quinta-feira, 8 de outubro de 2009

BebéPlimPlim - Companhia de Música Teatral

Dois Workshops para bebés + Espectáculo para famílias

Workshops
14 de Novembro, Sábado, 16h00 e 17h00, Palco Grande Auditório
Duração: 30 a 45 minutos
Destinatários: doze bebés (máximo) entre os zero e os dezoito meses acompanhados por um ou dois adultos.
Nota: È necessária autorização aos Pais dos bebés para a captação de gravações (áudio e vídeo) para fins artísticos, de investigação e de divulgação.
Entrada para Workshop : 7 euros
Workshop para bebés + Espectáculo para famílias
Entrada: 10 euros (bebé + um adulto)


Espectáculo para Famílias
15 de Novembro, Domingo, 11h00, Grande Auditório
Destinatários: Para todos. Espectáculo recomendado para famílias.
Duração: 60 m, sem intervalo
Entrada: 5 euros

Bebé-Plim-Plim inclui dois workshops dirigido a bebés e um espectáculo para toda a família, ambos ocorrendo em dias sucessivos. No colo nasce o canto e a dança. Dos germes do ritmo e da vibração surgem, depois, músicas mais elaboradas capazes de envolver toda uma comunidade.
Bebé-Plim-Plim é um “gramelot” de vocalizações de bebés, sílabas, rimas e variações musicais que passam por Bach, Monk, Schwiters, Balla, gamelão e música tradicional portuguesa. No espectáculo, o ambiente alvo que acolhe o workshop transforma-se numa tela onde se pinta com luz e video. De forma abstracta, a partir de grandes formas redondas em permanente mutação, navega-se do céu até ao fundo do mar, por entre ninhos de anjos, florestas, sítios da imaginação.
Os actores/cantores, são seres enigmáticos, ternurentos, e habitam um espaço imersivo que por vezes se estende ao público. É a magia do branco, continente de todas as cores.
Baseado na grande experiência da Companhia de Música Teatral em trabalhos cénico-musicais dirigidos a Pais com bebés, BebéPlimPlim celebra a música como extensão da necessidade de comunicar com que todos nascemos e nos vinculamos ao mundo.
Ficha técnica
Concepção e produção: Companhia de Música Teatral; Direcção musical e artística Paulo Maria Rodrigues; Vídeo cénico João Raposo; Desenho de luz e som Luis Miguel Girão; Cenografia Miguel Ferraz; Figurinos e adereços Rute Rosas; Intérpretes Ana Paula Almeida; Helena Rodrigues; Paulo Maria Rodrigues; Paulo Neto;

Idrigba

Música Jazz/ambiental
7 de Novembro, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/idrigba
Idrigba é um projecto musical iniciado no ano de 2000 com formação actual em quinteto. Centrado apenas na interpretação de temas originais, nunca prescinde de uma forte componente de improvisação. Ultrapassando largamente toda e qualquer barreira estilística, este projecto não conhece fronteiras na captação de novas influências e inspiração. Parte desta (in)fusão tem origem nas variadas colaborações e percursos dos elementos que alimentam este projecto. Com sonoridade jazzista, e algum minimalismo, este grupo tem uma formação bem equilibrada sob o ponto de vista harmónico e tímbrico. O clarinete escreve frases melódicas recorrendo ao seu som de beleza natural, mantendo uma linha coerente mas não óbvia. A guitarra aparece sólida, demarcando-se por vezes. O baixo, percussão e piano conferem a unidade na estrutura instrumental e abrem o caminho às deambulações, mais ou menos contidas dos sons mais agudos.
Formação:Miguel Pedrosa – Guitarras; Gustavo Valdigem – Bateria e Percussão; João Tedim – Clarinete; Edamir Costa – Baixo Eléctrico; Renato Diz - Piano

Monólogos da Vagina de Eve Ensler

Em 2009, "Os Monólogos da Vagina" estão de volta numa nova encenação de Isabel Medina, com Guida Maria, São José Correia e Ana Brito e Cunha a partilhar estas histórias ao mesmo tempo comoventes e divertidas.

Teatro
6 e 7 de Novembro, sexta e Sábado, 21h30 Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/16
Duração 90 m

Escrita em 1996 por Eve Ensler, "Os Monólogos da Vagina" é uma peça de sucesso mundial, com apresentações em mais de 119 países e traduzida em mais de 45 línguas. Com um título propositadamente irreverente, a peça pretende chamar a atenção para assuntos tão particulares como a violação, a menstruação, a mutilação, o prazer, as infidelidades conjugais ou as terapias de grupo.Já protagonizada por actrizes como Jane Fonda, Whoopi Goldberg, Susan Sarandon, Oprah Winfrey ou Meryl Streep, estreou com grande sucesso em Portugal em Outubro de 2000 com interpretação de Guida Maria.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

SARA TAVARES

XINTI, o novo trabalho de Sara Tavares é um convite. Um convite a sentarmo-nos, a deixarmo-nos embalar.
Um convite a sentirmos - a sentirmos um talento que cresce e se desenvolve em novas e surpreendentes direcções com cada novo trabalho. A sentirmos uma música que vem da alma e nos revela novas e deslumbrantes facetas da sua cantora.
É acima de tudo um desafio “XINTI” “SENTE
31 de Outubro, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/3
Duração 70 m
/www.myspace.com/saratavares

“XINTIMENTO DI MEU, QUE É TEU TAMBÉM,
ESSA LUZ DE MÚSICA QUE ME ATRAVESSA,
ILUMINA UMA SILHUETA FEITA DE FUSÕES, TROCAS E CONTÁGIOS
MUITO BUNITA.
É O SENTIR FRIU, E DEPOIS O SENTIR ACONCHEGADO QUANDO UM RAIO DE SOL POISA EM NÓS FUGAZMENTE…E MAIS IMPORTANTE: TOTALMENTE…
MINHA MÃE DO CÉU! EU SINTO-ME VIVA. ACESA. VIVIFICADA. INFLAMADA. ENLAÇADA, NESSA DANÇA QUE É MEU CAMINHO DE SPIRIT WHISPERER…
JÁ “NÃO PRESSINTO SÓ” .
SINTO.
UMA MAGNIFICA BRISA DOCE NA CARA.
MAGNIFICAI
BOA COMPANHIA. SORRISO NO CORAÇÃO. FÉ. SEM PÉ!
LARGA’ ALMA NO BALANÇO.
X-I-N-T-I.”
Sara Tavares
A cantora e compositora convida-nos como se fosse para sua casa, num fim de tarde quente refrescado pela brisa acústica destas toadas suaves que vêm de um coração suficientemente grande para abranger todo o mundo, acompanhada por músicos de eleição como Mário Delgado, N'du, Gogui Embaló, João Paulo Esteves da Silva, Boy Ge Mendes, Rão Kyao, Miroca Paris ou José Salgueiro.
É difícil reconhecer aqui a Sara Tavares que nos foi revelada, faz agora 15 anos. Não porque renegue os primórdios da sua carreira; apenas porque 15 anos decorreram entretanto e ela tomou as rédeas da sua carreira com uma invulgar determinação.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

TRAMADIX - Lançamento do seu primeiro disco, que conta já com alguns temas originais, na CASA das ARTES de Famalicão.

World Music
30 de Outubro, Sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.tramadix.com/
O tramadix é um grupo de música instrumental, radicado em Braga. Enquadrado no estilo “World Music”, apresenta temas consagrados no panorama musical mundial, interpretados com uma sonoridade nova e diferente através da conjugação dos vários instrumentos num arranjo original.
A sua formação de base é: Piano (Giovani Goulart), Tuba (Estefánio Cunha), Flauta e Clarinete (Filipe Cunha), Trombone (Nuno Martins) e Percussão (Alexandre Magni).
Todos os elementos contam com uma vasta experiência no seu percurso musical estando habituados a grandes palcos, o que traz uma mais valia ao grupo.
A exigente execução dos temas, a energia e boa disposição em palco e o seu espírito irreverente, são aspectos do grupo que contagiam o público nos espectáculos ao vivo.O repertório é muito eclético e conjuga vários estilos musicais desde o clássico ao jazz, bossa-nova, funk, reagee, entre outros. A música portuguesa, ainda que com arranjos originais, também está muito presente no repertório.
Ao vivo o grupo utiliza ainda outros instrumentos como acordeão, bandolim e guitarra.
A ideia de formar um grupo deste género surgiu do Director Musical, Giovani Goulart, que achou interessante a conjugação destes instrumentos, apresentando assim uma formação nova e diferente.
Em todos os espectáculos realizados o grupo teve um impacto muito positivo no público porque apresenta uma sonoridade muito agradável através de arranjos originais e musicalmente muito exigentes, cuidadosamente elaborados por Giovani Goulart.
O Tramadix estreou em Junho de 2008 tendo nesse ano visitado algumas Fnacs (Braga, Porto, Coimbra) para divulgação e tendo realizado alguns concertos (Vila Verde, Braga, etc…).
A 1 de Fevereiro de 2009 o grupo apresentou-se ao vivo na cidade de Braga na sala principal do imponente Theatro Circo. Neste espectáculo foi gravado um DVD ao vivo.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

"L'Angelica” Serenata per musica

Musica João de Sousa Carvalho (1745-1799),
Libreto Pietro Metastasio
Pequena Ópera não encenada/versão de câmara.
Composta em 1778 e baseada num libreto de Pietro Metastasio esta foi a primeira serenata realizada por este compositor ao serviço da corte de D. Maria, por sinal dedicada à sua irmã, Maria Benedita e executada no Palácio Nacional da Ajuda e no Palácio de Queluz. Conta a história de como Angelica jurou o seu amor ao poderoso Orlando para acalmar os seus ciúmes e assim poder fugir com o seu amado Medoro.
23 de Outubro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/6
Duração 70 m
Notas sobre a obra
"Uma cantata dramática, normalmente celebratória ou eulogística, para dois ou mais cantores com orquestra". Esta definição sucinta esclarece já algumas das características deste género musical. Deve-se acrescentar que à ópera elas vão buscar os textos e temas profanos e à oratória a estrutura em duas partes. Os textos são mais alegóricos sem um verdadeiro enredo do que normalmente seria de esperar numa ópera. Além disso, o texto é muitas vezes alusivo a um personagem ou acontecimento à qual é dedicada a obra. Os libretistas e compositores destas obras eram geralmente locais, muitas vezes por questões de conveniência, pois quando era necessário celebrar um nascimento ou uma vitória militar, o tempo de preparação era limitado.
É interessante reflectir também na imagem romântica que existia no período sobre o significado de uma serenata. Há o exemplo ópera "Cosi fan tutte" de W.A. Mozart que se passa em Nápoles do sec. XVII e onde um dos dois jovens amantes comenta que, se ganhasse uma determinada quantia de dinheiro, iria com certeza dedicar uma sumptuosa serenata à sua amada.
A visão romântica do apaixonado que executa uma serenata à janela da sua diva, passa pelo burguês rico que contrata músicos para o acompanhar, até chegar ao membro da família real que encomenda uma obra a um compositor importante da sua confiança para ser realizada no aniversário de um familiar, sem deixar de servir bebidas no intervalo.
Ao observar à vista desarmada o que nos chegou até hoje da obra de J.S. Carvalho (1745-c1800), não se pode deixar de notar a quantidade de serenatas existentes. Ao todo estão catalogadas 10 destas obras ao lado de 5 óperas, 7 missas e 1 oratória. As últimas investigações sobre o compositor vieram atribuir a maior parte da sua música sacra a João de Sousa Vasconcelos, o que nos deixa a composição de serenatas como a principal actividade deste músico tão querido da família real e da corte da sua época.
Fruto da investigação e do trabalho de tese mestrado do oboísta Pedro Castro, este projecto pioneiro no nosso meio, pretende fazer fruir de uma forma historicamente informada um repertório inédito de um dos compositores portugueses mais importantes do sec. XVIII. Trata-se da serenata L'angelica composta por João de Sousa Carvalho. Este tipo de composição consiste num tipo de ópera de dimensões reduzidas originalmente executada sem encenação.
Havendo registo de mais de 80 destas obras realizadas por todo o sec. XVIII, 35 das quais no último quartel, torna-se evidente a importância desta tradição nacional que não se reflecte ainda nas salas de concerto actuais. A realidade é que nenhuma das serenatas deste compositor e seus contemporâneos foi ainda executada, editada ou gravada nos nossos dias, fazendo deste programa uma oportunidade singular de fruição do nosso património cultural.

Concerto Campestre & Quarteto Arabesco
Pedro Castro, direcção artística
Personagens
Joana Seara, soprano - Angelica
Lídia Viñez Curtis, mezzo - Medoro
Magna Ferreira, soprano - Tirsi
Luísa Tavares, mezzo - Medoro
Fernando Guimarães, tenor - Orlando
Pedro Castro-Oboé 1
Andreia Carvalho-Oboé 2
Pedro Couto Soares-Traverso 1
Olavo Barros-Traverso 2
Paulo Guerreiro-Trompa 1
Tracy Nabais-Trompa 2
Denys Stetsenko-Violino 1
Raquel Cravino-Violino 2
Lúcio Studer Ferreira-Violeta
Ana Raquel Pinheiro-Violoncello
Sofia Diniz-Viola da Gamba
Duncan Fox-Contrabaixo
Flávia Almeida Castro-Cravo

Quarto 108 - Estreia Nacional

Uma comédia clínica, onde a receita é rir.
Teatro Comédia
10 de Outubro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7,5 euros
M/12
Duração: 90 m
A acção passa-se num quarto de hospital – o “Quarto 108” - onde um homem de 40 anos vai passar pela experiência de ser confrontado com a notícia de uma possível doença grave.
Como se a situação não fosse já de si melindrosa e aflitiva, ele vai ter dividir o quarto com outro paciente mais velho, hipocondríaco e mexeriqueiro que vive na angústia de ter “alta”.
Este confronto vai ser arbitrado por uma jovem enfermeira que se esforça por aturar e confortar estes dois pacientes tão diferentes um do outro e que, com ternura e profissionalismo consegue atenuar as carências e angústias de um, e a solidão e velhice do outro. O ser humano tem por vezes dificuldade em aceitar os diferentes destinos a que a sua condição o obriga. Um quarto de hospital não será o melhor local para partilhar conhecimentos e sentimentos, mas neste “Quarto 108” Gérald Aubert consegue falar da solidão e da doença com um humor bastante lúcido, levando estes dois homens a aprender a ser felizes e a ganhar, de novo, o gosto pela vida.
AUTOR: Gérald Aubert
TRADUÇÃO: Alexandre Rodrigues
ENCENAÇÃO: Joaquim Nicolau
INTERPRETAÇÃO: André Gago, José Eduardo, Marcela da Costa
CO-PRODUÇÃO: JOAQUIM NICOLAU produções e CASA das ARTES FAMALICÃO/CÂMARA MUNICIPAL DE V.N. FAMALICÃO

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Aladino e a Lâmpada Mágica

Ópera em 3 actos

1 e 2 de Outubro , Escolas, Quinta e Sexta, 14h30, Grande Auditório.
6 de Outubro, Escolas, Terça, 10h30, Grande Auditório.
Entrada: Entrada gratuita

3 e 4 de Outubro, Público Geral, Sábado - 21h15, Domingo - 18h00, Grande Auditório
Entrada: 7,5 euros
M/3
Duração 100 m

Título original: Aladino e la lampada magica
Música: Nino Rota
Libreto: Vinci Verginelli segundo “As Mil e Uma Noites”
Tradução: Norma Graça-Silvestre

Ficha Artística e Técnica
Direcção Musical : Luís Machado
Encenação : Norma Graça-Silvestre
Cenografia :Raul Belém Machado
Figurinos : Raul Belém Machado
Orquestra Artave
Coro CCM
Coro Infantil CCM

Direcção Artística : ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave / CCM Centro de Cultura Musical
Co- Produção : CASA das ARTES de V.N. Famalicão / ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave / CCM Centro de Cultura Musical

ELENCO
Personagens

Aladino - Fernando Guimarães
Princesa Badr-al-Budùr - Sara Braga Simões
Mago - José Corvelo
Mãe de Aladino - Mónica Lacerda
Sultão; Génio do Anel - João Merino
Génio da Lâmpada; Grão Ministro; Ourives - Rui Silva

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Progressive / 2009 com Ricardo Vilão

Stand-up comedy
17 de Outubro, Sábado, 21h30, Pequeno Auditório
Entrada: 7 euros
M/6
Duração 70 m
SINOPSE
Depois das actuações no Tivoli, Teatro Mundial, Trindade e no aniversário da prima mais velha, em Queluz, RICARDO VILÃO leva o PROGRESSIVE a teatros do Porto, Famalicão, Aveiro, Lisboa, Estremoz e Caldas. O autor poderia chamar a isto um TOUR. Mas guardou isso para o próximo parágrafo. E logo à entrada. Em maiúsculas. E bold. À americana (ainda pensou pôr em itálico mas isso já era exagero).
PROGRESSIVE / TOUR 2009 – hora e tal de stand-up comedy (comédia a solo, para os que não gostam de americanices) onde desfilam teorias, histórias, embirrações e, havendo ocasião, uma ou outra piada.
http://www.ricardovilao.com/

Couple Coffee

Bossa Nova
10 de Outubro, sábado, 23h00, café concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 70 m
Couple Coffee é uma dupla formada por Luanda Cozetti e Norton Daiello. Dois músicos brasileiros com um projecto singular (baixo e voz) que chegam a Portugal em 2005 com o objectivo de editar “Puro”, disco que traziam na bagagem.
“Puro” é editado no final desse ano sob o selo da editora independente Transformadores / Musicbox Lisboa e conta com a participação de vários nomes músicos consagrados portugueses como J.P. Simões, Vitorino, Sérgio
Costa, Jorge Palma e Gabriel Gomes.
A crítica diz que “quando o Cd é posto a rodar é impossível não fazer silêncio absoluto para sorver cada um dos tons e palavras que brotam da ‘Conversa do Botequim’ do genial Noel Rosa. A voz de Luanda Cozetti, madura, expressiva e seguríssima, a espraiar-se sobre as linhas de baixo hábeis e síncronas de Norton Daiello”. (Nuno Pacheco)
O álbum de estreia chega então à segunda edição em 2006, ano em que Luanda e Norton entram em estúdio para a gravação do seu segundo registo, “Co’as Tamanquinhas do Zeca”, agora em formato quarteto.
Novamente editado pela Transformadores / Musicbox, “Co’as Tamanquinhas do Zeca” faz uma reconstrução dos grandes temas do maior cantautor português, Zeca Afonso. Uma tarefa que se julga ousada e difícil, pois trata-se de um dos expoentes máximos da música nacional, mas que é facilmente superada pela dupla, que conta agora com os préstimos musicais de Sérgio Zurawsky (Guitarra) e Ruca Rebordão (Percussão).
A crítica volta a ser favorável ao grupo e o disco recebe as mais altas classificações de alguns dos mais importantes órgãos de comunicação social em Portugal.
2008, ano em que se comemoram os 50 anos do nascimento da Bossa Nova, os Couple Coffee, novamente em formato banda, gravaramm o seu terceiro álbum, ao vivo, no Musicbox em Lisboa.
“Young and Lovely – 50 anos de Bossa Nova” é um trabalho inovador, um disco de colecção que antecede o primeiro disco de originais de Luanda e Norton, “Quatro Grãos” que deverá ser lançado no início de 2010.
A título de curiosidade, o myspace da banda, www.myspace.com/couplecoffee é actualmente o mais acedido em Portugal.www.myspace.com/couplecoffee

Quarto 108


Uma comédia clínica, onde a receita é rir. Estreia Nacional
Teatro Comédia
10 de Outubro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7,5 euros
M/12
Duração: 90 m
A acção passa-se num quarto de hospital – o “Quarto 108” - onde um homem de 40 anos vai passar pela experiência de ser confrontado com a notícia de uma possível doença grave.
Como se a situação não fosse já de si melindrosa e aflitiva, ele vai ter dividir o quarto com outro paciente mais velho, hipocondríaco e mexeriqueiro que vive na angústia de ter “alta”.
Este confronto vai ser arbitrado por uma jovem enfermeira que se esforça por aturar e confortar estes dois pacientes tão diferentes um do outro e que, com ternura e profissionalismo consegue atenuar as carências e angústias de um, e a solidão e velhice do outro. O ser humano tem por vezes dificuldade em aceitar os diferentes destinos a que a sua condição o obriga. Um quarto de hospital não será o melhor local para partilhar conhecimentos e sentimentos, mas neste “Quarto 108” Gérald Aubert consegue falar da solidão e da doença com um humor bastante lúcido, levando estes dois homens a aprender a ser felizes e a ganhar, de novo, o gosto pela vida.

AUTOR: Gérald Aubert
TRADUÇÃO: Alexandre Rodrigues
ENCENAÇÃO: Joaquim Nicolau
INTERPRETAÇÃO: André Gago, José Eduardo, Marcela da Costa
CO-PRODUÇÃO: JOAQUIM NICOLAU produções e CASA das ARTES FAMALICÃO/CÂMARA MUNICIPAL DE V.N. FAMALICÃO

Exposição de Pintura Jayr Peny

De 17 de Outubro a 30 de Novembro no Foyer
Titulo da exposição: "JAYR PENY, VINTE OBRAS E CINCO SENTIDOS"
Pintor é um Homem que compreende as coisas com o olhar, é visionar num sentido mais profundo, é a forma de encontrar o lado oculto das coisas, é estabelecer uma relação como oculto e de prestar de uma certa forma, um culto.
Culto esse que a Obra de Jayr Peny remonta simultaneamente às raízes do paganismo e do sentido cristão. Há uma força invulgar de vitalidade na Obra deste artista que se manifesta na impetuosidade, na precisão do traço e na espantosa euforia da cor, conciliando, de um modo equilibrado, o racional e o irracional, indo mais longe ao pretender geometrizar o não geométrico numa dialéctica do esforço, racionalizar o irracional.
Há na sua Obra dualidades fundamentais que se exprimem pela analogia, como se pretendesse recuperar o mito do andrógino; dualidades como o bom e o mau, o preto e o branco, o claro e o escuro, o macho e o fêmea à maneira da Tábua Pitagórica dos pares de opostos.
Procura em larga medida não apenas explicitar o implícito mas deixar uma imagem de ambiguidade nas coisas, nos gestos, nas ideias que se pode traduzir pelo implícito de explícito, o que resta como resíduo e é fundamental para a compreensão do mundo, dos sentimentos, dos conceitos, porque a razão para Jayr Peny é uma razão com alma como diria o grande filósofo português Álvaro Ribeiro.
Jayr Peny domina a pintura, não se deixa dominar por ela. Há uma base de autonomia na sua Obra que sofre por vezes influências de Portinari, Almada Negreiros e, num sentido mais longínquo, do sempre omnipresente Picasso.
Cultiva um “geometrismo figurativista” quebrando a rigidez das rectas com a sinuosidade das curvas, opondo o drama ao lirismo revelando deste modo ainda essa sua dualidade fundamental que se manifesta nas suas figuras quase que andróginas, numa Obra plena de sensualidade e poesia que a todo o instante se reafirma num autêntico e fecundo esforço de viver, ou para repetir as suas próprias palavras:

«Para o artista, não importa morrer, o que realmente Importa é tentar continuar vivo».
FERNANDO MONIZ LOPES
Critico de Arte

terça-feira, 8 de setembro de 2009

ballet.pt a 20 de Novembro 2009

A nova companhia tem como objectivo apresentar espectáculos de Ballet Clássico dançados pelos melhores bailarinos residentes em Portugal.Com interpretações de alto nível, recriar grandes bailados como A Bela Adormecida, Quebra Nozes, O Lago dos Cisnes, O Corsário, D. Quixote. . .Percorrer a história dos grandes clássicos russos através de espectáculos programados para um público de todas as idades.Manter viva e muito próxima do grande público toda a tradição, a beleza e o virtuosismo do Ballet.
Solistas:
Ana Lacerda
Filipa Castro,
Barbora Hrushkova
Fernando Duarte
Tomislav Petranovic
Carlos Pinillos,
Alexandre Fernandes
Tomislav Petranovic

Propostas para o último trimestre de 2009

Depois de um período de férias, a CASA das ARTES de V.N. Famalicão regressa, a partir de 1 de Outubro, dia mundial da Música, em co-produção com ARTAVE/CCM, com uma história das mil e um noites, ALDINO e a Lâmpada Magica.
Uma ópera de três actos e onze quadros do compositor NINO ROTA e libreto de VINCI VERGINELLI. Estreou a 14 Janeiro 1968, Nápoles, Teatro San Carlo, em Itália.

Quarto 108
ENCENAÇÃO: Joaquim Nicolau
INTERPRETAÇÃO: André Gago, José Eduardo, Marcela da Costa. Uma comédia clínica, onde a receita é rir. 10 Outubro Estreia Nacional


SARA TAVARES - XINTI é novo trabalho de uma artista com uma invulgar determinação. 31 de Outubro.



«Monólogos da Vagina» - Três cadeiras e três microfones recebem Ana Brito e Cunha, Guida Maria e São José Correia num palco iluminado por três focos de luzes vermelhas para falar de ... vaginas! 6 e 7 de Novembro.



Ana Moura -Uma contralto sólido, com uma voz simples e verdadeiramente genuína. 21 de Novembro.

SKYE: "The Keeping Secrets Tour." A voz dos Morcheeba. 5 de Dezembro

quarta-feira, 29 de julho de 2009

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Baú dos Segredos apresenta:

Assim se conta por lá...
Teatro
24 de Julho, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 70 m


Desta vez, fizemos um exercício de adaptação ao palco de dois textos escritos para os jovens...
Duas pérolas orientais, trazidas à luz pela mão, inconfundível, de Alice Vieira na obra Contos e Lendas de Macau.
É, por assim dizer, uma forma singela de homenagearmos quem, com tanta dedicação e carinho vem alimentando os sonhos a milhares de jovens e crianças: a escritora Alice Vieira.
Dois contos em que o Amor é, na realidade, a personagem principal, revelando, alguns aspectos da psicologia de vida das gentes do oriente,...da sua mitologia,...da sua resignação perante o imutável,... da sua visão do Amor...
Encenação e Cenografia - João Regueiras
Textos – Alice Vieira (adaptados ao palco)
Luz e Som - Equipa Técnica da Casa das Artes
Assistência de Encenação – Tiago Regueiras
Coreografias - Ana Regueiras e Sara Sampaio
Figurinos e Caracterização - Cármen Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 2 do Baú dos Segredos.
Produção - Casa das Artes de Famalicão


Uma outra história...
Teatro
25 de Julho, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 70 m
Exercício de interpretação de uma série de textos de vários autores, formando, por assim dizer uma viagem, por vezes, num ritmo alucinante, desde a criação do Homem até aos dias de hoje.
A representação, umas vezes séria, outras tantas, francamente satírica, é feita em cascata, dado o quase atropelamento dos acontecimentos, que são, aqui e ali interrompidos por apontamentos humorísticos ou não.
O estilo da representação revela-nos uma visão verdadeiramente pedratória da Humanidade (Como já alguém disse, não confundam com predatória! É mesmo no sentido de atirar pedras!).
Há, contudo, uma mensagem que os nossos actores quiseram “passar” com esta representação: é que, apesar dos muitos erros que o Homem cometeu ao longo da sua breve história, ainda vai a tempo de reparar alguns deles e continuar a sua caminhada, para que o seu futuro seja, francamente, viável.
Encenação e Cenografia - João Regueiras
Textos – De vários autores
Direcção Musical – Rui Mesquita
Luz e Som - Equipa Técnica da Casa das Artes
Assistência de Encenação – Tiago Regueiras
Participação especial - Ana Regueiras
Figurinos e Caracterização - Cármen Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 1 do Baú dos Segredos.
Produção - Casa das Artes de Famalicão

terça-feira, 9 de junho de 2009

"Edge" com espectáculos e workshops únicos em Famalicão, 6 a 12 de Julho.

Edge – London Contemporary Dance School
Dança contemporânea
10 e 11 Julho, sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros. Desconto de 20% para bailarinos e estudantes de dança.
M/3
Duração: 60 m
http://www.theplace.org.uk/
Estes espectáculos, com onze bailarinos, têm por base trabalhos da promissora geração de coreógrafos contemporâneos mundiais.
Gala final dos workshops
12 Julho, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
Pelo sétimo ano consecutivo e a convite da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Escola de Dança Neuza Rodrigues, a Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge, sedeada no “The Place, apresenta na Casa das Artes, dois espectáculos únicos em Portugal.
Neste contexto, será organizado workshops com a Companhia Inglesa, entre 6 e 12 Julho, para participantes entre os 11 e os 25 anos. As inscrições encontram-se abertas até ao dia 30 de Junho, máximo de 30 participantes, o custo 25 euros. Não é necessário possuir qualquer experiência na área da dança, pois este projecto será baseado na experiência “real e individual de cada formando”. No final, 12 de Julho, será apresentado ao público, juntamente com a companhia inglesa, o resultado dos workshops.
Estará presente, mais uma vez, a artista multimédia Sónia Rodrigues.

Yann Tiersen

5 de Julho, Domingo, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 25 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/yanntiersencomposer
http://www.yanntiersen.com/



O bretão Yann Tiersen, que se popularizou ao compor a banda sonora para o filme O Fabuloso Destino de Amelie Poulain, estará em Portugal a 4, 5 e 6 de Julho, no Centro de Artes e do Espectáculo da Figueira da Foz, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e no Centro Cultural de Belém, respectivamente.
Neste seu regresso, depois do CD e DVD ao vivo intitulado On Tour, vamos poder ver e ouvir algumas das novas músicas, que vão estar no novo álbum, intitulado “Dust Lane”, que será editado em fins deste ano, bem como as contidas na banda sonora do filme/documentário sobre a vida de Tabarly (editado o ano passado em CD), um navegador francês que morreu enquanto navegava no seu primeiro Pen Duick em direcção a Fairlie, na Escócia, onde iria participar numa homenagem a William Fife III.

Exposição de Pintura de Rui Aguiar


De 3 a 30 de Julho no Foyer
www.myspace.com/pintoruiaguiar

Título – Antologia de Trabalhos 1972 – 2007


Rui Aguiar nasceu no Porto em 1944. Expõe regularmente desde 1972, em mostras individuais e colectivas. Esta representado em diversas colecoes e museus, nomeadamente a Wassenhoven Collection – Bruges; Lalit Kala Akademi – Nova Deli; Museu do Desenho de Estremoz; Secretaria de Estado da Cultura – Porto; Camara Municipal de Matosinhos; Museu de Arte Contemporanea – Fundação de Serralves; Colecao da Caixa Geral de Depósitos; Colecao do Ministério das Finanças; Centro de Arte Moderna – Fundação Calouste Gulbenkian; Museu Amadeu Souza Cardoso, Amarante; Museu de Arte Contemporânea da Bienal de Cerveira. Foi destacado com: - Menção Honrosa de Pintura, 1984 – IV Bienal de Cerveira; - Grande Premio de Pintura, 1985 – Museu Nacional Soares dos Reis; - Premio, 1986 – IV Trienal Academia Nacional de Arte de Nova Deli; - Premio “S. João” de Pintura, 1989 – Porto; - Grande Premio de Pintura, 1992 – VII Bienal de Vila Nova de Cerveira; - Premio o Nacional de Pintura B.F.C., 1993; - Menção Honrosa – Premio Baviera de Pintura – 2000, Casa de Serralves – Porto; - Homenageado pelo conjunto da sua obra de Pintor nos Trinta Anos do 25 de Abril - 2004; ..