segunda-feira, 22 de maio de 2023

20 de Novembro -Texto de Lars Norén, encenação de Manuel Tur | Casa das Artes de Famalicão


 20 de Novembro

Uma Coprodução - 11Zero2, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Aveirense

Texto de Lars Norén, encenação de Manuel Tur

17 de Junho| 21h30 | Sábado | Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

Teatro

M/16

Duração: 65 min

A partir do diário íntimo de Sebastian Bosse, publicado na internet, Lars Norén escreveu um texto intenso, frio e clínico. Sebastian, a 20 de Novembro de 2006, disparou sobre alunos e professores do seu antigo liceu, antes de se suicidar. Na esperança de ser ouvido, tinha deixado uns dias antes o seu diário na Internet onde descrevia as suas frustrações na escola, as humilhações constantes de que fora vítima pelos colegas, a sua incapacidade em fazer amigos. Este será o seu último dia numa escola que, como ele nos diz, lhe ensinou que era um perdedor. Texto intenso, concreto, realista e trágico onde a memória passa como sombras na consciência, expõe o mecanismo de humilhação, a confusão de valores, o fascínio pela guerra e pelas armas, o sentimento de exclusão e desprezo vividos pelo jovem. As palavras do jovem Sebastian Bosse reduzidas à sua expressão mais simples, são singulares e excessivas. As referências à cultura juvenil e global dos vídeojogos e a interpretação crítica da sociedade ocidental encontram necessidade de um público mais vasto, de um público que se encontra para além das fronteiras da sua língua original impelindo-o por vezes a falar em inglês - a linguagem global - para que um mundo inteiro o compreenda.

Ficha Técnica

Texto:  20 de Novembro de Lars Norén

Encenação: Manuel Tur

Interpretação: Rafael Ferreira

Tradução: Francis Seleck

Espaço Cénico: Ana Gormicho

Figurinos: Anita Gonçalves

Desenho de Luz: Cárin Geada

Desenho de Som: Joel Azevedo

Assistência de Projecto: Nádia Matos

Coprodução: 11Zero2, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Aveirense




O Fim - Texto de Gonçalo M. Tavares, encenação de Diogo Freitas | Casa das Artes de Famalicão.

 


O Fim

Uma produção da A Momento – Artistas Independentes, em coprodução com: Casa das Artes de Famalicão, Teatro Diogo Bernardes, Cineteatro Louletano, São Luiz Teatro Municipal e Teatro José Lúcio da Silva

Texto de Gonçalo M. Tavares, encenação de Diogo Freitas

9 e 10 de Junho| 21h30 | Sexta-feira e Sábado | Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

Teatro

M/14

Duração: 75 min

 "O FIM" parte do encontro do texto inédito “A Velhice” de Gonçalo M. Tavares com o desejo da Momento - Artistas Independentes de trabalhar temas como a Morte, o Fim e a própria Velhice. Quatro almas vagueiam por o que é, aos nossos olhos, uma sala de espera de um hospital. Cada uma tem uma razão muito forte para ali estar e, talvez, para habitar aquele espaço para todo o sempre, como se congelassem o instante lúcido em que se apercebem estar mais próximas da Morte – a fiel companheira. Ecoando como um grito de desespero, de loucura, de força e de vulnerabilidade, as transformações nas suas vidas individuais passadas coletivamente naquela sala branca acabam por revelar que, na verdade, só a Morte é o verdadeiro melhor amigo do ser humano.  Assim, do pálido realismo ao saturado surrealismo, o espetáculo representa as fases da vida que forçam o recordar daquilo que, como seres humanos, melhor gostamos de esquecer: a efemeridade da vida. Será apenas coincidência o facto de irmos ficando todos ‘xexés’ à medida que nos vamos esquecendo de esquecer? E que doloroso é relembrar que estamos só a uma palavra do nosso próprio fim.

 Ficha Técnica

Texto: “A Velhice” de Gonçalo M. Tavares

Criação e Encenação: Diogo Freitas

Assistência de Encenação e de Produção: Filipe Gouveia

Interpretação: Clara Nogueira, David Almeida, Pedro Oliveira e Sara Maia

Direção de Movimento: Carlos Silva

Desenho e Operação de Luz: Pedro Abreu

Operação de Luz: Loulé Filipe Carvalho

Música e Composição Sonora: Cláudio Tavares

Operação de Som: Cláudio Tavares

Operação de Som: Loulé Miguel Moreno

Cenografia: Rita Cruz

Assistente de Montagem Cénica: Carolina Trigo

Figurinos: Anne Carestiato

Assessoria de Imprensa: Rita Torcato / Wake Up Comunicação!

Acompanhamento fotográfico: José Caldeira

Gestão de Redes Sociais e Design Gráfico: Carol F. Torres

Acompanhamento de Vídeo e Teaser: Os Fredericos

Parceiro de Comunicação: Antena 2

Gestão Financeira: Cláudia Meireles

Residência Artística: Teatro Narciso Ferreira

Apoios: Vieira de Castro, Servilusa, Decormor, BW (BelieveWork Unip. LDA) e CachepotArtes

Agradecimentos: Carlos Neves, Rúben Meireles, André Santos, Pedro Salbani, Ricardo Cruz, Anabela Pereira , Carolina Trigo e Francisca Simões

Coprodução: Teatro Diogo Bernardes, Casa das Artes de Famalicão, Cineteatro Louletano, São Luiz Teatro Municipal e Teatro José Lúcio da Silva

Produção: Momento – Artistas Independentes

A Momento – Artistas Independentes tem como principal parceiro financeiro o Município de Vila Nova de Famalicão.

Fado no Café da Casa - Junho | Casa das artes de Famalicão.

 

Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

8 de Junho| quinta-feira | 21h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

 1ª parte–  Sara Sousa

2ª parte – Fernando João

Guitarra Portuguesa – João Martins

Viola de Fado – João Araújo

Viola baixo – Filipe Fernandes

 

Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

6.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO Orquestra Sinfónica ESPROARTE - Junho

 


MUSICA PARA FAMÍLIAS 2023 _ 22.º Aniversário da Casa das Artes

6.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

 4 de Junho | 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min

Orquestra Sinfónica ESPROARTE (Escola Profissional de Arte de Mirandela)

 O Maestro e a Orquestra – Uma Paródia Laboral

 IL MAESTRO DI CAPPELLA do compositor Domenico Cimarosa.

Orquestra ESPROARTE

Maestro I Gustavo Delgado

Solista I Job Tomé

 Jorge Castro Ribeiro, apresentador

A Casa das Artes organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2023. Adotando o formato dos Concertos Promenade, de Maio a Dezembro, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.

Cinema _ 22.º Aniversário da Casa das Artes - Super Mario: O Filme

Cinema _ 22.º Aniversário da Casa das Artes

Entrada: 4 EUROS

Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 euro

Super Mario: O Filme

3.Jun. (sábado) – 15h00 / 17h30 / 21h30– Grande Auditório

Enquanto trabalham numa instalação subterrânea para reparar uma conduta de água, Mario e o seu irmão Luigi, dois canalizadores do bairro de Brooklyn, viajam para um mundo mágico através de um labirinto misterioso. Quando são separados, Mario inicia uma missão épica para se reencontrar com o irmão. Com a ajuda de Toad e com algum treino da determinada governante do Reino Cogumelo, a Princesa Peach, Mario desenvolve o seu próprio poder.

Título original: The Super Mario Bros. Movie (EUA/Japão, 2023, 90 min)
Realização: Aaron Horvath, Michael Jelenic
Classificação: M/6



Jorge Palma - Vida _ 22.º Aniversário da Casa das Artes

 

Jorge Palma - Vida _ 22.º Aniversário da Casa das Artes

Música

2 de Junho |sexta-feira| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 25 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 12,5 Euros

M/3

Duração: 90 m

O percurso de vida de Jorge Palma observa-se sempre a par da música. Exímio pianista, começou a aprender a tocar este instrumento apenas com seis anos de idade. Durante a adolescência e a par da formação erudita começa a interessar-se pelo rock’n’roll, e de um modo geral pela música popular americana e inglesa. Terminou o Curso Superior de Piano em 1990 e no ano seguinte editou o emblemático álbum "Só". Na mesma década formou o "Palma's Gang" e integrou projectos como os "Rio Grande" ou os "Cabeças no Ar". Ao longo da sua carreira lançou vários discos de originais, compôs êxitos e somou discos de ouro, tendo atingido a marca da dupla platina com “Voo Nocturno”. A sua obra contém canções amplamente transversais com temas como “Frágil”, “Deixa-me Rir”, “Dá-me Lume” ou “Encosta-te a mim”, que se tornaram hinos intemporais. Em 2023 regressa, 12 anos depois, com "VIDA", o muito ansiado novo trabalho de originais.

 

Ficha artística

Jorge Palma – voz, guitarra e piano

Gabriel Gomes - acordeão

João Correia – bateria

Nuno Lucas – baixo

Pedro Vidal – guitarras e coros

Vicente Palma – guitarras, teclado e coros

"Zeitgeist" | Exposição de Pintura de José António Passos e Raquel Fortes. No foyer da Casa das Artes Famalicão - 27 de Maio a 15 de Julho.

 






"Zeitgeist" 

Exposição de Pintura de José António Passos e Raquel Fortes.

No foyer da Casa das Artes de 27 de Maio a 15 de Julho.

quinta-feira, 18 de maio de 2023

José, o Pai de Elmano Sancho - Estreia | Casa das Artes de Famalicão


 




José, o Pai - Estreia

autoria e encenação Elmano Sancho

Uma coprodução da Loup Solitaire, Teatro da Trindade, Casa das Artes de Famalicão, Cine-Teatro Louletano, Teatro das Figuras, Teatro Nacional São João

26 e 27 de Maio | 6.ª feira e sábado, 21h30

Teatro

Entrada: 6 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

M/16

Duração: 75 min

 As ficções dramáticas sempre se interessaram pelas famílias infelizes, basta lembrar os Átridas. Talvez porque, parafraseando Tolstoi, as famílias felizes nada têm de particular, ao passo que cada família infeliz é infeliz à sua maneira. “Crise” e “incomunicação” são palavras-chave para acedermos a José, o Pai, o último capítulo (depois de Maria, a Mãe e de Jesus, o Filho) da trilogia A Sagrada Família, projeto de longo curso de Elmano Sancho. “Há sempre uma violência iminente na família”, acredita o dramaturgo, ator e encenador. “Porque é o espaço mais íntimo que temos, e com a intimidade vem o amor, mas também a violência.” José, um ator velho e desempregado, renuncia ao papel de pai, vítima de um mundo que exige novas formas de autoridade. Mas José – para onde convergem as figuras de Deus Pai e do Diabo – não cede o seu lugar. José, o Pai coloca em tensão os arquétipos da cultura patriarcal e as relações entre arte/performance e religião/ritual.

Ficha Técnica
Autoria e encenação: Elmano Sancho
Interpretação: Djucu Dabó, Isadora Alves, Jorge Pinto, Sílvia Filipe
Cenografia: Samantha Silva
Figurinos: Ana Paula Rocha
Desenho de luz: Pedro Nabais
Assistência de encenação: Paulo Lage
Coprodução: Loup Solitaire, Teatro da Trindade, Casa das Artes de Famalicão, Cine-Teatro Louletano, Teatro das Figuras, Teatro Nacional São João

OPERA REAL - "REPETIÇÃO DO FIM DO MUNDO" | Casa das Artes de Famalicão

 OPERA REAL - "REPETIÇÃO DO FIM DO MUNDO" estreia

Ópera

Uma Produção do Estúdio de Ópera da ESMAE, com libreto de Jorge Louraço e Música de Telmo Marques (I Ato), Eugénio Amorim (II Ato), Carlos Azevedo (III Ato) e Dimitris Andrikopoulos (IV Ato),

19 de maio |sexta| 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/6

Duração: 150 m

Esta Ópera foi pensada para juntar no mesmo palco estudantes dos cursos de teatro e de música da ESMAE. Dai o enredo melodramático que opõe dois ramos da mesma família, de um lado os Ricci, ou Ricardo, linhagem de cantores, do outro os Enxovia, ou Paupério, clã de atores. Durante 4 atos, com saltos temporais de exatos 111 anos, acompanhamos as mortes e os nascimentos de membros desta grande família e perdemo-nos no labirinto de parentescos e laços de consanguinidade catastróficos do clã desavindo. O teatro é destruído em cada um dos atos: no I ato, em 1755, por um terremoto; no II, em 1866, por um incêndio; no III, em 1977, pela transformação em cinema de filmes pornográficos; e no IV, em 2088, pela transformação em campo de refugiados. Ficamos então a saber que, devido ao incumprimento de um pacto com o diabo, todo e qualquer membro da família que ponha o pé num palco está destinado a causar a destruição do teatro e, à sua escala, a repetir o fim do mundo. Nos três primeiros atos, o libreto tenta brincar com a história comum do teatro, da música e da ópera; no último, com o espaço cénico transformado num campo de refugiados que poderia ser na Ucrânia, na Síria, numa das costas do Canal da Mancha, em Melilla ou em Odemira, as coisas ficam aparentemente mais sérias. Se não acabou já, o mundo vai mesmo acabar já a seguir, as vezes que for preciso.

 

Ficha Artística

Direção Artística: António Salgado

Direção Musical: Jan Wierzba

Encenação: António Durães

Movimento: Cláudia Marisa

Apoio Dramatúrgico: Jorge Louraço

Design Luz: João Fontes, Bernardo Correia

Coordenação área da Luz: Diogo Franco

Cenografia: Helder Maia

Video Mapping: Beatriz Nogueira

Animações: Beatriz Paiva

Coordenação Media Interativos: Luís Leite, Rodrigo Carvalho, Hugo Mesquita

Coordenação de Figurinos: Filipa Carolina e Manuela Bronze

Figurinos: Cristina Gil e Raquel Ribeiro

Som: Daniel Leitão

Coordenação da área do som: Marco Conceição

Direção de Cena:  Anita Magalhães Faria

Produção Executiva: Anita Magalhães Faria

Coordenação de Produção: Regina Carvalho, António Salgado

Coordenação Executiva Ensemble Orquestral: Jorge Alves/Nuno Pinto

Produção Executiva Orquestra:  Nísia Araújo e Rui Araújo

Direção Vocal:  António Salgado e Rui Taveira

Correpetição:  David Ferreira

Elenco: Alunos e alunas da Licenciatura, dos Mestrados e da Pós-graduação em Ópera da ESMAE.

Ensemble Instrumental - Alunos e alunas da Licenciatura, dos Mestrados da ESMAE.

CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão Episódio 7.3 – 19 e 20 de Maio: Catarina Mourão e João Canijo | Casa das Artes de Famalicão.

  CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão

Episódio 7.3 – 19 e 20 de Maio: Catarina Mourão e João Canijo


Na réplica que encerra o sétimo episódio (mais em www.closeup.pt), destaque para a produção portuguesa, para o encerramento do integral dedicado a Catarina Mourão e para o díptico de João Canijo, recentemente premiado no Festival de Berlim, com que encerramos o mote A Família, que foi o eixo de todo o programa.

Sessões para Escolas

19.Mai – (14h30, GA) – PELAS SOMBRAS de Catarina Mourão (para escolas, 3.º ciclo e secundário)

Lourdes Castro (1930-2022) foi uma das maiores artistas portuguesas da segunda metade do séc. XX e início do séc XXI. Fascinada pelo seu trabalho, Catarina Mourão quis fazer um filme com a artista e Pelas Sombras foi realizado na localidade madeirense do Caniço, na casa que Lourdes construiu com o marido, o artista Manuel Zimbro, quando, depois de muitas décadas a viver em Paris e em Berlim, decidiram voltar para Portugal. E Catarina fascina-se de novo, com a “magia no quotidiano das coisas”, e filma Lourdes no seu espaço e na sua quietude, a tratar das plantas, a revisitar os seus álbuns de família, os livros de artista. Os gestos de todos os dias, o respirar.

 

Título original: Pelas Sombras (Portugal, documentário, 2010, 80 min)
Realização: Catarina Mourão
Classificação: M/12

 

 

23.Mai – (10h00, Teatro Narciso Ferreira) – PONYO À BEIRA MAR de Hayao Miyazaki (para escolas, 1.º e 2.º ciclo)

Ponyo é uma peixinho-vermelho que é salva por Sosuke, um menino de cinco anos que a encontra na praia, presa num frasco de doce. A amizade deles torna-se tão profunda que Ponyo decide deixar o seu reino no mar e transformar-se numa menina, para assim poderem passar mais tempo juntos... Um filme de animação do japonês Hayao Miyazaki, realizador de "A Princesa Mononoke", "A Viagem de Chihiro" e "O Castelo Andante", que aqui adapta o conto "A Pequena Sereia", de Hans Christian Andersen.

Título original: Gake no ue no Ponyo (Japão, 2009, 95 min.)
Classificação: M/6

 

Sessões para Público Geral

19.Mai – (21h30, PA) – MAL VIVER de João Canijo

Num hotel familiar junto à costa norte de Portugal, vivem várias mulheres da mesma família de gerações diferentes. Numa relação envenenada pela amargura tentam sobreviver no hotel em decadência. A chegada inesperada de uma neta a este espaço claustrofóbico provoca perturbação e o avivar de ódios latentes e rancores acumulados.

 

Título original: Mal Viver (Portugal/França, 2023, 125 min.)
Realização: João Canijo
Interpretação: Anabela Moreira, Rita Blanco, Madalena Almeida, Cleia Almeida, Vera Barreto Classificação: M/12

 

20.Mai – (15h30, PA) – VIVER MAL de João Canijo

Um hotel junto à costa norte de Portugal, acolhe os seus clientes, num fim de semana. Um homem vive dividido entre a atenção a dar à sua mulher e o espaço que ocupa a sua mãe no meio deles. Uma mãe promove o casamento da filha para facilitar a sua relação amorosa com o genro. Outra mãe vive através da filha, impedindo-a de tomar as suas próprias decisões. Três núcleos familiares em final de ciclo de aceitação.

 

Título original: Viver Mal (Portugal/França, 2023, 125 min.)
Realização: João Canijo
Interpretação: Nuno Lopes, Filipa Areosa, Leonor Silveira, Rafael Morais, Lia Carvalho, Beatriz Batarda, Carolina Amaral, Leonor Vasconcelos
Classificação: M/12

 

20.Mai – (17h30, PA) – À FLOR DA PELE de Catarina Mourão

O Campeonato Europeu de Futebol estava a decorrer. Todos os olhos estavam postos em cima dos estádios, jogadores e desafios. Decidi desviar ligeiramente o meu olhar, e perceber o que se estava a passar ao lado dos estádios, fora das televisões: rapazes e raparigas a crescer, a lutar, crianças a parecerem adultos, adultos a comportarem-se como crianças, um país mergulhado na recessão e apatia à espera da vitória da selecção Portuguesa para aconchegar o ego. Mas no fim nada mudou e a vida continuou... Em complemento será exibido Malmequer, Bem-me-quer ou O Diário de uma Encomenda, um filme sobre o processo de realização de um documentário, mas sobretudo um diário em flashback da experiência da realizadora em confronto com um filme que lhe é encomendado pela televisão.

 

Título original:  À Flor da Pele (Portugal, documentário, 2006, 60 min) Classificação: M/12

Título original: Malmequer, Bem-me-quer ou O Diário de uma Encomenda (Portugal, documentário, 2004, 50 min) Classificação: M/12

Bilheteira Sessões

Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

As Manias da Vilegiatura - Estreia | Casa das Artes de Famalicão.

 As Manias da Vilegiatura - Estreia

Teatro

Uma coprodução da ACE Famalicão e da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

11 e 12 de Maio | quinta-feira e sexta-feira| 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/12

Duração: 80 m

 Nesta Comédia, Carlo Goldoni leva-nos numa viagem pela sociedade italiana de 1700, obcecada com as férias no campo. Acompanhamos os personagens na saga para arranjarem dinheiro para fazer férias no mais exaltado luxo e competir com os seus vizinhos para mostrar quem faz os melhores serões, na esperança de ouvir os mais rasgados elogios e temendo as pesadas críticas de toda uma sociedade que ruma as suas casas de campo para gastar em duas semanas o que vai ter que pagar com juros elevados o resto do ano.

Manias da Vilegiatura, tem a meu ver um paralelo enorme com a sociedade contemporânea; vivemos vidas construídas para mostrar nas redes sociais e muitas vezes endividámo-nos para mantermos as aparências. Este texto do extraordinário Carlo Goldoni, ajuda-nos a refletir sobre o que tão pouco mudou desde 1700 a 2023, o ser humano continua a ser o mesmo precioso ridículo de sempre.


  Ficha Artística

Texto: Carlo Goldoni

Encenação: Paulo Calatré

Elenco: Rita Neves, André Leite, Beatriz Dinis, Catarina Pereira, Daniel Siqueira, Diana Sá, Diana Ferreira, Diana Gandra, Inês Andrade, Inês Lancaster, Lara Cardoso, Lary, Margarida Silva, Maria Camões, Sofia Cunha, Mariana Meireles, Mónica Sofia, Paula Ribeiro, Rúben Ferreira e Simão Ferreira.

Figurinos e Adereços: Paula Cabral

Fotografia de Cena: José Caldeira

Cabelos: José Resende

Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: Rui Bezerra

Assistência de Produção: Jorge Azevedo

Fado no Café da Casa - maio 2023 | Casa das Artes de Famalicão.

Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

11 de Maio| quinta-feira | 21h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes,  Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

 Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

1ª parte–  Patrícia Silva

2ª parte – Adriana Paquete.

Guitarra Portuguesa – João Martins

Viola de Fado – João Araújo

Viola baixo – Filipe Fernandes.

 


Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

MUSICA PARA FAMÍLIAS 2023 | 6.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO - Maio.

MUSICA PARA FAMÍLIAS 2023

6.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

 "99% Percussão " Grupo de Percussão da Escola Profissional de Música de Espinho

Programa:

Andy Akiho (1979 - ) - Pilar I
John Mackey (1973 - ) - Mass
Nigel Westlake (1958 - ) Omphalo Centric Lecture
Rich O’Meara (1957- ) - Hands
Osvaldo Golijov (1960 - ) - Mariel
Andy Akiho (1979 - ) - To Walk or Run in West Harlem
Os Concertos Promenade - Concertos para Famílias têm a apresentação de Jorge Castro Ribeiro.

7 de Maio | 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min


A Casa das Artes organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2023. Adotando o formato dos Concertos Promenade, de Maio a Dezembro, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.