até uma semana (7 dias úteis), antes da data do espectáculo pretendido. Depois deste prazo, não se efectuam reservas, podendo o utente da CASA das ARTES V.N. Famalicão comprar por via electrónica, através do site http://www.casadasartes.org/, ou directamente na bilheteira da CASA das ARTES, se existirem bilhetes disponíveis para o espectáculo pretendido.

2 - A reserva de bilhetes, após registo confirmado, tem uma validade de 48 horas, não havendo levantamento da reserva, esta é anulada, passando automaticamente para venda.

Esta alteração entra em vigor, a partir da programação de Fevereiro de 2010.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A lenda Richie Havens na CASA das ARTES de Famalicão

Casa das Artes volta a fazer História
Nini-ciclo WOODSTOCK

Filme “Taking woodstock” de ANG LEE
4 de Fevereiro, Quinta-feira, 21h30, Pequeno Auditório
Uma Parceria com o Cineclube de Joane
Richie Havens Cancelado
5 de Fevereiro, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 12 Euros
M /3
Duração: 90 m
http://www.richiehavens.com/
www.myspace.com/richiehavens

Richie Havens é um dos mais peculiares músicos, compositores e interpretes Americanos. A sua aparição no mundo artístico, aconteceu no conturbado bairro de Greenwich Village, em Nova Iorque, nos inícios da década de 60, numa fase de renascimento e afirmação da folk como um estilo musical agora urbano.
Em 1969, a América afundada na descrença provocada pelas mortes no Vietname, pelo assassinato de Martin Luther King e pelo descrédito de Nixon, não muito longe de NY, como se tratasse de uma lufada de oxigénio, assistia aos preparativos daquele que viria a tornar-se no “Pai” dos festivais – A pradaria de Woodstock foi demasiado pequena para acolher tantos e tantos forasteiros que a vestiram durante mais de 3 dias com mensagens e apelos de paz, amor e música.
Woodstock será recordado para todo o sempre. 40 anos depois, as manifestações de nostalgia ecoam pelos 4 cantos do Mundo.
16 de Agosto de 1969, Woodstock estava definitivamente inaugurado quando Richie Havens subiu ao palco, acompanhado pela sua guitarra e começou a tocar os primeiros acordes de “freedom” – O tema que foi adoptado como o hino do festival e de uma geração.
Havens nunca parou de compor e gravar.
Em 2003 a “The National Music Council” decidiu premiá-lo com “American Eagle Award” pela sua carreira musical e papel social.
Em 2004, produz e lança o álbum “Grace of the Sun” – Um hino à composição e à mestria de tocar guitarra. Um registo que viria a tornar-se numa referência para os músicos da actualidade.
Em 2006, é o convidado especial de Cannes, onde actua para o curador da edição e amigo pessoal, Sean Penn.
Depois de mais de 4 décadas a cantar pelos direitos das liberdades interiores do individuo, 40 anos depois de Woodstock, o lendário Richie Havens ao vivo Portugal. Um momento imperdível.

Exposição de Pintura Arnaldo Macedo

Titulo da exposição: SONHO DE UMA MAÇÃ SURREAL
Fevereiro e Março no Foyer

No mutismo da noite, aguardo um sonho inquieto, sísmico, impregnado de avidez das paixões. Entrego-me à imagem...
Tudo começa com uma tela em branco. A paleta vomita lama de tinta; o pincel está embriagado. Vai-se dando cor por vezes ao fundo, outras vezes alguns traços apenas. Depois, bem… depois, acontece uma história surrealista: são palavras que se envolvem com as cores na geometria do orgasmo de uma maçã…
Mas, afinal, o que é real ou surreal?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Samuel Úria

Folclórica / Latino / Ambiente
30 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/samueluria

“ Samuel Úria é o nome artístico de Samuel Úria. A lenda em torno de si conta que nasceu e cresceu entre uma pequena cidade da Beira Alta e um par de canais públicos de televisão. Talvez devido a essa sobre-exposição televisiva lhe tenham ficado, por estigma, duas distintas marcas julio-isidricas: um considerável nariz e a fanfarronice por ter lançado a carreira musical de um jovem; nome artístico Samuel Úria.
Nómada - praticante mas não afecto - Úria viveu nos últimos anos por Coimbra, Leiria, Figueira da Foz ou Évora, cidades que de bom grado lhe acolheram a inspiração. É, contudo, a eterna Tondela natal que lhe está presente na voz e nas canções: o humor castiço, a loquaz despreocupação, os blues campesinos, o grande espaço dos pequenos sítios.
Na FlorCaveira desde a sua alvorada, o trajecto musical de Úria passa pelos discos e concertos em nome próprio, pelo punk-rock vintage das “Velhas Glórias” e pelas filarmonias de “Os Ninivitas”.
O que cantaria, com justeza, a Ana Faria se a métrica lho permitisse? Já lá vamos.
Pelos salmos de Samuel Úria andam os trovadores vaqueiros e os lendários crime-fighters do cançonetismo português; andam heroínas de ficção científica a passear por cemitérios índios; anda o Dean Martin sóbrio com a lira do Rei David. A amálgama fica harmoniosa. É de consciência tranquila se pode então fazer o revisionismo dos “Queijinhos-frescos”: “O Samuel, o Samuel quer ser cowboy, ou então, ou então super-herói”.

PortoTango



Tango/Dança
Constituído por Manuel Vidal (voz), David Lloyd (violino), José Parra (piano), Oscar Flecha (guitarra), Jaroslav Mikus (violoncelo) e Jorge Silva (baixo), com dois pares de Dançarinos Fernando Jorge /Alexandra e Juan Capriotti/Graciana Romeo
30 de Janeiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/6
Duração: 70 m
http://www.portotango.net/
www.myspace.com/portotango
Este Grupo estreou-se em Março de 2001 em Torre de Moncorvo, terra dos antepassados do poeta Jorge Luís Borges, com o espectáculo “100 anos de tango”, promovido pelo Clube Tango do Porto.
Desde então tem actuado regularmente em todo o país. São de sublinhar os concertos no Teatro Sá da Bandeira e no Coliseu do Porto (onde encerraram o I Festival de Tango do Porto), em Coimbra Capital da Cultura e no Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso.
O PortoTango interpreta alguns dos mais representativos tangos da Guardia vieja até as novas expressões do pulsar porteño.
Em 2002 lançou o primeiro CD: Corazón al Sur.
Em Abril deste ano lançou o novo CD “Sin esquinas, com música de Carlos Gardel, Anibal Troilo, Mariano Mores e Astor Piazzolla entre outros,

"... Foi a evocar as noites inesquecíveis, quentes e fraternas dos bailes do Fluvial e a recordar os momentos em que orquestra e pares atacavam os tangos em voga que assisti, deslumbrado, à actuação do Portotango no espaço recatado do Teatro da Vilarinha. Nesse fim de tarde primaveril, envolveram-me os sons primorosos do sexteto portuense, constituído por músicos de diferentes procedências. Mas o resultado é a viagem inexcedível ao mundo das músicas e canções - algumas tão populares aqui como na Argentina, desde a "guardia vieja" primeiras manifestações do género até as requintadas composições contemporâneas de Astor Piazzolla..."

Helder Pacheco Professor e Escritor / publicado JN