29 de Março | Domingo, 18h00 | Grande Auditório - 2026.
Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor
M/4 -Duração: 70 min
Entrada: 12 euros; 6 euros para descontos em vigor
M/4 - Duração: 70 min
O álbum de estreia,
lançado em janeiro de 2024, foi amplamente aclamado pela crítica, integrando as
listas de Melhores Álbuns do Ano da Rádio Radar, Blitz e Expresso, e valeu ao
grupo o título de Melhor Banda nos Futurawards e o Prémio PLAY para Melhor
Reinterpretação da Música Tradicional.
Após 19 meses de
digressão por palcos e festivais como Bons Sons, MED Loulé, FMM Sines e MEO
Kalorama, os Cara de Espelho iniciam agora um novo ciclo, com música nova e a
energia que os tornou uma das bandas mais entusiasmantes da atualidade.
- O Céu Sou Eu,
Tu e Uma Estrela
Uma encenação de Jaime C. Soares
7 de Março |sábado | 15h00| Grande Auditório
Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor
M/6
Duração: 45 min
Uma peça encantatória e hipnótica que nos transporta para um mundo poético recheado de histórias, de palavras, de perguntas e de notas musicais.
Um local onde a imagem visual nos leva a
passear através de paisagens de sonho.
O Céu Sou Eu, Tu e Uma Estrela é um
espectáculo pensado para todos.
Uma actriz e um músico levam-nos numa viagem
através do imaginário dos sonhos, do surreal e das perguntas sem resposta. Um
percurso onírico com questões que nos fizeram pensar enquanto crianças. A
música é uma constante enquanto elemento aglutinador e hipnótico. É como se o
som do saxofone nos conduzisse a um transe que nos transporta para dentro de
uma nuvem de sonhos, que se molda individualmente a cada um de nós. Quem é a
personagem principal desta não história? De onde vêm todas as perguntas? Onde
estamos? Que lugar é este?
Acessibilidade: o espetáculo conta com audiodescrição (AD)
Ficha Artística
Encenação: Jaime C. Soares
Interpretação: Eduarda Alves
Músico: Tiago Godinho
Cenografia e Adereços: Jaime C. Soares e
Francisca Soulsman
Figurinos: João Gillette e Goretti Rodrigues
Construção de Objectos de Cena: Goretti
Rodrigues
Desenho de Luz: F. Preto
Música Original: David Pinheiro
Fotografia: Daniel Mendonça
Design Gráfico: Paulinho Ribeiro
Produção: Maria Manuel
Uma Criação: NAPALM (Companhia de Teatro
Dança em Conjunto ou Alternadamente)
Mediação - Leitura encenada - “Do Banal ao Extraordinário - a imaginação como
limite...”
Data: 7 de março, às 10H30, PA
público-alvo: crianças dos 6 aos 12 anos de idade
nº máximo de participantes por sessão: 20
duração:1h30
Leitura encenada, que nos transporta para uma história sobre a aceitação da diferença e do próximo, seguido de um trabalho prático sobre “arte da imitação” e “transformação” a partir de alguns objetos banais do quotidiano.
Entrada gratuita, mediante inscrição prévia
- A Bola de Cristal 13, um, três
Direção Artística, Texto e
Interpretação de Luísa Fidalgo
7 de Março | Sábado | 21h30 | Café-concerto
Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor
M/12
Duração: 75 min
A BOLA DE CRISTAL 13, um, três guarda memórias de uma mãe que desapareceu. Uma mulher portuguesa chamada Rosário (1950-2009) que deixou para trás mais de 30 agendas-diários e um lugar cativo no Bingo. Os números da tômbola são aqui
transformados em memórias, reais ou (auto)ficcionadas,
apresentadas por três
personagens a partir do tríptico mãe - mulher - Rosário. Entre a
aleatoriedade da vida, a sorte e o azar, o amor e a perda, “o que calha a
quem?” Um espectáculo-jogo cómico-trágico e irrepetível (como a vida), onde o
desejo, mais do que gritar “bingo”, é o de reflectir sobre o luto como
sentimento universal.
Ficha artística
Direção Artística, Texto e Interpretação: Luísa Fidalgo
Interpretação: Inês Rosado, Lígia Roque e Rita Lello
Consultoria Artística: Filipe Pereira
Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos
Som: Vera Condeço
Apoio ao Movimento: Lewis Seivwright
Apoio à Produção: Leonardo Garibaldi e Teatro Reflexo
Apoio à Criação: Teatro Oficina e A Barraca
Design: Carolina Peres
Vídeo: Filipi Do Canto
Música Original e Sound Design: Aurélien Vieira Lino
Motion Graphics: Vasco Vieira
Produção Apoiada pelo Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de
Autores e
República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Agradecimentos: Luís Mestre, Cooperativa Dramatúrgica (1ª edição -
Bruno Fraga Vaz, Catarina Vieira, Filipa Leão, Filipa Matta, Guilherme Gomes,
Mariana Ferreira, Miguel Carranca), Mickaël de Oliveira, Patrícia Portela, A
Barraca, Michel e Zé, Alice, Filipi, Aurélien, Vasco e Inês.
Mediação- Masterclasse de Luísa Fidalgo
6 de Março, às
19h00, Café-concerto
Memória, arquivo e dramaturgia numa masterclasse para estudantes de teatro e outros espectadores interessados nas áreas da escrita criativa.
- Agora Noutro
Lugar
texto de Marine Antunes, encenação de
Marco Medeiros e interpretação de Tiago Castro
13 de Março |Sexta-feira | 21h30| Pequeno
Auditório
Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor
M/16
Duração: 75 min
Um homem entra num cemitério para pedir o divórcio à mulher morta. Agora Noutro Lugar é um monólogo que mergulha no abismo da perda, onde o tempo parece estagnar e o luto se torna um peso impossível de carregar. João, após a morte da mulher, vê-se pressionado a cumprir uma última vontade dela: seguir em frente.
Contudo, toma uma decisão extrema e insólita — ir ao
cemitério pedir o divórcio à mulher. Com uma escrita que equilibra drama e um
humor ácido, esta peça explora os efeitos invisíveis do luto, a difícil
reconstrução da identidade depois de anos de partilha e de um amor que se
recusa a morrer. A tensão entre a memória e a necessidade de seguir em frente é
o fio condutor desta jornada interior. Agora Noutro Lugar não é uma história de
superação. É uma tentativa desesperada de continuar. Entre o riso e a ferida,
João pergunta: E se odiar for a única forma de continuar?
Ficha Artística
Interpretação:
Tiago Castro
Encenação:
Marco Medeiros
Texto: Marine Antunes
Mediação -Conversa
após a récita sobre a construção do texto dramatúrgico
Conversa
com a dramaturga e o ator sobre o processo de ensaios, as opções dramatúrgicas
e a construção do guião final. Que critérios orientaram a seleção dos textos?
Como se articulam dramaturgia e interpretação ao longo do processo criativo?
Que impacto têm essas escolhas na narrativa, nas personagens e no resultado
final da peça? Uma reflexão sobre criação, exclusão e transformação no teatro e
leitura de alguns excertos que foram excluídos mas estão presentes no guião
original da peça.
- Fantasia Sem Abrigo – uma trilogia cómico-musical
Texto e encenação de Tiago Mateus
Coprodução entre a Estado Zero – Associação
Cultural e São Luiz, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Municipal da Guarda e
Teatro Garcia de Resende
Teatro
14 de março | sábado, 21h30 | Grande
Auditório
Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor
M/12
Duração: 100 min
Esta trilogia começa pelo fim: Fantasia sem Abrigo, que dá o nome ao espetáculo, Na Porra do Texas e Notícias do Novo Mundo. Nesta viagem o acaso é provocado por um desejo impetuoso de alcançar a liberdade que percorre diferentes tempos e espaços. Numa casa sem teto, num deserto ou numa grande metrópole inventam-se motivações para dar novos significados à vida, ao amor e ao medo.
Ficha Artística
Texto,
encenação e cenografia: Tiago Mateus
Assistência
de encenação: Bernardo Almeida
Direcção
Musical: Marcos Magalhães
Direcção
Técnica: João Chicó
Engenharia
de som: Tiago Cerqueira
Desenho
de Luz: João Chicó, Marcello Urgeghe e Tiago Mateus
Figurinos:
Silvana Ivaldi
Interpretação:
David Pereira Bastos, Dinarte Branco, Marcello Urgeghe, Sofia Fialho, Tiago
Barbosa e Zé Alves (actores); Susana Gaspar e Luís Beirão (Cantores); Nuno Mendes,
André Reis, Paul Wakabayashi, Hugo Paiva, Marina Camponês, Luís Marques, Miguel
Costa, Marcos Magalhães (músicos)
Gestão
do Projeto: Tiago Câmara Pereira
Assistente
de produção: Joana Resende
Assessoria
de Imprensa: Helena Ales Pereira
Fotografia:
Alípio Padilha
Vídeos
Promocionais: Lúcia Pires e Tiago Mateus
Gestão
de Redes Sociais: Ceci Lombardi
Design
Gráfico: Maria Mattos
Produção:
Estado Zero /// A Estado Zero é uma companhia residente na Casa do Cais –
CARDUME
Coprodução
em residência: O Espaço do Tempo
Apoio:
DGArtes
Coprodução:
Teatro Garcia de Resende, Teatro Municipal da Guarda, Casa das Artes de Famalicão
e São Luiz Teatro Municipal
- Começar Tudo
Outra Vez
Direção Artística e Interpretação de Raquel
André e Tonan Quito
Teatro
20 de março | sexta-feira, 21h30 | Grande
Auditório
Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor
M/12
Duração: 110 min
O que acontece quando alguém nasce? Duas pessoas ensaiam uma família. Uma família ensaia uma peça de teatro. Uma peça de teatro que nasce de artistas com modos distintos de fazer e pensar o teatro, e de uma vontade partilhada de transformar a vida em cena. Convocam memórias, pessoas, personagens para questionar narrativas sobre nascimento, morte, heranças, comunidade e redes de cuidado. O teatro como forma de ensaiar futuros possíveis. Através das arquitecturas familiares criadas pelos seus próprios nascimentos, convidam-nos a sentar à mesa. Dizem: educar uma criança é um ato político.
Acessibilidade: o espetáculo conta com audiodescrição (AD) e interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP)
Ficha Artística
Direção Artística e Interpretação: Raquel André e Tonan
Quito
Co-criação, Apoio à edição do filme e música: Bernardo de
Almeida
Texto: André Tecedeiro em colaboração com Bernardo de
Almeida, Raquel André e Tonan Quito
Dramaturgia: André Tecedeiro, Bernardo de Almeida, Raquel
André e Tonan Quito
Filme: Afonso Sousa
Cenário: Fernando Ribeiro
Figurino: José António Tenente
Desenho de Luz: Wilma Moutinho
Música: Ágatha Cigarra
Sonoplastia e Desenho de Som: Diogo Tavares
Câmaras: Afonso Sousa, Francisco Fidalgo e Pedro Leite
Captação de som: Tiago Galvão
Pós-Produção Áudio Filme: Francisco Marujo
Correção de Cor Filme: Mafalda Aleixo
Programação de Multimédia: Jo Kolski
Participação no Filme: André Tecedeiro, António André,
António Fonseca, António Pedro Lopes, António Quito, Aliu Baio, Bernardino
Quito, Bernardo de Almeida, Elvira Quito, Fernanda André, Fernando Ribeiro,
Jaime Rebelo, João Teixeira, Mandé Quito, Maria Boavida, Margarida Botelho,
Marta Rodrigues, Miguel Quito, Miguel Quito, Raquel André, Salomé Quito, Tonan
Quito e Valentina Carvalho
Intérprete de Língua Gestual Portuguesa: Valentina
Carvalho
Consultoria Artística: LGP Marta Sales
Audiodescrição: José Gregório Rojas
Consultoria Audiodescrição: Aliu Baio
Legendas preparadas p/ pessoas surdas ou baixa audição:
André Tecedeiro
Comunicação: António Pedro Lopes
Produção Executiva e Operação de Legendas: Margarida
Botelho
Gestão Financeira: Missanga
Técnico de Luz em digressão: João Teixeira
Fotografias de comunicação e de cena: Tiago de Jesus Brás
Coprodução: Culturgest, Cine-Teatro Louletano, Teatro
Viriato, Teatro Municipal Baltazar Dias, Teatro Aveirense, Teatro Cine Torres
Vedras, O Teatrão - Oficina Municipal de Teatro
- Tudo o que
Ela Calava _ estreia
Direção artística de Ângela Marques e Fernando
Moreira
Coprodução Astro Fingido e Casa das
Artes de Famalicão
21 de
março | Sábado| 21h30| Pequeno Auditório
22 de
março | Domingo | 18h00| Pequeno Auditório
Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor
M/14
Duração:
60 min
“Tudo o que ela calava” nasce do desejo de levar à cena a poesia da escritora luso-belga Bénédicte Houart (Braine-Le-Comte, Bélgica, 1968). A sua trajetória literária tem como temática principal as questões ligadas ao feminino; uma escrita comprometida com o domínio da intimidade, desafiando estereótipos de género e revelando os impasses e contradições da experiência de ser mulher.
A equipa, predominantemente constituída por
mulheres, oriundas de diferentes geografias, cruza o teatro, a dança, a música
e o vídeo, numa criação que se pretende gesto político e poético, onde o
silêncio se converte em presença e o palco se transforma num território de
escuta, conflito e resistência.
Direção Artística: Ângela Marques e Fernando Moreira
Textos: Bénédicte Houart
Dramaturgia e Encenação: Ângela Marques
Assistência de Encenação e Coreografias:
Andrea Gabilondo
Interpretação: Inês García e Sara Neves
Espaço Cénico e Desenho de Luz: Patricia
Gutiérrez Arriaga (MEX)
Figurinos: Raquel Crespo (ESP)
Vídeo: Cata Corredor (ARG)
Música: Alice Boavista
Operação Técnica: Nuno Almeida
Sonoplastia: Alberto Lopes
Registo Fotográfico: Paulo Pimenta
Registo Videográfico: José Guilherme Marques
Design Gráfico: Atelier d’Alves
Assistente da Direção Artística: Jaqueline
Figueiredo
Produção: Astro Fingido
Financiamento: República Portuguesa
Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral
das Artes
Coprodução: Casa das Artes de Famalicão
Apoio: Ibercena e Município de Paredes
Mediação Oficina de leitura de poesia em voz alta, com
poemas de Bénédicte Houart
4 de março, 19h00, Pequeno Auditório
Público-alvo: jovens mulheres (14-20 anos)
Número máximo de inscrições: 15
A oficina propõe a leitura e interpretação em voz alta da poesia de Bénédicte Houart, explorando o universo feminino e a sua relação com o masculino e o mundo. Com apoio de exercícios de técnica vocal, as leituras serão registadas em áudio e vídeo e, mediante autorização, partilhadas no foyer do teatro como convite à criação Tudo o que Ela Calava.
- RESTAURANTE
EUROPA estreia
Texto
e encenação de Marta Freitas Almendra
Coprodução Momento - Artistas Independentes e Casa
das Artes de Famalicão
26 e 27 de março | quinta e sexta-feira | 21h30| Grande auditório
Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor
M/16
Duração: 105 min
A história passa-se num restaurante de luxo português, mas que poderia ser num outro qualquer país europeu. Um chef de cozinha e um cozinheiro portugueses reproduzem discursos de medo e de exclusão, vendo os emigrantes como uma ameaça. Um copeiro brasileiro, recém-chegado, enfrenta a precariedade, a invisibilidade e a violência de ser constantemente tratado como estranho. Entre a cozinha e a sala de refeições, uma empregada de mesa começa a questionar esta dinâmica violenta de se tratar um humano como um ser diferente, por causa das suas origens. Ao longo do serviço, o restaurante transforma-se numa metáfora da Europa contemporânea: um lugar que depende do trabalho dos emigrantes, mas que resiste à sua presença. Construída a partir de depoimentos reais de emigrantes chegados recentemente a Portugal, Restaurante Europa propõe uma reflexão sobre pertença, fronteiras e humanidade – e sobre a urgência de empatia, enquanto nos aproximamos do abismo.
Acessibilidade: o espetáculo conta com interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP).
Texto e encenação: Marta Freitas Almendra
Assistência de encenação: Filipe Gouveia
Interpretação: Diogo Freitas, Guilherme Oldra, Marta
Freitas Almendra, Nádia Matos, Pedro Mendonça
Participação especial – música ao vivo: Cláudio Tavares
Participação especial em vídeo: Emigrantes reais
Cenografia e Figurinos: Catarina Barros
Luz: Luís Silva
Música original e Sonoplastia: Cláudio Tavares
Produção: Momento – Artistas Independentes
Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e
Desporto / Direção-Geral das Artes
Gestão Financeira: Cláudia Meireles
Coprodução: Casa das Artes de Famalicão
Mediação - Oficina de Escrita
23 de Março, às 15h00, café-concerto
A Construção do Discurso de Thomas More à Multidão, para
alunos do secundário (M/14 anos) e de teatro (máximo 20 participantes)
- Proto Poética
Oficina
de escrita para teatro, coordenada por Maria Miguel Félix
7, 14 e 21 de março | sábado | 15h00-18h00| Café-concerto
27 de março |sexta-feira | 18h30-20h30| Café-concerto
Entrada/Inscrição: 10 euros, que garante entrada livre a todos os espetáculos da Poética da Palavra
“Proto Poética – Encontros de Escrita para Teatro”, é a nova vertente do ciclo “Poética da Palavra – Encontros de Teatro”, pensada especificamente para a comunidade Famalicense pela Casa das Artes de Famalicão, e criada para estreitar a relação entre o trabalho artístico qualificado e a mediação cultural.
Esta oficina, orientada por Maria Miguel
Félix, propõe quatro encontros – ao longo do mês de março - dedicados à escrita
para cena teatral, explorando técnicas narrativas, construção de personagens,
diálogo, ritmo e dramaturgia.
Mais do que escrever, o desafio é transformar
ideias em ação cénica e estimular a imaginação individual e coletiva. A
experiência culminará com a apresentação num registo informal do(s) texto(s)
criado(s), no Dia Mundial do Teatro, a 27 de março de 2026.
Pessoas Destinatárias: todas as pessoas, maiores
de 18 anos, com ou sem experiência na área do Teatro, interessadas em
dramaturgia e processos criativos de escrita para teatro e com total
disponibilidade para atender a todos os encontros. O número máximo de
participantes é de dez.
- Apresentação
do registo da peça “Dupla”
dramaturgia
e encenação de Pedro Galiza
27 de março | sexta-feira | 15h00| Café-concerto
Entrada livre até à lotação da sala
Esta sessão apresentará o documentário que registou a peça DUPLA.
“Para o teatro! Rápido! A sorte está lançada e havemos de ver o que acontece!”
Partindo da autobiografia que Sarah Bernhardt escreveu
quando a celebrada atriz tinha a idade exata da nossa protagonista, DUPLA é um
choque frontal entre duas aparentemente irreconciliáveis personalidades: a da
atriz experiente, que sabe muito bem o que é o teatro, e a do
dramaturgo/encenador/vendedor de banha da cobra, que de teatro sabe muito
pouco.
Mas o palco é uma fecunda incubadora destas situações
comicamente impossíveis!
Isto vai estrear! E esta dupla que se amanhe!
Ficha artística e técnica:
dramaturgia
e encenação: Pedro Galiza
assistência
à dramaturgia e encenação: Marta Bernardes
espaço
cénico: Nuno Leites, Pedro Galiza
vídeo:
Nuno Leites
música:
Sofia Faria Fernandes
desenho
de som: Ricardo Pinto
desenho
de luz: Tiago Silva
figurinos:
Cátia Barros
interpretação:
Emília Silvestre, Pedro Galiza
coprodução:
Ensemble – Sociedade de Actores, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Municipal
de Bragança
filmagem:
Coalblur – Creative Agency - Tiago Sousa / Luís Pereira / Caio Vitor / João
Martins
mistura
áudio e realização: Ricardo Pinto
correção
de cor: Tiago Sousa
tipografia cinética: Nuno Leites
7 de Março- “O Céu Sou Eu, Tu e Uma Estrela”, com encenação de Jaime C. Soares
7 de Março- “A Bola de Cristal 13, um, três”, de Luísa Fidalgo
13 de Março- “Agora Noutro Lugar”, texto de Marine Antunes, encenação de Marco Medeiros e interpretação de Tiago Castro
14 de Março- “Fantasia Sem Abrigo – uma trilogia cómico-musical”, com texto e encenação de Tiago Mateus
20 de Março -“Começar Tudo Outra Vez”, direção artística e interpretação de Raquel André e Tonan Quito
21 e 22 de Março - “Tudo o que Ela Calava”, direção artística de Ângela Marques e Fernando Moreira
26 e 27 de Março - “Restaurante Europa”, texto e encenação de Marta Freitas Almendra
7, 14, 21 e 27 de Março - “Proto Poética”, oficina de escrita para teatro, coordenada por Maria Miguel Félix
27 de Março - Apresentação do registo da peça “Dupla”, dramaturgia e encenação de Pedro Galiza
Segunda parte – Mariana Correia
Viola de Fado – João Araújo
Viola baixo – Filipe Fernandes
(1) para o
público escolar, propomos uma animação oriunda do leste da Europa sobre bullying
e a entrada na adolescência, em Viver em Grande, e On Falling,
ficção de uma realizadora portuguesa, ambientada na Escócia, sobre a
problemática da emigração e dos novos modelos de trabalho;
(2) para o
público geral, as obras derradeiras de David Lynch, instaladas em Hollywood,
nas memórias e nos jogos de espelhos, nas luzes e nas sombras de Los Angeles,
dos seus autores e intérpretes, em Mulholland Drive e no seu lado b, Inland
Empire.
para Escolas
3.Mar – (10h00, Casa das Artes) + 17.Mar – (10h00,
Teatro Narciso Ferreira)
VIVER EM
GRANDE de
Kristina Dufková (para escolas, 1.º e 2.º ciclo)
(versão portuguesa)
Com treze
anos, Ben inicia um novo ano lectivo e começa a perceber as mudanças nos seus
colegas. Claire, por quem nutre uma paixão discreta, parece estar ainda mais
bonita, e Ben gostaria de ser visto com outros olhos. Mas, infelizmente, o
excesso de peso continua a ser um obstáculo para a forma como se vê a si
próprio e aos outros. Decidido a mudar, Ben inicia uma dieta exigente, contando
com o apoio da sua alegre família e de Claire, Eric e Sónia, os seus melhores
amigos. Juntos, os adolescentes decidem formar uma banda para o espectáculo de
Natal, numa experiência que os ajudará a ganhar confiança em si próprios e a
enfrentar os enormes desafios da adolescência. Realizado por Kristina Dufková e
escrito por Petr Jarchovský, “Viver em Grande” é uma animação
franco-checa-eslovaca sobre amizade e aceitação. A dobragem em português contou
com Alexandre Carvalho, Carolina Salles, Gonçalo Lima, André Ramos e Tiago
Peralta.
Título original: Living Large (Chéquia/Eslováquia/Francês, 2025, 80
min)
Classificação: M/6
3.Mar –
(14h30, GA) – ON FALLING de Laura Carreira (para
escolas, 3.º ciclo e secundário, com introdução por Eduardo Brito,
realizador)
Aurora
(Joana Santos) deixou família e amigos em Portugal e emigrou para a Escócia, na
esperança de dar um novo rumo à sua vida. Mas as coisas não correm como o
esperado e, depois de tantas horas dedicadas ao trabalho, ela vê os seus dias
tornarem-se vazios. Sem ligações humanas que a ajudem a contornar a monotonia,
tenta sobreviver a cada fim do mês com o parco dinheiro que lhe sobra. Estreado
mundialmente no Festival Internacional de Cinema de Toronto (Canadá), On
Falling esteve em competição no Festival de San Sebastián (Espanha), onde
recebeu o prémio de melhor realização. Produzido pela Sixteen Films, a
produtora do cineasta Ken Loach, este drama sobre emigração e alienação foi
realizado e escrito pela portuguesa radicada em Edimburgo Laura Carreira.
Título original: On Falling (Grã-Bretanha/Portugal, 2024, 100 min)
Classificação: M/12
para
Publico-geral
28.Mar – 14h00
– MULHOLLAND
DRIVE de David Lynch
Uma
história de amor na cidade dos sonhos… De cabelos loiros, Betty Elms acaba de
chegar a Hollywood para se tornar uma estrela de cinema, quando conhece uma
enigmática mulher morena com amnésia. Entretanto, enquanto as duas tentam
desvendar a identidade da segunda mulher, o cineasta Adam Kesher depara-se com
problemas sinistros durante o casting do seu último projeto. A visão sedutora e
assustadora de David Lynch da fábrica de sonhos que é Los Angeles é uma das
verdadeiras obras-primas do novo milénio, uma história de amor, ciúme e
vingança como nenhuma outra.
Título original: Mulholland Drive (EUA, 2001, 145 min)
Realização: David Lynch
Interpretação: Naomi Watts, Laura Harring, Justin Theroux, Ann Miller, Robert
Forster
Classificação: M/16
28.Mar – 17h00
– INLAND
EMPIRE de David Lynch
A história de um mistério, que se vai
adensando numa catadupa de descobertas e revelações, à volta de uma mulher
apaixonada e em apuros. Ela é actriz e quer fazer um filme amaldiçoado. Todo o
universo de David Lynch, os jogos de espelhos, as ilusões, os fantasmas são
convocados para Inland Empire, o seu filme mais perturbador desde Eraserhead.
Parafraseando um crítico francês: “apertem os cintos”, vão iniciar uma viagem
ao mundo delirante do mais intrigante cineasta da actualidade, conduzida pela
sua mítica atriz Laura Dern.
Título original:
Inland Empire (EUA/Polónia, 2006, 170 min)
Realização: David Lynch
Interpretação: Laura Dern, Justin Theroux, Harry Dean Stanton, Jeremy Irons,
Grace Zabriskie
Classificação: M/16
Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão pentágono: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores,
associados de cineclubes, pessoas com deficiência, Surdas e portadoras de
atestado multiusos de incapacidade (+60%)