quarta-feira, 11 de março de 2009

RÃO KYAO “Homenagem a Zeca e a Abril”

Rão Kyao apresenta através das suas flautas de Bambu, com os magníficos arranjos a Oriente, sonoridade tão particular deste músico, uma homenagem à música tradicional Portuguesa e a Zeca Afonso.
25 de Abril, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/raokyao
Neste espectáculo tão particular Rão Kyao faz-se acompanhar de vários instrumentistas. A flauta adopta aqui uma das suas características mais marcantes, ou seja, a sua ligação profunda á voz humana e nesse contexto “canta” esta musica que tanto nos toca no nosso mais intimo. O repertório passa pela música tradicional, são temas originais e incursões ocasionais no nosso folclore de onde esta música derivou, e composições de Rão Kyao e de Zeca Afonso, com a influência evidente da música Oriental, que modelou tanto do estilo do músico como solista.
Rão é um músico com um percurso estético invulgar conseguido ao longo da sua vasta carreira. É uma das mais criativas e carismáticas figuras da música em Portugal.
Ao longo de uma carreira que já dobrou a vintena de anos, o lisboeta Rão Kyao tem-se distinguido pela sua persistente vontade em redescobrir o Oriente. Fazendo uso da flauta de bambu, que se tornou o instrumento de eleição, foi encontrando inspiração na música indiana, árabe, e, nas músicas do mundo. Restabelecendo o elo de sonoridades, entre a tradição musical portuguesa e a música a Oriente.
Os vários álbuns que editou indiciam de forma muito clara, a intenção expressa de a cada passo, redescobrir as raízes da música tradicional portuguesa, não temendo, o confronto com as suas fontes primordiais.
Começou pelo Jazz "Malpertuis", inspirou-se na música indiana "Goa", juntou-se às guitarras e fez o seu grande sucesso "Fado Bailado", que foi disco de platina. Numa nova viagem ao oriente, materializou o encontro com a Orquestra Chinesa de Macau, quando da entrega do território á China. O espectáculo foi transmitido para todos os países do mundo, através do canal Norte -Americano CNN.

Fujiya & Miyagi

Steve Lewis e o parceiro David Best (Fujiya & Miyagi) são o núcleo duro. Matt Hainsby e Lee Adams fecham o plantel.
Let’s dance! (Com as lâmpadas acesas)

Alternativa / Eletrônica
24 de abril, sexta-feira, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 80 m
www.myspace.com/fujiyaandmiyagi

… “Uma das grandes revelações do Séc. XXI…; … Matéria pop lúdica e escapista, incrivelmente dancável” …
In Ípsilon

São de Brighton, UK e estão juntos há 8 anos. Auto descrevem-se como uma banda marcadamente influenciada pelos Can ou Neu – Bandeiras do movimento Kraut Rock dos anos 70,
O New Music Express tem vindo a acompanhar a banda bem de perto, reiterando-lhe excelentes críticas, quer aos registos, quer ás actuações ao vivo onde se transubstanciam.
Fujyia é uma marca de gira-discos. Miyagi é o simpático (E chato) mestre do blockbuster dos anos 80 – “Karate Kid”. Felizmente, Fujiya & Miyagi nada têm de chatos ou “naif”. Bem pelo contrário, o ritmo é contagiante e sem rotinas.
“lightbulbs” é o álbum que confirma as expectativas mais optimistas de uma das mais originais e criativas bandas do momento. Por cá as críticas não poderiam ser melhor.
Para o conceituado semanário Ípsilon, assinam um dos melhores e mais bem conseguidos álbuns de 2008.
“ O humor minimalista das letras mantém-se presente, bem como a transformação do Kraut Rock dos Neu! Em elegância funk apontada à pista de dança...” In Ípsilon.

On the Road de Jack Kerouac

Espectáculo cancelado por razões alheias à Casa das Artes de V.N. Famalicão
por Tó Trips e Tiago Gomes
o espectáculo “On The Road”, basea-se no livro homónimo de Jack Kerouac, quando se assinala o 50º aniversário do seu lançamento.
Esta performance consiste numa banda sonora para o livro, por Tó Trips em guitarra e efeitos vários, e Tiago Gomes lendo excertos do livro, com vídeo-beat de Raquel Castro.
É de facto a viagem, uma estrada perdida e infinita para onde os dois performers e o vídeo remetem o espectador, para a route 66, América de todos os sonhos que aqui são todas as estradas do mundo: vias rápidas, estradas secundárias, deserto, cidades perdidas na noite e becos sem saída.
O espectáculo-viagem tem a duração de uma hora.

18 de Abril, sábado, 23h00, Café concerto
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 60 m
www.youtube.com/watch?v=CKkVe5BtmFo
www.myspace.com/totripsguitar

DANAE & os novos crioulos

Danae Estrela, cantora e compositora de Cabo Verde, lança em Março deste ano um novo trabalho “ CAFUCA”. Conta com um formato musical simples mas que não vai deixar ninguém indiferente pela originalidade dos instrumentos envolvidos e pela riqueza e diversidade de sons e influências musicais. 18 de Abril , Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/danaexdanae
Danae, ao longo dos últimos anos, foi à procura de sons, imagens, palavras, histórias que conseguiu modular em melodias próprias com as referências mais variadas.
A música torna-se, sob este ponto de vista, uma prática aberta que encontra na troca de experiências uma mais valia para a produção de um trabalho sem rótulos.
As letras e as músicas, da autoria da Danae, inserem-se dentro de um campo de possibilidades criativas de difícil “ajuste” num estilo definido.
O novo projecto musical nasce após a redacção quotidiana de pequenas histórias escritas e vividas.
Músicos
Danae Estrela, Voz – Guitarra
Danilo Lopes, Guitarra – Coros
Raimund Engelhardt, Tablas – Cimbal – Percussão
Johannes Krieger, Trompete

Concerto de Páscoa

Concerto de Música Religiosa alusivo à temática da Páscoa, inserido nas comemorações da Semana Santa de V.N. Famalicão
8 de Abril, quarta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 75 m

1ª Parte
“Cantate Domino” – C. Monteverdi (1567 - 1643)
Joaquina Ly, soprano I
Filipa Lã, soprano II
António Ramos, violino I
Clara Dias, violino II
Rogério Peixinho, violoncelo
Filipe veríssimo, órgão

“Mein Herze Schwimmt in Blut” – J. S. Bach (1685 – 1750)
Joaquina Ly, soprano
António Ramos, violino
Clara Dias, viola
Rogério Peixinho, violoncelo
Pedro Castro, oboé
Filipe Veríssimo, órgão
Intervalo 10 minutos
2ª Parte
"Salve Regina“ – G. B. Pergolesi (1710 – 1736)
Filipa Lã, soprano
António Ramos, violino I
Clara Dias, violino II
Rogério Peixinho, violoncelo
Filipe veríssimo, órgão

“Symphoniae Sacrae II Nr. 16 - Es steh Gott auf SWV 356” – H. Schütz (1585 – 1672)
Joaquina Ly, soprano I
Filipa Lã, soprano II
António Ramos, violino I
Clara Ramos, violino II
Rogério Peixinho, violoncelo
Filipe veríssimo, órgão

terça-feira, 10 de março de 2009

2ª Edição Festival Internacional de Música de Câmara Stellenbosch-VN Famalicão para Piano, Cordas e Trompa

1 a 5 de Abril de 2009

Luis Magalhães - Direcção Artística

Artistas:
Piano:Nina Schumann - África do Sul - Luis Magalhães - Portugal

Cordas:Frank Stadler (violino) – Áustria Suzanne Martens (violino) - África do Sul Gareth Lubbe (viola) - Alemanha Peter Martens (violoncelo) - África do Sul Leon Bosch (contrabaixo) – Inglaterra

Trompa: Abel Pereira – Portugal

Clarinete: Nuno Pinto - Portugal

Conversas no Café Concerto:Maestro António Vitorino d’Almeida – Portugal

PROGRAMA DO FESTIVAL

Dias 1 e 2 de Abril 2009 Masterclasses
Recepção dos alunos durante a manhã.
Ensaios e aulas durante todo o dia.

Sexta-Feira, 3 de Abril 2009 Recepção durante a manhã10:00 – 13:00 Ensaio 13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto
21:00 – Concerto de Abertura
Sábado, 4 de Abril 200909:00 – 12:00 Ensaio13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto 21:00 – Concerto de Música de Câmara
Domingo, 5 de Abril 200909:00 – 12:00 Ensaio13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto21:00 – Concerto de Encerramento

Masterclasses - Executante 50 euros; Ouvinte 25 euros
50% de desconto para alunos de música das escolas do Concelho
Inscrições: www.stellenbosch-vnfamalicao.com
CONCERTOS
Preço por Concerto 5 euros
Preço único para os três concertos 12 euros

Exposição Pintura de Ruy Silva




20 anos de carreira
Foyer de 2 a Abril a 2 de Maio 2009

Ruy Silva, (Viseu, 1974), é um artista com uma carreira expositiva iniciada há 20 anos.
Com formação base em Educação Visual e Tecnológica com Doutoramento em “Pintura - Ponto de Referência, Imagem - Design” na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Salamanca.
Ao desenvolvimento e pesquisa experimental próprios associa formação profissional inter complementar em Cursos de Fusing e em diversas áreas de especialidade: pintura, cerâmica e azulejo, pintura com englobes, vidrados, corda seca, raku. Exerce Docência no Ensino Secundário e é Professor Formador em atelier próprio.
Actualmente, possui uma galeria privada onde hospeda os seus trabalhos, aberta ao Amigos/Clientes e Coleccionadores.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

DOGMA

Digressão Nacional de apresentação do CD “O Segredo”
28 de Março, sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 75 m

http://www.dogmamusic.com/
www.myspace.com/ouvedogma
Dogma - Depois de um 2008 em que lançaram o seu primeiro disco "O Segredo", cujo tema homónimo invadiu as rádios nacionais, a banda do Porto continua em 2009 a apresentação ao vivo do trabalho que a lançou, podendo-se esperar mais um espectáculo pleno de intensidade.

A VERDADEIRA TRETA

Com José Pedro Gomes e António Feio
Teatro
28 e 29 de Março, Sábado 21h30 e Domingo 17h00, Grande Auditório
Entrada: 15 euros
M/12
Duração 90 m
“Toni e Zézé estão de regresso! Com uma sólida amizade, encontram-se frequentemente para profundas considerações filosóficas sobre o quotidiano que conhecem. Dissertam sobre tudo e sobre nada, afirmando as suas críticas sociais como verdades absolutas. A aventura começou no Auditório Carlos Paredes, em 1997, e desde então já correu o país, esgotou o Coliseu dos Recreios várias semanas, foi um programa de rádio, uma série televisiva. O DVD, o livro e o filme vieram mais tarde confirmar o sucesso da dupla. Em 2008, apresentam “A Verdadeira Treta”, um regresso à essência da “filosofia do disparate” que já fez rir milhares de espectadores...que há muito reclamavam por mais!”
Texto – Eduardo Madeira e Filipe Homem Fonseca

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

CORVOS

O misticismo, o oculto, as noites e seus mistérios, a fusão da escola clássica com o rock, o modo espontâneo e imediato como comunicam com o público, e sobretudo a energia arrebatadora que caracteriza os seus concertos, são algo muito vivo e constante nos CORVOS
Concerto de encerramento do FAMAFEST
Rock / Alternativa / Clássico
21 de Março, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: livre à lotação da Sala
M/3
Duração 60 m

Corvos são uma banda incomum no panorama da música portuguesa. É constituída por quatro elementos com formação musical clássica mas que tocam temas essencialmente de matriz rock. Trata-se de um quarteto de cordas, constituído por Pedro Teixeira da Silva, Tiago Flores (violinos), Nuno Flores (violeta), Cláudio Nunes (violoncelo), que alia o virtuosismo instrumental dos seus elementos e a excelência das composições,arranjos e interpretações intemporais, ao gosto musical eclético, passando pelas suas origens clássicas e continuando pelo rock, música popular contemporânea e variadíssimos outros estilos musicais. O Espectáculo ao vivo, com um baterista convidado, é o local certo para poder sentir e ouvir, o que eles têm para lhe oferecer.
Com a edição do seu quarto album, The Jinx, os Corvos contam com um baterista que faz parte integrante da banda.

Formação
Pedro Teixeira da Silva -
violino
Tiago Flores -
violino
Nuno Flores-
Viola d'arco
Cláudio - violoncelo
Pedro Silva "Pita" -
bateria
Discografia
Corvos Visitam Xutos (1999)
Post Scriptum (2001)
Futuro que era Brilhante - single (2001)
Corvos 3 (2003)
The Jinx (2007)

Carlos do Carmo

Os Fados intemporais como “Lisboa Menina e Moça”, “Os Putos”, “Canoas do Tejo”, “Por Morrer Uma Andorinha” ou “Um Homem na Cidade”, na abertura do FAMAFEST.
Fado
14 de Março, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 15 euros
M/3
Duração 60 m
http://www.carlosdocarmo.com/
Carlos do Carmo iniciou em 1963 uma das carreiras mais sólidas no panorama artístico português, para a qual contribuiu a sua coragem de assumir o Fado no masculino e também o facto de trazer para o Fado novos elementos: contrabaixo e formação com orquestra, entre outros e ainda novos talentosos compositores, bem como a poesia e a prosa de grandes poetas e escritores contemporâneos portugueses. Por tudo isto, são inúmeros os prémios e honrarias recebidos até hoje (em anexo, destacam-se os mais relevantes).
Falar de Carlos do Carmo é associar o seu nome ao que de mais genuíno e popular se canta nas ruas de Lisboa, quer seja um simples pregão de varina, um esvoaçar de gaivotas do Tejo ou uma festa popular com sardinha assada. Na sua voz, andam também de mãos dadas a saudade, os amores não correspondidos, a solidão, a primavera com andorinhas e os “putos” deste Portugal e ainda a esperança e o futuro.
Carlos do Carmo é acarinhado por um público que o respeita e estima, apreciando nele, além das suas qualidades de grande intérprete e comunicador, as de um homem interessado na evolução da música da sua terra, acreditando na evolução do homem na sua globalidade. Os seus mais de um milhão de discos vendidos são prova inequívoca disso mesmo.
Os seus recitais para a televisão fazem parte do arquivo histórico do Fado, reconhecidos que são pela sua elevada qualidade e pelo sentimento inovador que cada um deles transmite. “Por Morrer uma Andorinha”, “Duas Lágrimas de Orvalho”, “Bairro Alto”, “Gaivota”, “Canoas do Tejo”, “Os Putos”, “Lisboa Menina e Moça”, “Estrela da Tarde” são alguns dos grandes sucessos populares da sua carreira.
Cantou nos cinco continentes e as suas passagens no "Olympia" em Paris, nas óperas de Frankfurt e de Wiesbaden, no Canecão de Rio de Janeiro, no "Savoy" de Helsínquia, no Auditório Nacional de Madrid, no Teatro da Rainha em Haia, no teatro de São Petersburgo, na Place des Arts em Montreal, no Tivoli de Copenhaga, no Memorial da América Latina em São Paulo e mais recentemente no Teatro D. Pedro V em Macau (com transmissão em directo para toda a China) são momentos muito altos da sua carreira. Os concertos no Mosteiro dos Jerónimos, na Fundação Gulbenkian, no Casino Estoril, no Centro Cultural de Belém, na Casa da Música, na Torre de Belém e no Coliseu dos Recreios de Lisboa fazem a diferença a nível nacional, pelo conceito que lhes foi dado, sempre em prol da evolução do Fado.

FAMAFEST 2009

11º Festival de Cinema e Vídeo de Vila Nova de Famalicão
de 14 a 21 de Março

Entre 14 e 22 de Março, em dois auditórios da Casa das Artes, e ainda nos auditórios da Biblioteca Municipal e da Casa de Camilo, em Seide, o Famafest 2009, XI Festival de Cinema e Vídeo de Vila Nova de Famalicão, dedicado a “Cinema e Literatura”, irá apresentar uma vasta secção a concurso, com obras oriundas dos quatro cantos do mundo, e ainda várias secções paralelas, entre as quais “Da Palavra à Imagem”, onde pode ver ou rever alguns dos mais recentes filmes adaptados de obras literárias. Uma vasta retrospectiva de filmes inspirados em Edgar Allan Poe (por altura do segundo centenário do seu nascimento), com obras de Griffith a Roger Corman. Homenagens a Alexander Soljenitsin, Yukio Mishima, Claude Berri, Machado de Assis. De colaboração com o FICAP, ciclos sobre Peter Brook e Bob Wilson. Cinema português e filmes para a juventude. Homenagem aos 80 anos de Tintin e Rato Mickey. Concertos: a abrir Carlos do Carmo e a fechar Corvos. Homenagens, dia 14 de Março, Laura Soveral, Susana Borges, Mário Cláudio, dia 16 Março, Urbano Tavares Rodrigues e Luis Miguel Cintra.

Work in Progress - PEDRO TOCHAS

Stand-up comedy
13 de Março, sexta, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/12
Duração 60 m
http://www.pedrotochas.com/

Quando se vê um artista de rua surgem várias questões:
Quais as histórias por trás dos truques?

Quais as motivações para os aprender?

Qual o resultado da sua apresentação?

Este espectáculo é o relato do percurso de um artista de rua através dos truques que vai aprendendo.

O comediante português, Pedro Tochas, de seu nome verdadeiro Pedro Nuno Simões Lopes dos Santos, destaca-se pela sua capacidade de improvisação, formação em vários tipos de espectáculo e actuações em várias partes do mundo. Já ganhou vários prémios e consagrações, em especial para o seu trabalho “O Palhaço Escultor”. Foi premiado no estrangeiro com o prémio “The biggest fool” num festival de teatro na Noruega. Na televisão pertenceu ao quadro de actores do cómico Programa da Maria, na Sic em 2000. Em 2004 apresentou um programa de viagens na RTP mas a sua imagem ficou na memória de todos os portugueses através da campanha publicitária da água com gás, a Frize.
Partindo do malabarismo, passando pelo teatro físico e de rua, juntando elementos de stand-up comedy, temos como resultado um trabalho multidisciplinar em tom de contador de histórias, que nos mostra como muitas vezes o percurso pode ser a parte mais divertida da criação artística.

FICHA TÉCNICA
Texto e Interpretação - Pedro Tochas
Fotografia - Frederico Martins

Mulher com aquilo….

Co-produção: Casa das Artes/Mina de Moiros
Teatro comédia
8 Março, Domingo, 17h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 90 m

A Mulher com Aquilo é a história de Paula e Lígia, duas amigas que discutem o que é ser mulher, num mundo de homens, com as suas inevitáveis diferenças. Os altos cargos nas empresas são reservados aos homens, restando às mulheres a aspiração a uma merecida promoção. Paula, insatisfeita com esta realidade, começa a desejar ser homem, o que praticamente se realiza. Chega o dia em que ela pensa vir a ser nomeada para a vice-presidência da empresa. Porém, o cargo é entregue a um homem, um belo homem, que deixa Paula de queixinho caído. Quem é este homem? Quem é Paula agora, e como vai ela lidar com o seu namorado?

FICHA TÉCNICA
Encenação e Adaptação
Leonel Rocha
Assistente de Encenação
Luíz Oliveira
Interpretação
Marcela da Costa
Mónica Samões

Operação de Luz e Som
Pedro Oliveira
Figurinos
Cláudia Ribeiro
Música
Bel Viana
Cenografia
Arq. Marques Vieira
Fotografia
Duarte Almeida

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

SIMON BOOKISH

Apresentação do álbum “Everything/Everything” - Concerto único em Famalicão
Pop/ Experimental /Electrónica
7 de Março, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 75 m
www.simonbookish.com
Leo Chadburn mais conhecido como Simon Bookish frequentou a Guidhall School of Music and Drama entre 1997 e 2001. Afirmando-se como um vocalista de carácter livre caminhando entre composições pop e experimentais, apresentou também algumas remixes e efectuou experiencias sonoras ligadas ao teatro e dança contemporânea.
Lançou em 2006 o álbum “Unfair Funfair”, uma energética sequencia de canções, com um imaginário repleto de historias musicais sobre Eurípedes, Richard the Third, a invenção da Guilhotina, entre outros.
Um ano mais tarde, lança o álbum “Trainwreck/Raincheck” , marcadamente electrónico, estabelecendo um “diálogo” muito interessante entre o design sonoro e as palavras, criando fantásticas ambiências.
Lançou singles pelas editoras Tomlab e Playlouder recordings, tendo também sido convidado pelos Franz Ferdinand, The Organ e Grizzly Bear para a participação em remisturas.
É frequentemente solicitado para participações em álbuns de vários artistas, nomeadamente por Max de Wardener, Leafcutter John, Patrick Wolf e Saint Etienne.
No inicio de 2007 participou no National Theatre´s production of Brecht´s Caucasian Chalk Cricle em parceria com a Filter Theatre Company.
Simon Bookish realizou desde 2003, cerca de 50 actuações a solo pelo Reino Unido, Alemanha, Holanda e Grécia. A sua musica foi presença constante na rádio BBC ONE e na XFM e apresentou alguns programas na estação londrina Resonance FM.
Nos últimos anos abrandou o ritmo das actuações ao vivo, o que acabou por lhe conferir um estatuto de maior exclusividade.
Este artista ímpar e insólito, como que de uma personagem de um imaginário POP se tratasse, (Ou de um Cartoon sobre o super-herói da canção moderna) vem à Casa das Artes – Palco de muitos imprevistos – Apresentar o seu mais recente longa duração, o super aclamado “Everything / Everything” – Um instantâneo Electro-Pop onde o improviso ultrapassa o rigor do planeado. Para muitos, este novo álbum representa a afirmação definitiva de Simon Bookish enquanto compositor e cantor.
O ípsilon (Suplemento do Público, entenda-se) deu-lhe nota positiva e excelentes críticas; A Actual (Expresso), não ficou atrás, a revista Blitz também não (Ver crítica abaixo transcrita). Em Janeiro, Simon Bookish confessou-se a Nuno Galopim (DN) e o conceituado blog – Sound and Vision - do não menos conceituado jornalista deu-lhe um destaque de honra, partindo a entrevista em três partes, editada consequentemente, em três dias seguidos.
In Blitz:
“Imaginem Sparks, Divine Comedy e Pulp (pelo menos) concentrados num único excêntrico personagem. Simon Bookish faz justiça ao apelido que escolheu (espécie de “marrão” ou “rato de biblioteca”), as suas letras são um delírio de referências e jogos de palavras, num flow com total entrega e carisma, frequentemente acompanhado por trompete, clarinete ou equivalentes sintéticos. É tudo um pouco apocalíptico, lírico e festivo, romântico, primórdios do séc XX, pop desligada de um tempo certo. “Carbon” fala em Buckminster Fuller enquanto, a princípio, parece um hino de devoção gay (”Show me your sweet DNA”), “Victorinox” é, logo, um bom título, tal como “Synchrotron”, um dos mais Pulp no álbum mas também recorda o Felix Kubin mais burlesco. Já agora, “Colophon”, outro título no mesmo espírito, é todo Woodentops na voz, no resto é uma canção barroca com harpa que encerra o álbum com longos segundos” de um uuuu feminino logo antes do fim da transmissão. Estilo e substância num mesmo pacote, “Everything/Everything” não é só um título qualquer, indica uma vontade (que a capa também consegue transmitir) em dominar a matéria do universo. (In Blitz).
Simon Bookish na Casa das Artes, ao vivo (e a cores).

A NOIVA CADÁVER

Atelier Baú dos Segredos
Teatro
5 e 6 de Março, quinta e sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 60 m

Baseado num conto popular russo, A Noiva Cadáver conta a história do desajeitado e tímido Victor, que se vê envolvido numa embrulhada, paralelamente no mundo dos vivos e dos mortos, onde em ambos os lados faz o papel de noivo.
Uma história de contrastes num mundo de contrastes, em que os mortos "vivem" num ambiente muito mais festivo e alegre, em oposição aos vivos que parecem deambular por um mundo escuro e triste, ou seja, a Inglaterra vitoriana.
A era Vitoriana, recebe esse nome por causa da rainha que estava no poder nessa
época, ou seja, a rainha Victoria.
Ora, um dos objectivos da obra é, justamente, fazer uma crítica da sociedade britânica dessa altura.
Aos olhos do espectador atento, existem até várias semelhanças entre os personagens da obra e gente que, de facto, viveu nesse período da história da Inglaterra, Disso é exemplo, a educação da personagem Victoria:
A habilidade musical não era bem vista para uma jovem, pois supunha-se que a música despertava sentimentos e as mulheres eram tidas como sexualmente perigosas, logo, a mulher que tivesse desenvolvido habilidades musicais, era encarada como vulgar e imoral.
Ora aí está um traço vitoriano que diz respeito à educação das moças.
Tendo em vista que a mulher era criada e educada para a vida matrimonial, era melhor que ela não possuísse estudos desnecessários, ou seja, que aprendesse apenas o suficiente para cuidar de uma casa – dirigir empregados, ser a interlocutora do marido e educar os filhos. Para isso, não era necessário o domínio de conhecimentos técnicos especializados nem de latim. Somente a formação prática e teórica em economia doméstica.
A intenção pela qual o nome da Rainha Victoria foi mantido na obra, pode ter sido para afirmar que a personagem Victoria Everglot foi realmente baseada na Rainha, uma vez que a peça foi criada a partir de documentos históricos sobre a rainha Victoria, uma pessoa que efectivamente existiu e que provavelmente serviu de “molde” para a criação da personagem, como se pode perceber pelas características em comum.
A Noiva Cadáver é uma obra saída do imaginário de Tim Burton, senhor que já nos habituou a um mundo muito próprio de fantasia, de teor gótico, não deixando de nos surpreender.
Inicialmente, esta obra foi apresentada num filme de animação com êxito mundial.
Por isso encaramos como um desafio a sua montagem em palco.
Essa é a razão que nos move, desta vez.
Esperemos que gostem!

FICHA TÉCNICA
Produção - Casa das Artes de Famalicão
Adaptação, Encenação e Cenografia - João Regueiras
Luz, Som e Manuseamento de Cenários - Equipa Técnica da Casa das Artes
Direcção Musical - Rui Mesquita
Figurinos e Caracterização - Carmen Regueiras e Emília Silva
Coreografias - Ana Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 2 do Baú dos Segredos

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Alguns dos Concertos programados para 2009

Simon Bookish, 7 de Março.
Carlos do Carmo, 14 de Março
Corvos, 21 de Março.
DANAE & Os Novos crioulos, 18 de Abril
Fujiya & Miyagi, 24 de Abril
DeVotchKa, 8 de Maio
Judy Collins, 20 de Junho.
Yann Tiersen, 5 de Julho.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

António Pinho Vargas - PIANO SOLO


António Pinho Vargas revisita, em novas versões para piano solo e com uma nova atitude face ao acto de improvisar, as composições para os seus grupos de jazz de 1976 a 2000 e mais algumas novidades.

28 de Fevereiro, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 60 m
Depois de cerca de sete anos afastado dos palcos enquanto performer, António Pinho Vargas regressa aos palcos no ano 2008. Recordado pela maior parte do público como o pianista de jazz, autor de temas de êxito como Tom Waits ou Dança dos Pássaros, 25 anos depois da edição do primeiro álbum de originais, o compositor regravou as suas obras para piano solo. Um acontecimento editorial que marca uma nova temporada e que faz esta grande referência da composição erudita contemporânea em Portugal, regressar aos concertos. Em Fevereiro, a Casa das Artes recebe o aguardado reencontro de António Vargas com o público.