sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

TIAGO BETTENCOURT na CASA das ARTES de Vila Nova de Famalicão


TIAGO BETTENCOURT - ACÚSTICO
Música/Pop
16 de Fevereiro | Sábado | 21h30| Grande  Auditório
Entrada: 10 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/4
Duração: 80 m

A espera finalmente terminou. O regresso de Tiago Bettencourt aos discos é também uma imensa celebração: assinala um percurso de uma década de muitas experiências e sucesso, que não só revelou uma das maiores vozes nacionais como trouxe um dos grandes autores da sua geração. Em «Acústico» recria-se de forma simples e original momentos incontornáveis como «Carta», o primeiro single, «Laços», «Canção Simples», «Só Mais Uma Volta», entre muitos outros. Mas, na aventura de olhar o passado, o seu mais recente trabalho também apresenta as pistas para o futuro, através do inédito «Temporal».
Do disco para os palcos, Tiago Bettencourt leva «Acústico» à Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

VIA VERDI pela Ópera Isto!

VIA VERDI pela Ópera Isto!
Via Verdi é um concentrado de teatro, humor e música - um animado festim onde se canta muito e onde se dizem verdades mais ou menos disparatadas, mas sempre verdades...
9 de Fevereiro | Sábado | 18h00 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/6 (Para toda a família)
Duração: 60 m

SINOPSE
No atelier do escultor João Fígaro há duas obras em vias de conclusão: um busto do compositor Giuseppe Verdi e a estátua de um Pensador. Uma única coisa as liga: nenhuma deseja ser concluída e transformada definitivamente num objecto inanimado. Isto, porque, enquanto não estão concluídas, são estátuas vivas, graças às propriedades do secreto Cinzel Bioimagináriócriativópancadeiro! criado por Figaro. Em suma, urge unir esforços na tentativa de preservarem o livre arbítrio, e a liberdade de movimentos...
O Pensador que, para conseguir falar, sempre teve que tirar a mão do queixo, tem uma extraordinária revelação: consegue cantar na sua habitual postura de pensador. ”Eis o poder da música sobre as palavras… tem é que ser bem escolhida!”, explica-lhe o Verdi...
Atipicamente movimentadas, estas duas esculturas, confrontam as suas profundas diferenças durante as ausências do escultor. Porém, uma noite, são apanhadas em flagrante pagode operático pelo escultor que, surpreendentemente, se junta a elas para um animado festim onde se canta muito e onde se dizem verdades mais ou menos disparatadas... mas sempre verdades !
Essa noite revela-se épica para as duas obras-primas. Assim, com a ajuda de muita música, das gargantas do público, paciência, fairplay e excentricidade, o Pensador e o busto de Verdi tornam-se cúmplices de uma fuga que ficará para a história de três diferentes artes: da arte musical, da arte escultórica e da própria... arte da fuga !

FICHA ARTÍSTICA
PERSONAGENS E INTÉRPRETES
ESCULTOR JOÃO FIGARO: João Tiago Magalhães (pianista)
OBRAS PRIMAS: Mário João Alves, José Lourenço (tenori)
CRIATIVOS
IDEIA ORIGINAL: Mário João Alves
DRAMATURGIA E ENCENAÇÃO: Mário João Alves, José Lourenço
DISPOSITIVO CÉNICO, FIGURINOS E ADEREÇOS: José Lourenço
DESENHO DE LUZ: Nuno Almeida
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO E DIRECÇÃO DE CENA: Paula Conceição
PRODUÇÃO: Casa da Música/Serviço Educativo
DIRECÇÃO ARTISTICA: Ópera Isto !
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Um&1,Três - Teatro e Música

BALLA na Casa das Artes de V.N. Famalicão


BALLA

Armando Teixeira gravou todos os instrumentos e contou com a colaboração de Miguel Nicolau (Memória de Peixe) e Miguel Cervini nas guitarras e de João Rato no piano
Alternativa / Electrónica / Pop
8 de Fevereiro | sexta-feira | 22h30 | Café-Concerto
Entrada: 7 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 3,5 Euros
M/4
Duração: 70 m

Os últimos anos têm afirmado o trabalho de composição e produção de Armando Teixeira como dos mais criativos e distintivos na música pop portuguesa. Estreado em 2000, o seu projecto Balla construiu um vasto imaginário sonoro através de uma discografia que experimenta a electrónica, orquestrações, ambientes latinos, de música negra e uma variedade de soluções sem espartilhos, em busca da Canção. Desta vez, Armando Teixeira é ainda mais objectivo nessa procura. Ao intitular "Canções" ao sexto disco com a marca Balla, o compositor desvenda a matéria que motivou a sua composição no último ano.  São oito as canções de "Canções". Nele encontramos participações vocais de Joaquim Albergaria (Paus), Paulo Gouveia (Gomo), Inês Lopes Gonçalves (Soulbizness) e Rita Reis (Mesa). Armando Teixeira gravou todos os instrumentos e contou com a colaboração de Miguel Nicolau (Memória de Peixe) e Miguel Cervini nas guitarras e de João Rato no piano. 

Henrique Amaro

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Exposição Pintura de Helena Homem de Melo


Exposição Pintura de Helena Homem de Melo
Título Metamorfoses
De 2 a 28 de Fevereiro, Foyer
Nada leveis para a viagem, nem alforge, nem dinheiro nem pão. Isto disse S. Lucas.

Helena Homem de Melo tem da e "na" viagem, o sentido certo da aventura, pois que parte para regressar. E tem sido desse saber, que para o viajante é como se fora a luz do mundo, que a artista, num constante desassossego, faz fonte do seu trabalho. Ela viaja em direcção à vida e faz do seu quotidiano objecto da sua arte.
A vontade de intervir torna o seu mundo, e o nosso, um sítio melhor. A procura dessa amabilidade fecunda, transforma o trabalho de Helena Homem de Melo nesse lugar apropriado ao viajante, à imponderabilidade dos dias, à procura da felicidade e da realização de um mundo que nos oferece, agora melhor, porque é sempre oferta generosa e de esperança nos olhos da artista.
A sua criação caminha em múltiplas direcções e sentidos, que vai da escrita às artes performativas, à pintura, à fotografia e até à escultura. Todas as derivas por estes múltiplos e variados caminhos são, no fundo, uma constante e permanente reanimação das cores de um Moçambique, exacerbado na procura das águas da infância, o mesmo é dizer, fonte de toda a felicidade e sabedoria.
 É na viagem que, hoje e agora, penso na obra de Helena Homem de Melo. Outros promontórios haverá por onde olhar. Mas hoje, apetece-me vê-la, inundada desta luz salvifica, que é o único caminho por onde caminhar em busca da felicidade. São estes os percursos que a artista partilha generosamente connosco. Aceitemos pois, fraternalmente, este desafio.

Alberto Péssimo
Porto, 4 de Janeiro de 2013

Olho o mundo com vontade de o transformar. Faço do cinzento - cor, do lixo - arte, do ferro - poesia. Mudo o sentido de cada coisa, como se me metamorfoseasse naquilo que crio.
 Este constante desassossego inebria-me e leva-me a construir a partir de coisa pouca. Ora sou mar, ora tempestade. Ora me faço de versos, ora de palavras sem rima.
Não repito, não padronizo, não quero saber de estereótipos. Sou como sou, faminta do desigual, do improviso, da experiência. Se me reconhecem numa tela? Talvez não, de tanto querer ser diferente. Mas só consigo ser desta maneira, só esta loucura de querer pincelar a alma me deixa ser o que a cada instante me dá vontade de ser.
 Nunca esta obra faria sentido sem o espírito de um Anjo, de um Mestre, de um Amigo. Sem uma Árvore, sem as quartas feiras mágicas ao fim da tarde. Sem aqueles que, de uma maneira ou de outra, partilharam comigo esta "Viagem ao mundo da arte".

Helena Homem de Melo
4 de Janeiro de 2013

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Este Natal, ofereça um Cartão Quadrilátero Cultural!

O Cartão Quadrilátero Cultural é um cartão que oferece o acesso a equipamentos e eventos culturais nas quatro cidades do Quadrilátero: Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), Theatro Circo (Braga), Casa das Artes (Vila Nova de Famalicão) e Theatro Gil Vicente (Barcelos).

Este cartão anual no valor 25,00€ tem validade de 12 meses desde a sua ativação, com possibilidade de renovação.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Patrick Wolf Acústico em Famalicão


Patrick Wolf   Acústico
Concerto acústico com Patrick Wolf ( Voz / Piano) e mais dois músicos, para dar a conhecer o novo trabalho “Sundark & Riverlight”.
Música /Alternativa/ Indie
25 de Janeiro| sexta-feira| 21h30| Grande Auditório
Entrada: 10 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/4
Duração: 80 m
Ao fim de dez anos de discos Patrick Wolf reinventa-se em Sundark and Riverlight  com novas versões de carater intimista, de 16 canções da sua obra.
É um Patrick Wolf como nunca havíamos ouvido. Um disco duplo com novos arranjos de algumas das suas canções trabalhadas com um Ensemble de Câmara que as despe de efeitos e energia, sem que se perca o seu vigor.
Álbuns como Wind in The Wires ou The Magic Position entre outros estão aqui representados. Temas de Lycanthropy, Bluebells ou Teignmouth resultam em belos momentos de introspeção artística, sem a complexidade da gravação original, mas com a poção mágica da simplicidade.

Pedro Gomes a solo na Casa das Artes


PEDRO GOMES
Piano Solo
20 de Janeiro | Domingo | 18h00| Grande  Auditório
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/4
Duração: 70 m
 Nascido em V. N. Famalicão em 1991, no seio de uma família de músicos, iniciou os seus estudos musicais aos 4 anos de idade no Curso “Estrelita” - Yamaha - de iniciação musical.
Aos 6 anos, prossegue o seu estudo de piano com a professora Marina Pikoul. Em 1998 passa a estudar com o professor Marian Pivka, ex-aluno de Vera Gornostaeva.
Pedro Gomes apresenta-se regularmente em público, assumindo particular relevo as actuações na Sala Fénix (Madrid), Sala Noble del Ayuntamiento de San Sebastian, Teatro Victoria Eugenia (San Sebastian), Salão Nobre da Universidade do Minho, Teatro D. Maria II - transmissão em directo pela Antena2, Casa das Artes (V. N. Famalicão) Casa da Música (Porto), Salão Árabe no Palácio da Bolsa (Porto) e RTP e na famosa Steinway Hall de Londres
Particularmente importante foi a sua apresentação na Sala Suggia da Casa da Música do Porto, integrando no Ciclo de Piano 2009, onde constaram os maiores nomes a nível mundial.
Estreou-se recentemente, aos 18 anos, em dois concertos a solo com a Orquestra Gulbenkian em Lisboa no Grande Auditório da Fundação interpretando o Concerto No. 1 para piano e orquestra de Prokofiev, colhendo a melhor crítica da imprensa de especialidade: “um talento promissor ao qual alia uma sólida técnica e um forte carisma.” (Público 23/10/2009)
 Em Dezembro de 2010, fez parte do projecto “Música por uma Causa” na Fundação Calouste Gulbenkian, uma iniciativa da MusicFund, organização sem fins lucrativos com sede na Bélgica, que tem como missão apoiar jovens músicos e escolas de músicas de países em desenvolvimento ou em zonas de conflito através da recolha de instrumentos musicais ou de donativos em dinheiro.
 No âmbito de masterclasses, trabalhou, entre outros, com Felix Gottlieb, Tamás Ungár e mais recentemente Lang Lang.
Obteve em 2008 uma bolsa de estudos de piano da Yamaha Music Foundation of Europe. Terminou o curso de Piano no Conservatório de Música do Porto, com a classificação máxima, na classe da professora Rosgard Lingardsson.
Sendo sua intenção prosseguir os seus estudos a nível superior, prestou recentemente provas e foi admitido no New England Conservatory em Boston, nos EUA, na Royal Academy e no Royal College of Music em Londres. Fez a sua opção pelo Royal College of Music, onde estuda actualmente com o prestigiado pianista e professor Dmitri Alexeev.
Futuras actuações incluem recital solo na Casa da Música do Porto, recital integrado na programação cultural da Résidence André de Gouveia/Fundação Calouste Gulbenkian em Paris e recital integrado na programação do Festival de St. Mesnil des Arts em França.
Pedro Gomes é, desde 2009, bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian

Rapariga Eléctrica

Rapariga Eléctrica
Música/Pop/Rock
19 de Janeiro | Sábado | 23h00| Café Concerto
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2,5 Euros
M/12
Duração: 80 m
 www.facebook.com/rapariga.electrica
 
“Eléctrica”, mexe-se como sabe – rápida, há  pouco mais de um ano...  Cinco amigos, de mais ou menos longa data, três de Celorico de Basto e dois de Matosinhos, juntos, junto ao mar, pelo prazer, muito, de ouvir, fazer e tocar... Música. Os discos comuns pousados nas prateleiras (Beatles, Rolling Stones, Bob Dylan, Jimi Hendrix, Oasis,...) ainda hoje as deixam, teimosamente, para serem tocados. Como esperamos que as nossas músicas saiam, um dia, de algum qualquer lugar vosso... se entretanto se tiverem cruzado com tal “Rapariga”

A banda tem percorrido o país, em apresentação, com mais de 60 concertos dados em bares (Plano B, Contagiarte, Tertúlia Castelense, Café-Concerto do Teatro de Vila Real...) e auditórios. Actuaram no Festival Cinco Estrelas, na Covilhã, e no BarcoRockfest, em Guimarães, este por terem sido vencedores do FundaSound 2011, concurso de novas bandas que decorreu naquela cidade e primeiro evento oficial da Capital Europeia da Cultura....
 O single de apresentação da banda, Tens de Sair, produzido por André Indiana e Rapariga Eléctrica, rodou em algumas rádios (RUM e diversas rádios locais de todo o pais), das quais se destaca a Antena 3,  onde passou diariamente durante seis meses.
 O vídeo da música Tens de Sair, realizado por João Costa Menezes, foi seleccionado para o Arouca Film Festival 2011, na categoria Videoclips.
O segundo single da banda chama-se Querida Sara, e o seu vídeo está já disponível nas redes sociais... Estreada na Antena 3, esta música faz parte do primeiro EP dos Rapariga Eléctrica acabado de lançar...

“PREOCUPO-ME, LOGO EXISTO!” De Eric Bogosian
Com interpretação de Diogo Infante
Teatro
19 de Janeiro | Sábado | 21h30| Grande  Auditório
Entrada: 10 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/12
Duração: 80 m
Ao longo de 1h15, Diogo Infante vai-se metamorfoseando em 8 personagens distintas, que podemos encontrar atualmente em muitas cidades ocidentais, apresentadas de forma caleidoscópica num confronto direto com o público, onde tabus e o absurdo de uma certa modernidade são expostos.
A universalidade do discurso e dos paradigmas que representa, torna os textos de Bogosian profundamente atuais e pertinentes.
A apatia generalizada, a ausência e/ou a contradição dos discursos, a ganância, a violência, o sexo, as drogas, a religião, a banalidade do quotidiano, e a procura de sentidos para a vida, são temas visados pelas suas personagens.
Todas usam o artifício do discurso direto para desabafar as suas frustrações e o público pode facilmente reconhecê-las ou identificar-se com elas.

Ficha Técnica e Artística
“PREOCUPO-ME, LOGO EXISTO!” De Eric Bogosian
Tradução e Interpretação Diogo Infante
Direção Cénica Natália Luiza
Espaço Cénico e Figurinos MARIA JOÃO CASTELO
Desenho de Luz JOÃO CÁCERES ALVES
Música Original JOÃO GIL
com arranjos de ARTUR COSTA
Sonoplastia PAULO COSTA / MAGISOM

Concerto de Ano Novo 2013


Concerto de Ano Novo 2013
Banda de Música de Famalicão
Maestro Fernando Marinho
5 de Janeiro| Sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: Livre
M/4
Duração: 80 m

Obras de D. Maslanka, F. Ferran, L. Bernstein, G. Verdi, entre outros

A Banda de Famalicão leva a cabo no próximo dia 5 de Janeiro o já tradicional Concerto de Ano Novo na Casa das Artes - V. N. Famalicão.
Este ano fazem parte do repertório a executar obras de importantes compositores actuais, como David Maslanka e Ferrer Ferran. A segunda parte será exclusivamente dedicada à ópera, com uma gala recheada de árias e coros de importantes óperas, com ênfase na obra de Giuseppe Verdi, associando-se às comemorações do bicentenário do nascimento deste importante compositor (1813-2013).

Exposição de Manuela Bacelar Casa das Artes de V.N. Famalicão

Exposição de Manuela Bacelar 
Ilustrações de livros publicados e ilustrações não publicadas.
De 5 a 31 de Janeiro 2013


Manuela Bacelar 1943.
Estudou ilustração em Praga-1964-19170
Autora e coautora de vários livros na sua maioria para a infância.
Premiada em Bratislava, França e Itália e em Portugal prémio Gulbenkian e prémio Ministério da Cultura.
Várias exposições individuais e colectivas.
Nesta exposição estarão expostas as ilustrações publicadas e as ilustrações feitas entre um livro e outro: as ilustrações da sua imaginação.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

LUÍS REPRESAS / JOÃO GIL com mais quatro músicos

LUÍS REPRESAS E JOÃO GIL
+
Banda 
Teclados/Bateria/Baixo/Guitarra 
Música
8 de Dezembro| sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 17 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 8.5 Euros
M/4
Duração: 80 m

Numa altura em que comemoram 35 anos de carreira, Luís Represas e João Gil editam um disco de originais juntos. O álbum homónimo, desenvolvido no segredo dos Deuses, foi editado no final de 2011. Desde o fim do Trovante, esta é primeira vez que Luís Represas e João Gil trabalham juntos num disco de originais. Mais: é a primeira vez que assinam um álbum em conjunto.
As letras são de João Monge, João Gil e Luís Represas, mas há ainda um poema de Camões e uma adaptação do poeta Georg Weerth.
O primeiro single “Sisudo Amável” já toca nas rádios e outros temas começam a chamar a atenção do público, como “Rouba-Corações” ou “Quando Eu Voltar A Nascer”.
Luís Represas e João Gil, um disco de grandes canções, canções para ficarem na memória, limpas e sedutoras.


Novelinhos Opus II - Concerto para pequeninos


Novelinhos Opus II
Concerto para pequeninos
Companhia de Musica Teatral
8 de Dezembro | Sábado | 11:00, 15:30 e 17:30 | Pequeno Auditório
Entrada: 12 euros (Criança +pais) / Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
Destinatários: famílias com crianças dos zero aos seis anos e turmas jardins-de-infância.
Lotação máxima: 15 participantes no total
Duração: 30 - 40 minutos

Novelinhos Opus II tece-se a partir de diálogos entre uma actriz e uma harpista. Este dueto faz parte de um conjunto de pequenas peças músico-teatrais, associadas a pequenas instalações sonoras/universos plásticos, que têm vindo a ser desenvolvidas no âmbito da iniciativa Peça a Peça do Projecto Opus Tutti.
Visando proporcionar a Pais e crianças pequeninas um primeiro contacto com a arte, estas pequenas peças são também momentos de interacção artística concebidos de forma a que Pais e filhos se encontrem na apreciação de elementos sonoros e visuais ao mesmo tempo que despertam sentidos mútuos e valorizam o brincar. Ou seja, Novelinhos-Opus II deixa peças para inspirar Pais e cuidadores, no dia a dia, a continuarem atentos às descobertas dos seus pequeninos.

Ficha Artística
Concepção e Produção
Companhia de Música Teatral
Intérpretes
Ana Dias – Harpa
Lavínia Moreira - Atriz
Apoio
Projecto Opus Tutti | Fundação Calouste Gulbenkian
A Companhia de Música Teatral tem sido pioneira na criação de trabalhos para crianças muito pequenas baseados na teoria da aprendizagem musical de Edwin Gordon e na criação de articulações entre a investigação académica e a criação artística, o envolvimento das comunidades e a disseminação do conhecimento.

SHOW NICO - Nicolau Breyner


SHOW NICO - Nicolau Breyner
 Stand-up/ Musica
7 de Dezembro| Sexta-feira | 21h30 | Grande Auditório
 Entrada: 10 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/4
Duração: 80 m
Toda a gente fala da crise económica. Nicolau Breyner não é excepção. Também ele tem algo a dizer sobre a crise.
Mas o que o diferencia das outras pessoas, é que Nicolau Breyner acha que esta crise não é mais importante nem merece mais destaque na sociedade do que as outras crises com que, diariamente, as pessoas se debatem. Crises essas que vão da crise de valores às crises existenciais e de identidade, passando pelas crises de nervos, crises políticas e até crises de fígado.
 E com o optimismo que lhe é próprio, Nicolau vai fazer as pessoas perceberem que todas as crises têm um lado positivo. Sim, porque as crises até trazem vantagens às pessoas. Quer dizer, quanto mais não seja na sua cabeça.
SHOW NICO é uma viagem introspectiva pela vivência individual e colectiva de Nicolau Breyner, enriquecida pela observação e a experiência ganha ao longo dos anos, onde todas as crises são questionadas e desmistificadas pelo olhar crítico e pontos de vista muito próprios.
 SHOW NICO é um espectáculo de stand-up intervalado com sketches humorísticos alusivos aos temas que Nicolau aborda, bem como de pequenas intervenções de uma actriz convidada. Pelo meio, Nicolau canta e encanta acompanhado de uma magnífica banda ao vivo e veste a pele de vários personagens satiricamente criados para retratar algumas temáticas.
 Resumindo, SHOW NICO é um belo espectáculo para rir muito e bem dispor.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Exposição de Pintura de José Nunes

Exposição de Pintura de José Nunes
De 7 a 31 de Dezembro, Foyer
Titulo – A Mania das Golas e o Amolador de Pele  
Texto técnico do trabalho de autor
Inserido nos princípios de um movimento artístico e em toda uma filosofia surrealista, o autor apresenta um trabalho contemporâneo essencialmente visual em que por meio do automatismo em que a mente pouco ou nenhum controlo exerce, tanto a nível abstracto ou figurativo simbólico, tenta transmitir as imagens da realidade mais profunda, ou seja, do subconsciente, quer seja nos conceitos do autor como na envolvência social a que ele pertence ou se sujeita. Acrescenta ainda o dissecar do seu processo criativo, os alicerces da sua obra, que se denominam como a parte consciente do seu trabalho.
Desta forma, a essência da exposição é o confronto e o choque desses mesmos princípios surrealistas, automáticos e subconscientes, com a completa noção de um processo criativo, delineado e consciente. Tanto pelos textos, desenhos ou pintura a óleo, partes integrantes do seu processo, o autor cria uma banalização interpretativa da sua obra, resultando assim, no principal objectivo da exposição.

Texto Surrealista (apresentado em caderno aos visitantes, excerto)
“Na Mania e em maneio diz-se que…
Ela, de riso em raquete e olho em marca, pretende o exaurir da probabilidade de querer fogo. Diz-se que ela, na palpitante zona do ferro cintilante, atira chaves embeiçadas por rolos de energia queimada e alourada no capital ensejo da memória que por sua vez, reflecte chinelos de pontos frios futuros. Nada mais é que confronto de um passado e de um futuro no presente envolvido em seus longos cabelos tristes com vertigens em gola gasta.
Em cascas varridas numa qualquer prenda de fundo robusto diz-se que ela sente legítimos escopos de felicidade…

Cinema CA

Entrada livre à lotação da sala|Pequeno Auditório
 

O Amor das Três Laranjas de Carlo Gozzi

O Amor das Três Laranjas de Carlo Gozzi
Encenado por João Cardoso, este espectáculo faz-nos regressar ao tempo dos comediantes italianos da Commedia dell’Arte que, para o deleite do povo, falavam de temas intemporais mas davam primazia à magia e à força do Amor.
Teatro
29, 30 de Novembro e 1 de Dezembro| Quinta 21h30, Sexta 15h00, Sábado 21H30| Grande Auditório
Entrada: 2 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 1 Euros
 M/4
Duração aproximada: 90 m

O texto de Carlo Gozzi de 1761 é uma paródia sob forma de conto de fadas, a peça foi muito bem sucedidana época e estimulou outras obras do autor com elementos sobrenaturais ou míticos. Este texto agora recriado pelos alunos do Curso de Artes do Espectáculo – Interpretação /Externato Delfim Ferreira, aproveita a liberdade de que gozam os canovacci (argumentos da Commedia dell’Arte),para renovarem a leitura desta peça e demonstrar que o teatro do século XVIII conserva toda a sua frescura.
O hipocondríaco Tartalha, fi lho do rei de Copas, para se curar deve explodir de riso, mas, apesar de Truffaldino (cómico da corte) ter sido contratado para o efeito, o príncipe não perde a compostura. Tartalha só se ri quando vê, acidentalmente, as pernas da pérfi da fada Morgana. Esta, sentindo-se despeitada, condena-o a apaixonar-se por três laranjas. Tartalha parte, assim, à conquista das mesmas com a ajuda de Truffaldino. Depois de muitas aventuras acaba por conquistar os três frutos mágicos, dos quais saem três raparigas. Uma delas é Ninetta, por quem o príncipe se apaixona, decidindo casar-se com ela. Contudo, Morgana transforma a jovem numa pomba, substituindo-a por Esmeraldina, a criada.
Mas, como em todas as fábulas, as intrigas são desvendadas, os malvados punidos e o amor triunfa.

João Cardoso

Encenação………….……....…....…João Cardoso
Voz e elocução…………...…...…Emília Silvestre
Assistência acrobática……...........….João Tinoco

Interpretação:
Ana Campos…………….......Esmeraldina/Padeira
Ana Pinto…………………………...….Trufaldino
Carla Martins……..Farfarelo/Cão/Guarda/Laranja
Catarina Vaz……………………...…Rei de Copas
Daniel Martins…………………....………Tartalha
Diana Baptista……………......Draghinazo/Guarda
Jéssica Araújo………...Ninetta/Corda/Conselheiro
Inês Peixoto………………...............Célia/Laranja
Patrícia Gonçalves……………….......….Morgana
Pedro Alves……………………....Briguela/Portão
Raquel Cunha………………........Pantalone/Gozzi
Ricardo Mendes……………………....….Leandro
Viviana Gomes…………………….…....…Clarice
Zita Campos…………….......Creonta/Conselheira

Tradução e adaptação ……..........Gabriela Poças
Cenografi a…………………...…..…Sissa Afonso
Figurinos………………….…...…Carolina Sousa
Desenho de Luz…………….....…….Nuno Meira
Sonoplastia…………………...…..Francisco Leal
Máscaras……………………...….Cristóvão Neto
Operação de luz...........................Eduardo Abdala
Operação de som..................................Vitor Leite
Assistência técnica................................Vitor Leite
Direcção do Curso......................Helena Machado