quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Programa - Poética da Palavra | Encontros de Teatro Capítulo 8 (Março de 2026) | Casa das Artes de Famalicão .

 


Programa

- O Céu Sou Eu, Tu e Uma Estrela

Uma encenação de Jaime C. Soares

7 de Março |sábado | 15h00| Grande Auditório

Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor

M/6

Duração: 45 min

Uma peça encantatória e hipnótica que nos transporta para um mundo poético recheado de histórias, de palavras, de perguntas e de notas musicais.

Um local onde a imagem visual nos leva a passear através de paisagens de sonho.

O Céu Sou Eu, Tu e Uma Estrela é um espectáculo pensado para todos.

Uma actriz e um músico levam-nos numa viagem através do imaginário dos sonhos, do surreal e das perguntas sem resposta. Um percurso onírico com questões que nos fizeram pensar enquanto crianças. A música é uma constante enquanto elemento aglutinador e hipnótico. É como se o som do saxofone nos conduzisse a um transe que nos transporta para dentro de uma nuvem de sonhos, que se molda individualmente a cada um de nós. Quem é a personagem principal desta não história? De onde vêm todas as perguntas? Onde estamos? Que lugar é este?

Acessibilidade: o espetáculo conta com audiodescrição (AD)

Ficha Artística

Encenação: Jaime C. Soares

Interpretação: Eduarda Alves

Músico: Tiago Godinho

Cenografia e Adereços: Jaime C. Soares e Francisca Soulsman

Figurinos: João Gillette e Goretti Rodrigues

Construção de Objectos de Cena: Goretti Rodrigues

Desenho de Luz: F. Preto

Música Original: David Pinheiro

Fotografia: Daniel Mendonça

Design Gráfico: Paulinho Ribeiro

Produção: Maria Manuel

Uma Criação: NAPALM (Companhia de Teatro Dança em Conjunto ou Alternadamente)

  

Mediação - Leitura encenada - “Do Banal ao Extraordinário - a imaginação como limite...”

 Data: 7 de março, às 10H30, PA

público-alvo: crianças dos 6 aos 12 anos de idade

nº máximo de participantes por sessão: 20

duração:1h30

Leitura encenada, que nos transporta para uma história sobre a aceitação da diferença e do próximo, seguido de um trabalho prático sobre “arte da imitação” e “transformação” a partir de alguns objetos banais do quotidiano. 

 Entrada gratuita, mediante inscrição prévia

 

- A Bola de Cristal 13, um, três

Direção Artística, Texto e Interpretação de Luísa Fidalgo

7 de Março | Sábado | 21h30 | Café-concerto

Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor

M/12

Duração: 75 min

A BOLA DE CRISTAL 13, um, três guarda memórias de uma mãe que desapareceu. Uma mulher portuguesa chamada Rosário (1950-2009) que deixou para trás mais de 30 agendas-diários e um lugar cativo no Bingo. Os números da tômbola são aqui

transformados em memórias, reais ou (auto)ficcionadas, apresentadas por três

personagens a partir do tríptico mãe - mulher - Rosário. Entre a aleatoriedade da vida, a sorte e o azar, o amor e a perda, “o que calha a quem?” Um espectáculo-jogo cómico-trágico e irrepetível (como a vida), onde o desejo, mais do que gritar “bingo”, é o de reflectir sobre o luto como sentimento universal.

 Ficha artística

Direção Artística, Texto e Interpretação: Luísa Fidalgo

Interpretação: Inês Rosado, Lígia Roque e Rita Lello

Consultoria Artística: Filipe Pereira

Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos

Som: Vera Condeço

Apoio ao Movimento: Lewis Seivwright

Apoio à Produção: Leonardo Garibaldi e Teatro Reflexo

Apoio à Criação: Teatro Oficina e A Barraca

Design: Carolina Peres

Vídeo: Filipi Do Canto

Música Original e Sound Design: Aurélien Vieira Lino

Motion Graphics: Vasco Vieira

Produção Apoiada pelo Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores e

República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes

Agradecimentos: Luís Mestre, Cooperativa Dramatúrgica (1ª edição - Bruno Fraga Vaz, Catarina Vieira, Filipa Leão, Filipa Matta, Guilherme Gomes, Mariana Ferreira, Miguel Carranca), Mickaël de Oliveira, Patrícia Portela, A Barraca, Michel e Zé, Alice, Filipi, Aurélien, Vasco e Inês.

 

MediaçãoMasterclasse de Luísa Fidalgo

6 de Março, às 19h00, Café-concerto

Memória, arquivo e dramaturgia numa masterclasse para estudantes de teatro e outros espectadores interessados nas áreas da escrita criativa.

 

- Agora Noutro Lugar

texto de Marine Antunes, encenação de Marco Medeiros e interpretação de Tiago Castro

13 de Março |Sexta-feira | 21h30| Pequeno Auditório

Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor

 M/16

Duração: 75 min

Um homem entra num cemitério para pedir o divórcio à mulher morta. Agora Noutro Lugar é um monólogo que mergulha no abismo da perda, onde o tempo parece estagnar e o luto se torna um peso impossível de carregar. João, após a morte da mulher, vê-se pressionado a cumprir uma última vontade dela: seguir em frente.

Contudo, toma uma decisão extrema e insólita — ir ao cemitério pedir o divórcio à mulher. Com uma escrita que equilibra drama e um humor ácido, esta peça explora os efeitos invisíveis do luto, a difícil reconstrução da identidade depois de anos de partilha e de um amor que se recusa a morrer. A tensão entre a memória e a necessidade de seguir em frente é o fio condutor desta jornada interior. Agora Noutro Lugar não é uma história de superação. É uma tentativa desesperada de continuar. Entre o riso e a ferida, João pergunta: E se odiar for a única forma de continuar?

 Ficha Artística

Interpretação: Tiago Castro

Encenação: Marco Medeiros
Texto: Marine Antunes

  

Mediação -Conversa após a récita sobre a construção do texto dramatúrgico

Conversa com a dramaturga e o ator sobre o processo de ensaios, as opções dramatúrgicas e a construção do guião final. Que critérios orientaram a seleção dos textos? Como se articulam dramaturgia e interpretação ao longo do processo criativo? Que impacto têm essas escolhas na narrativa, nas personagens e no resultado final da peça? Uma reflexão sobre criação, exclusão e transformação no teatro e leitura de alguns excertos que foram excluídos mas estão presentes no guião original da peça.

 

- Fantasia Sem Abrigo – uma trilogia cómico-musical

Texto e encenação de Tiago Mateus

Coprodução entre a Estado Zero – Associação Cultural e São Luiz, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Municipal da Guarda e Teatro Garcia de Resende

Teatro

14 de março | sábado, 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor

M/12

Duração: 100 min

 Esta trilogia começa pelo fim: Fantasia sem Abrigo, que dá o nome ao espetáculo, Na Porra do Texas e Notícias do Novo Mundo. Nesta viagem o acaso é provocado por um desejo impetuoso de alcançar a liberdade que percorre diferentes tempos e espaços. Numa casa sem teto, num deserto ou numa grande metrópole inventam-se motivações para dar novos significados à vida, ao amor e ao medo.

 Ficha Artística

Texto, encenação e cenografia: Tiago Mateus

Assistência de encenação: Bernardo Almeida

Direcção Musical: Marcos Magalhães

Direcção Técnica: João Chicó

Engenharia de som: Tiago Cerqueira

Desenho de Luz: João Chicó, Marcello Urgeghe e Tiago Mateus

Figurinos: Silvana Ivaldi

Interpretação: David Pereira Bastos, Dinarte Branco, Marcello Urgeghe, Sofia Fialho, Tiago Barbosa e Zé Alves (actores); Susana Gaspar e Luís Beirão (Cantores); Nuno Mendes, André Reis, Paul Wakabayashi, Hugo Paiva, Marina Camponês, Luís Marques, Miguel Costa, Marcos Magalhães (músicos)

Gestão do Projeto: Tiago Câmara Pereira

Assistente de produção: Joana Resende

Assessoria de Imprensa: Helena Ales Pereira

Fotografia: Alípio Padilha

Vídeos Promocionais: Lúcia Pires e Tiago Mateus

Gestão de Redes Sociais: Ceci Lombardi

Design Gráfico: Maria Mattos

Produção: Estado Zero /// A Estado Zero é uma companhia residente na Casa do Cais – CARDUME

Coprodução em residência: O Espaço do Tempo

Apoio: DGArtes

Coprodução: Teatro Garcia de Resende, Teatro Municipal da Guarda, Casa das Artes de Famalicão e São Luiz Teatro Municipal

 

- Começar Tudo Outra Vez

Direção Artística e Interpretação de Raquel André e Tonan Quito

Teatro

20 de março | sexta-feira, 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor

 M/12

Duração: 110 min

O que acontece quando alguém nasce? Duas pessoas ensaiam uma família. Uma família ensaia uma peça de teatro.  Uma peça de teatro que nasce de artistas com modos distintos de fazer e pensar o teatro, e de uma vontade partilhada de transformar a vida em cena. Convocam memórias, pessoas, personagens para questionar narrativas sobre nascimento, morte, heranças, comunidade e redes de cuidado. O teatro como forma de ensaiar futuros possíveis. Através das arquitecturas familiares criadas pelos seus próprios nascimentos, convidam-nos a sentar à mesa. Dizem: educar uma criança é um ato político.

 Acessibilidade: o espetáculo conta com audiodescrição (AD) e interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP)

Ficha Artística

Direção Artística e Interpretação: Raquel André e Tonan Quito

Co-criação, Apoio à edição do filme e música: Bernardo de Almeida

Texto: André Tecedeiro em colaboração com Bernardo de Almeida, Raquel André e Tonan Quito

Dramaturgia: André Tecedeiro, Bernardo de Almeida, Raquel André e Tonan Quito

Filme: Afonso Sousa

Cenário: Fernando Ribeiro

Figurino: José António Tenente

Desenho de Luz: Wilma Moutinho

Música: Ágatha Cigarra

Sonoplastia e Desenho de Som: Diogo Tavares

Câmaras: Afonso Sousa, Francisco Fidalgo e Pedro Leite

Captação de som: Tiago Galvão

Pós-Produção Áudio Filme: Francisco Marujo

Correção de Cor Filme: Mafalda Aleixo

Programação de Multimédia: Jo Kolski

Participação no Filme: André Tecedeiro, António André, António Fonseca, António Pedro Lopes, António Quito, Aliu Baio, Bernardino Quito, Bernardo de Almeida, Elvira Quito, Fernanda André, Fernando Ribeiro, Jaime Rebelo, João Teixeira, Mandé Quito, Maria Boavida, Margarida Botelho, Marta Rodrigues, Miguel Quito, Miguel Quito, Raquel André, Salomé Quito, Tonan Quito e Valentina Carvalho 

Intérprete de Língua Gestual Portuguesa: Valentina Carvalho

Consultoria Artística: LGP Marta Sales

Audiodescrição: José Gregório Rojas

Consultoria Audiodescrição: Aliu Baio

Legendas preparadas p/ pessoas surdas ou baixa audição: André Tecedeiro

Comunicação: António Pedro Lopes

Produção Executiva e Operação de Legendas: Margarida Botelho

Gestão Financeira: Missanga

Técnico de Luz em digressão: João Teixeira

Fotografias de comunicação e de cena: Tiago de Jesus Brás

Coprodução: Culturgest, Cine-Teatro Louletano, Teatro Viriato, Teatro Municipal Baltazar Dias, Teatro Aveirense, Teatro Cine Torres Vedras, O Teatrão - Oficina Municipal de Teatro 


- Tudo o que Ela Calava _ estreia

Direção artística de Ângela Marques e Fernando Moreira

Coprodução Astro Fingido e Casa das Artes de Famalicão

21 de março | Sábado| 21h30| Pequeno Auditório

22 de março | Domingo | 18h00| Pequeno Auditório

Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor

 M/14

Duração: 60 min

“Tudo o que ela calava” nasce do desejo de levar à cena a poesia da escritora luso-belga Bénédicte Houart (Braine-Le-Comte, Bélgica, 1968). A sua trajetória literária tem como temática principal as questões ligadas ao feminino; uma escrita comprometida com o domínio da intimidade, desafiando estereótipos de género e revelando os impasses e contradições da experiência de ser mulher.

A equipa, predominantemente constituída por mulheres, oriundas de diferentes geografias, cruza o teatro, a dança, a música e o vídeo, numa criação que se pretende gesto político e poético, onde o silêncio se converte em presença e o palco se transforma num território de escuta, conflito e resistência.

 Direção Artística: Ângela Marques e Fernando Moreira

Textos: Bénédicte Houart

Dramaturgia e Encenação: Ângela Marques

Assistência de Encenação e Coreografias: Andrea Gabilondo

Interpretação: Inês García e Sara Neves

Espaço Cénico e Desenho de Luz: Patricia Gutiérrez Arriaga (MEX)

Figurinos: Raquel Crespo (ESP)

Vídeo: Cata Corredor (ARG)

Música: Alice Boavista

Operação Técnica: Nuno Almeida

Sonoplastia: Alberto Lopes

Registo Fotográfico: Paulo Pimenta

Registo Videográfico: José Guilherme Marques

Design Gráfico: Atelier d’Alves

Assistente da Direção Artística: Jaqueline Figueiredo

Produção: Astro Fingido

Financiamento: República Portuguesa

Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão

Apoio: Ibercena e Município de Paredes

 

Mediação Oficina de leitura de poesia em voz alta, com poemas de Bénédicte Houart

4 de março, 19h00, Pequeno Auditório

Público-alvo: jovens mulheres (14-20 anos)

Número máximo de inscrições: 15

A oficina propõe a leitura e interpretação em voz alta da poesia de Bénédicte Houart, explorando o universo feminino e a sua relação com o masculino e o mundo. Com apoio de exercícios de técnica vocal, as leituras serão registadas em áudio e vídeo e, mediante autorização, partilhadas no foyer do teatro como convite à criação Tudo o que Ela Calava.


- RESTAURANTE EUROPA estreia

Texto e encenação de Marta Freitas Almendra

Coprodução Momento - Artistas Independentes e Casa das Artes de Famalicão

26 e 27 de março | quinta e sexta-feira | 21h30| Grande auditório

 Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor

 M/16

Duração: 105 min

A história passa-se num restaurante de luxo português, mas que poderia ser num outro qualquer país europeu. Um chef de cozinha e um cozinheiro portugueses reproduzem discursos de medo e de exclusão, vendo os emigrantes como uma ameaça. Um copeiro brasileiro, recém-chegado, enfrenta a precariedade, a invisibilidade e a violência de ser constantemente tratado como estranho. Entre a cozinha e a sala de refeições, uma empregada de mesa começa a questionar esta dinâmica violenta de se tratar um humano como um ser diferente, por causa das suas origens. Ao longo do serviço, o restaurante transforma-se numa metáfora da Europa contemporânea: um lugar que depende do trabalho dos emigrantes, mas que resiste à sua presença. Construída a partir de depoimentos reais de emigrantes chegados recentemente a Portugal, Restaurante Europa propõe uma reflexão sobre pertença, fronteiras e humanidade – e sobre a urgência de empatia, enquanto nos aproximamos do abismo.

 Acessibilidade: o espetáculo conta com interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP).

 

Texto e encenação: Marta Freitas Almendra

Assistência de encenação: Filipe Gouveia

Interpretação: Diogo Freitas, Guilherme Oldra, Marta Freitas Almendra, Nádia Matos, Pedro Mendonça

Participação especial – música ao vivo: Cláudio Tavares

Participação especial em vídeo: Emigrantes reais

Cenografia e Figurinos: Catarina Barros

Luz: Luís Silva

Música original e Sonoplastia: Cláudio Tavares

Produção: Momento – Artistas Independentes

Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes

Gestão Financeira: Cláudia Meireles

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão

 

Mediação - Oficina de Escrita

23 de Março, às 15h00, café-concerto

A Construção do Discurso de Thomas More à Multidão, para alunos do secundário (M/14 anos) e de teatro (máximo 20 participantes)


- Proto Poética

Oficina de escrita para teatro, coordenada por Maria Miguel Félix

7, 14 e 21 de março | sábado | 15h00-18h00| Café-concerto

27 de março |sexta-feira | 18h30-20h30| Café-concerto

 Entrada/Inscrição: 10 euros, que garante entrada livre a todos os espetáculos da Poética da Palavra

“Proto Poética – Encontros de Escrita para Teatro”, é a nova vertente do ciclo “Poética da Palavra – Encontros de Teatro”, pensada especificamente para a comunidade Famalicense pela Casa das Artes de Famalicão, e criada para estreitar a relação entre o trabalho artístico qualificado e a mediação cultural.

Esta oficina, orientada por Maria Miguel Félix, propõe quatro encontros – ao longo do mês de março - dedicados à escrita para cena teatral, explorando técnicas narrativas, construção de personagens, diálogo, ritmo e dramaturgia.

Mais do que escrever, o desafio é transformar ideias em ação cénica e estimular a imaginação individual e coletiva. A experiência culminará com a apresentação num registo informal do(s) texto(s) criado(s), no Dia Mundial do Teatro, a 27 de março de 2026.

Pessoas Destinatárias: todas as pessoas, maiores de 18 anos, com ou sem experiência na área do Teatro, interessadas em dramaturgia e processos criativos de escrita para teatro e com total disponibilidade para atender a todos os encontros. O número máximo de participantes é de dez.


 - Apresentação do registo da peça “Dupla”

dramaturgia e encenação de Pedro Galiza

27 de março | sexta-feira | 15h00| Café-concerto

Entrada livre até à lotação da sala

Esta sessão apresentará o documentário que registou a peça DUPLA.

“Para o teatro! Rápido! A sorte está lançada e havemos de ver o que acontece!”

Partindo da autobiografia que Sarah Bernhardt escreveu quando a celebrada atriz tinha a idade exata da nossa protagonista, DUPLA é um choque frontal entre duas aparentemente irreconciliáveis personalidades: a da atriz experiente, que sabe muito bem o que é o teatro, e a do dramaturgo/encenador/vendedor de banha da cobra, que de teatro sabe muito pouco.

Mas o palco é uma fecunda incubadora destas situações comicamente impossíveis!

Isto vai estrear! E esta dupla que se amanhe!

Ficha artística e técnica:

dramaturgia e encenação: Pedro Galiza

assistência à dramaturgia e encenação: Marta Bernardes

espaço cénico: Nuno Leites, Pedro Galiza

vídeo: Nuno Leites

música: Sofia Faria Fernandes

desenho de som: Ricardo Pinto

desenho de luz: Tiago Silva

figurinos: Cátia Barros

interpretação: Emília Silvestre, Pedro Galiza

coprodução: Ensemble – Sociedade de Actores, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Municipal de Bragança

filmagem: Coalblur – Creative Agency - Tiago Sousa / Luís Pereira / Caio Vitor / João Martins

mistura áudio e realização: Ricardo Pinto

correção de cor: Tiago Sousa

tipografia cinética: Nuno Leites



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