quarta-feira, 10 de outubro de 2018

3º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO | Arte Sinfónica | Orquestra ARTEAM


MUSICA PARA FAMÍLIAS 2018

3º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Arte Sinfónica | Orquestra ARTEAM

Javier Viceiro maestro | Apresentação de Jorge Castro Ribeiro

7 de outubro| domingo| 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min



Programa

C. Saint-Saëns (1835-1921) - La Princesse jaune overture, Op.30

N. Rimsky-Korsakov (1844-1908) - Overture on Russian themes, Op. 28

J. Braga-Santos (1924-1988) - Abertura Sinfónica no. 3, Op. 21


CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE - Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2018

Fado no Café da Casa \ Fadistas - Raquel Sousa e Pedro Marão



Fado no Café da Casa
Musica/ Fado
5 de outubro| sexta | 22h00| café concerto
Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros
M/6
Duração: 80 min
Fadista, 1ª parte– Raquel Sousa
Fadista, 2ª parte– Pedro Marão
Guitarra Portuguesa – Miguel Amaral
Viola de Fado – André Teixeira

 

Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores.



No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

Projeto GermInArte |Formação na Casa das Artes de Famalicão


Projeto GermInArte |Formação

GermInArte trata-se de um projeto que tem como objetivo ações de formação especialmente direcionadas para a qualificação de profissionais que trabalhem com bebés e crianças dos 0 aos 6 anos de idade.

A Formação Transitiva GermInArte (FTG) baseia-se na publicação “Manual para a Construção de Jardins Interiores” (edição da Fundação Calouste Gulbenkian). Aborda várias perspetivas estéticas e educativas para a infância. Destina-se a educadores, músicos e outros artistas com interesse pela intervenção musical em contextos de interação com bebés e crianças (0-6 anos). A FTG é formada por três módulos de 3 horas cada, que ocorrem em dois sábados, perfazendo um total de 9 horas.

Data | Horário:

1.º Sábado – 20 Outubro: 10h00 às 13h00; 

2.º Sábado – 27 Outubro: 10h00 às 13h00 e 14h30 às 17h30;

Finalidade:
Contribuir para o desenvolvimento social e humano a partir da primeira infância;

Objetivos:
- Desenhar e implementar modalidades de formação de carácter artístico e musical;
- Qualificar recursos humanos e profissionais para a primeira infância;

Parceria:
Companhia de Música Teatral; Laboratório de Música e Comunicação na Infância do CESEM-FCSH; Universidade NOVA de Lisboa

Financiamento:
Fundação Calouste Gulbenkian Apoio: Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura / Direção Geral das Artes; Universidade de Aveiro; Fundação para a Ciência e Tecnologia; APEI

Inscrições:


Mínimo 10 formandos; máximo 25 formandos.

Totalmente gratuito. 

Casa das Artes e envolvente | “Eu é que conto” - Fértil.


“Eu é que conto”



10 de Outubro às 10h30 - Salão Nobre da Junta de Freguesia de Oliveira Santa Maria;

17 de Outubro às 10h30- Centro Escolar de Telhado.

Entrada:  livre á lotação da Sala

M/6

Duração: 30 min

Uma senhora que colecciona livros sabe-se lá onde, vem para contar uma história. Mas como é muito distraída chega atrasada, acaba por tropeçar em tudo e sem querer entra numa outra dimensão, a da imaginação. Confusa e com outros personagens a invadi-la constrói uma história diferente, divertida e cheia de criatividade. Baseando-se nos contos dos irmãos Grimm e histórias tradicionais portuguesas esta senhora dá-nos um momento de teatro surpreendente.



FICHA ARTÍSTICA

Criação e interpretação Neusa Fangueiro

Apoio à criação e música Rui Alves Leitão

Figurino Cláudia Ribeiro

Costureira Carmo Alves

Cartaz Nuno Lopes

Produção Fértil

Casa das Artes e Envonvente | PaPI - Opus 8 Estreia


PaPI - Opus 8 Estreia

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Musica Teatral

Apresentações em:

   22/10 – Associação Gerações, Vila Nova de Famalicão, às 10h30 e 14h30;

23/10 – Escola Básica do Louro/Mouquim, Louro, 10h30 e 14h30;

24/10 – Centro Escolar de Antas, Antas, às 10h30 e 14h30;

25/10 – EB1/JI Lousado, Lousado, às 10h30 e 14h30;

26/10 – Casa das Artes Pequeno Auditório, às 10h30 e 15h00.                    

PaPI-Opus 8 é filho de Orizuro. Voa por creches e jardins-de-infância porque é lá que encontra os meninos e as meninas com quem gosta de brincar. É ágil e colorido. Canta e viaja ao sabor dos sons e do movimento. A sua chegada é anunciada e a sua visita deixa vontade de o voltar a ver, mais tarde, mais crescido, mas sempre pronto a brincar.



Público-alvo:

Público e Lotação: Salas de creche ou de jardim-de-infância com bebés ou crianças com idades compreendidas entre os zero e os seis anos de idade acompanhadas dos respetivos profissionais de educação.

Duração

Áprox 30 min

Casa das Artes e Envolvente - Apresentação do Projeto “Orizuro”



Casa das Artes e Envolvente



A)   Projeto “Orizuro”

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Musica Teatral

“Orizuro” é nome de pássaro. Ou melhor, de um origami que representa um pássaro. O orizuru na cultura tradicional japonesa é um símbolo de felicidade e na segunda metade do século vinte, após a bomba de Hiroshima, tornou-se num ícone do desejo de paz. “Orizuro” é uma viagem à essência da escuta. Ensinar a olhar e escutar de forma poética é uma forma de ajudar a preservar o mundo em que vivemos. E esta é uma “canção" que tem de ser aprendida desde que se nasce. Embalados por experiencias artísticas que podem ajudar a “afinar” as pessoas com o que as rodeia, esvoacemos em bando por entre mares, árvores ou desertos até que um canto coletivo reúna o mundo. Orizuro procura revelar todos os pássaros, os reais e os imaginários, os das historias, da poesia, da música, dando asas à delicadeza. Convidam-se bebés, crianças, Pais e profissionais a aninhar e a voar até ao infinito, através da participação nas seguintes iniciativas:

- Formação e Lançamento do projeto - Dia 4 de Outubro, Sala de Ensaio às 18h00

A formação visa ajudar a tirar o melhor partido possível deste projeto. Mais concretamente, pretende-se maximizar os efeitos da apresentação de PaPi-Opus 8 na creche /jardim-de-infância/ escola e na participação da criação de uma instalação artística. Procura-se também indicar formas que permitam o desenvolvimento de competências artísticas e relacionais no trabalho desenvolvido quotidianamente com as crianças. O tema da sustentabilidade ambiental estará presente a partir de vários desafios de “escuta ativa” e de várias histórias sobre pássaros.

Destinatários

Educadores, auxiliares de educação, professores e membros das Associações de Pais das escolas envolvidas.

Duração

Áprox 3 Horas (C/intrevalo)

Carina Amarante - Apresentação do seu primeiro álbum “Por ti fado me perdi”- Casa das Artes Vila Nova Famalicão


Carina Amarante

Apresentação do seu primeiro álbum “Por ti fado me perdi”.

Fado

Fadistas Convidados: Joaquim Macedo, Mariana Correia Miguel Xavier

João Martins: guitarra portuguesa

André Teixeira: viola

Sérgio Marques: viola Baixo

André Silvestre: piano

3 de outubro |quarta-feira| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 2 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 Euros

M/6

Duração: 70 m



Por ti fado me perdi…

Perdi-me pelas palavras e para o mundo para onde elas me levam.

Por ti fado me perdi…e contigo transmito amor, saudade, tristeza e a alegria de sentir que cada dia é um novo dia apaixonante e apaixonado, pleno de emoções e sentimentos.

O fado é um caminho que descobri, que vou percorrer e pelo qual me apaixonei.

O silêncio, a musicalidade e a sonoridade das guitarras acompanham a minha voz e as palavras que me levam ao meu destino.

Eu Carina Amarante por ti fado me perdi…

Exposição de fotografia e vídeo de Ana Cidade Guimarães e Virgílio Ferreira – uma encomenda da Casa das Artes de Famalicão, no âmbito do Close-up


Título: A natureza do lugar e o lugar da natureza: conversas – exposição de fotografia e vídeo de Ana Cidade Guimarães e Virgílio Ferreira – uma encomenda da Casa das Artes de Famalicão, no âmbito do Close-up

De 13 de Outubro (inauguração às 15h00) até 30 de Novembro

“A natureza do lugar e o lugar da natureza: conversas” propõe a experiência sobre uma ideia de lugar, a partir da qual se constituiu a proposta de instalação, fotografia e vídeo dos artistas Ana Cidade Guimarães e Virgílio Ferreira. A exposição incide sobre a exploração de (re)combinação do espaço e tempo, coordenados e não coordenados entre si, resultando numa variedade de imagens simbólicas, sons e movimentos das quais vários lugares em mutação podem ser formados.

' O que nos distingue' espetáculo de homenagem A Neuza Rodrigues.


' O que nos distingue'

O que nos distingue... é o modo como se expressa a nossa alma naquilo que fazemos. Ensinando com a alma, a professora Neuza Rodrigues marcou gerações! Este espetáculo pretende homenagear a nossa Néné, ao longo dos seus 25 anos de ensino em Vila Nova de Famalicão.

Coprodução: Crescer Além da Dança e a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

Dança

22 de setembro de junho | Sábado | 21h30 | Grande auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/12

Duração: 60 min (sem intervalo)



Ficha técnica

Direção criativa, técnica e artística – Sara Ferreira

Criação coreográfica - Sara Ferreira, Francisca Martins e todas as alunas

Coordenação executiva - Ana Luísa Peixoto

Figurinista – Andreia Oliveira

Execução guarda roupa – Manuela Andrade

Criação e execução de adereços - Ana Luísa Peixoto e Manuela Andrade

Maquilhagem – Ana Pereira


Exposição Pintura de Leonor Sousa na Casa das Artes de Famalicão.


Exposição Pintura de Leonor Sousa
10 a 30 de setembreo [FOYER]
Titulo - África Minha

                                                 



“ África Minha”

“ África, conjunto de cheiros, cores e sons que despertam os sentidos não deixando indiferente quem por lá passa.

Há quem ame África por ter lá nascido, outros por terem lá vivido e há ainda quem a ame por uma razão difícil de explicar somente entendível ao nível espiritual. Sendo África por si só terra da espiritualidade, é possível que existam muitas almas negras em corpos brancos. Sinto que este é o meu caso, com as minhas vestes negras revelo a cor da minha alma da gente que me corre nas veias, sem nunca ter pisado solo Africano sinto-me tão de lá como qualquer nativo.

Sendo que o negro me fica só pelas veias e pelas vestes, pois as cores de África, o ocre da terra os verdes das matas e o colorido dos tecidos locais estão espalhados na minha obra e ao contemplá-la somos reportados para o calor das cores dos cheiros e das gentes.”

Leonor Sousa

sábado, 2 de junho de 2018

Livro de Horas- Manuel Tur | Teatro - Casa das Artes de Famalicão


Livro de Horas

uma peça para um actor e um conjunto de vozes gravadas

Coprodução – A Turma, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e Teatro Municipal do Porto.

16 de junho | Sábado | 21h30 | Grande auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros

M/12

Duração: 60 min (sem intervalo)



Direcção - Manuel Tur

Texto – Rui Manuel Amaral

Vozes Gravadas - Mário Santos, Raquel Rosmaninho, Rodrigo Santos e Teresa Arcanjo

Cenografia – Ana Gormicho

Ilustrações - Inês Gomes Ferreira 

Figurinos – Anita Gonçalves

Desenho de Luz – Cárin Geada

Desenho de Som – Joel Azevedo

Assistência de Projecto - Joana Mesquita

Registo Gráfico - Joel Faria



SINOPSE

“Todo o mundo é um palco”, diz Jacques em “Como vos Aprouver”, reproduzindo a mais universal das ideias, a de que a vida é uma sucessão interminável de palcos: camas, quartos, salas, corredores, casas, ruas, bairros, cafés, escritórios, jardins, hospitais, lugares desconhecidos e outros que nos são familiares. O que revelamos e o que ocultamos quando subimos ou descemos o pano; que truques, gestos e artifícios usamos nas longas e também nas breves cenas da vida social? E mais importante ainda: que personagens e papéis representamos para

nós mesmos, no interior da nossa cabeça? O que revelamos e o que ocultamos na solidão dos nossos palcos interiores? O que acontece nos bastidores, debaixo da pele? E o que resta no fim?

Talvez a resposta seja o vazio mais profundo, a mais profunda solidão. Talvez as ficções que criamos para nós e para os outros sejam o que existe de mais real. Talvez o nosso show solitário seja a única realidade possível.

Casa das Artes e Envolvente | Junho 2018


Casa das Artes e Envolvente

 A) Pedro e o Lobo

Musical com Marionetas

– 6 de Junho no Jardim Infantário Centro Social Calendário – Calendário às 10h30;

 Entrada:  livre á lotação da Sala

M/4

Duração: 50 min

Pedro era um brincalhão, só fazia asneiras. Não respeitava nada nem ninguém, chegando a enganar o seu melhor amigo, o bode velho. Um dia, enquanto guardava as ovelhas na serra, pôsse a gritar: – Lobo! Lobo! Lobo! – A aldeia em peso foi em seu socorro. Mas, não viram qualquer animal. Pedro fica a rir-se por tê-los enganado. Na semana seguinte, repetiu-se a cena e, como uma vez mais, não havia lobo nenhum, os aldeãos foram-se embora chateados com a brincadeira de Pedro. Passados tempos, aparece na serra um lobo. Este lobo, bem-falante, seduz o rebanho, explicando que é um lobo solitário, em vias de extinção e de como as alterações na natureza o empurraram para longe do seu habitat natural. Pedro, não encontrando o rebanho, grita aflito por socorro, ao qual ninguém acode.



Texto e Encenação | Luiz Oliveira

Interpretação | Luiz Oliveira; Rita Calatré; Vítor Fernandes

Música Original e Pianista | Rui Souza

Bonifrates e Figurinos | Susana Morais

Coreografia | Daniela Ferreira

Cenografia | Xico Alves

Grafismo | Fedra Santos

Desenho de Luz | FM e Fernando Oliveira



B) “Eu é que conto”

 – 19 de Junho na Casa de Esmeriz – União de Freguesias de Esmeriz e Cabeçudos às 10h30 e 14h30.

Entrada:  livre á lotação da Sala

M/6

Duração: 30 min



Uma senhora que colecciona livros sabe-se lá onde, vem para contar uma história. Mas como é muito distraída chega atrasada, acaba por tropeçar em tudo e sem querer entra numa outra dimensão, a da imaginação. Confusa e com outros personagens a invadi-la constrói uma história diferente, divertida e cheia de criatividade. Baseando-se nos contos dos irmãos Grimm e histórias tradicionais portuguesas esta senhora dá-nos um momento de teatro surpreendente.



FICHA ARTÍSTICA

Criação e interpretação Neusa Fangueiro

Apoio à criação e música Rui Alves Leitão

Figurino Cláudia Ribeiro

Costureira Carmo Alves

Cartaz Nuno Lopes

Produção Fértil

A ILUSÃO CÓMICA de Pierre Corneille | Teatro - Casa das Artes de Famalicão

A ILUSÃO CÓMICA de Pierre Corneille

Encenação de João Paulo Costa. Coprodução da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão / ACE Escola de Artes – Famalicão. Alunos do 2º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da Academia Contemporânea do Espetáculo – Famalicão

Teatro

8 e 9 junho | sexta e sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros

M/12

Duração: 90 min



Pierre Corneille, dramaturgo do séc. XVII, é, a par com Molière e Racine, uma das mais importantes figuras do teatro clássico francês.

Autor de inúmeras tragédias e comédias, Corneille parece, com “A Ilusão Cómica”, querer mostrar (aos espectadores e aos seus pares) um exercício de virtuosidade, utilizando formalmente uma “quase” enciclopédia histórica do teatro, até ao momento em que a escreveu.

Explora uma técnica muito comum à altura: o “teatro dentro do teatro” e o desenrolar do argumento proporciona um verdadeiro quebra-cabeças, que o espectador só descobre no final.

Aproveita, também, para subverter as regras do teatro aristotélico (unidade de tempo espaço e ação) recorrendo ao estratagema da Caverna de Alcandro, artifício com que traz de volta à ordem as referidas regras.

Seria, certamente, uma indelicadeza desvendar o enredo da peça, que vive precisamente da surpresa e de um suspense à Hitchcock.

Ficha técnica

Tradução: Nuno Júdice

Encenação: João Paulo Costa

Figurinos: Paula Cabral

Desenho de Luz: Mário Bessa

Sonoplastia: Rui Vieira

Cenografia (design e montagem): Alunos de Mestrado da ESAD*- Escola Superior de Artes e Design

Acompanhamento e Coordenação de Cenografia: Ana Gormicho

Assistente de Encenação: Luís Barreto



Registo Fotográfico – Daniel Rodrigues



Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: Pedro Barbosa



Interpretação:

Adriana Frasco, Ana Pinheiro, Ana Ramos, Ana Barbosa, Ana Costa, Ana Mendes, Ana Martins, Beatriz Sousa, Cristiana Sousa, Catarina Pais, Débora Lopes, Diana Gonçalves, Eliana Oliveira, Francisca Fernandes, Francisca Ferraz, José Oliveira, Mafalda Costa, Mariana Martins, Nuno Brandão, Pedro Costa e Vânia Timóteo.

Alunos do 2º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da Academia Contemporânea do Espetáculo – Famalicão

3º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO Danças orquestrais: do barroco ao século XX ORQUESTRA SINFÓNICA ESPROARTE

MUSICA PARA FAMÍLIAS 2018

3º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Danças orquestrais: do barroco ao século XX

ORQUESTRA SINFÓNICA ESPROARTE

sob a direcção do maestro Gustavo Delgado e apresentação de Jorge Castro Ribeiro

3 de junho| domingo| 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min



Não obstante o facto de serem artes autónomas, a música e a dança firmaram uma intrínseca relação que está perpetuada desde os primórdios da humanidade, estabelecendo, desde então, uma relação dialética entre o homem, a cultura e a sociedade. Ao longo da história, a música e a dança foram compreendidas enquanto dádivas divinas atribuídas aos mais virtuosos, parte integrante das festividades das cortes medievais e renascentistas, presença obrigatória na convivência cerimoniosa da nobreza e símbolos identitários de cariz popular e nacionalista a partir dos finais do século XIX. O magnificente programa executado pela Orquestra Sinfónica Esproarte revisita incontornáveis danças orquestrais que assinalaram o reportório da história da música ocidental desde o barroco ao princípio do século XX: a Suite Orquestral N.3, BWV 1068, de J. S. Bach (1685 – 1750), que evoca os padrões rítmicos das sumptuosas danças sociais setecentistas, a Dança das Fúrias, que nos transporta para o desfecho trágico do herói derrotado da ópera Orfeo ed Eurídice, de C. W. Gluck (1714 – 1787) e o cariz tradicional e nacionalista da música afirmado nas Danças Sinfónicas, op.64, do mais célebre compositor norueguês, E. Grieg (1843 – 1907), bem como na célebre e sublime Valsa Triste, op. 44, de J. Sibelius (1865 – 1957).

CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE - Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2018.

The Black Mamba - concerto do 17º aniversário da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Comemoração do 17º aniversario da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão



A)     1 de Junho (GA - 21h30) - Filme Vingadores: Guerra do Infinito

Entrada: 2 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 Euros

Classificação: M/12

Título original: Avengers: Infinity War (EUA, 2018, Cores, 156 min.)

Realização: Anthony Russo, Joe Russo

Interpretação: Robert Downey Jr., Josh Brolin, Scarlett Johansson, Zoe Saldana, Chris Evans



O planeta Terra enfrenta mais um inimigo: Thanos, um tirano intergaláctico que ali chega com o objetivo de reunir as seis Joias do Infinito, artefactos de poder inimaginável capazes de lhe dar o controlo sobre a realidade. Para o enfrentar, os Vingadores têm de fazer uma aliança improvável com Star-Lord, Rocket Raccoon, Groot, Gamora e Drax, os excêntricos membros dos Guardiões da Galáxia. Conter tanta divergência de feitios, poderes e personalidades não será fácil, mas será fundamental para conter os terríveis poderes do adversário.Realizado pelos irmãos Joe e Anthony Russo (a dupla responsável por "Capitão América: O Soldado do Inverno" e "Vingadores: Guerra Civil"), este é o terceiro episódio da saga os "Vingadores".



B)     2 de Junho (PA / 15h00 – 17h30)- Filme Asas Pelos Ares (versão portuguesa)

Entrada: 2 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 Euros

Classificação: M/6

Título original: Duck Duck Goose (EUA/China, 2018, 91 min.)

Realização: Christopher Jenkins

Interpretação: Jim Gaffigan (Voz), Zendaya (Voz), Lance Lim (Voz), Greg Proops (Voz)



Penca é um ganso solteirão que não se prepara para a próxima viagem de migração. Numa das muitas acrobacias aéreas com que ocupa o seu tempo, algo corre mal e acaba por partir uma asa. Incapaz de voar e rejeitado pela família, encontra os irmãos Ping e Pong, dois patinhos que se perderam da família e que adoptam Penca como sua mãe. Perdidos, inseguros e ameaçados pelo gato Banzou, os patinhos depressa se afeiçoam a Penca, em busca de protecção, para grande aborrecimento deste. Mas quando percebe que eles lhe podem ser muito úteis, concorda acompanhá-los na procura da sua família.




C)      The Black Mamba

" Os The Black Mamba que se apresentam em Famalicão no seu formato mais completo, em octecto"

2 de junho | sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 10 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros

M/6

Duração: 80 min



Maio de 2010 fica marcado na história pela junção de Pedro Tatanka, Ciro Cruz e Miguel Casais enquanto grupo. "The Black Mamba", nome que baptiza o trio e o disco da estreia, foi a inspiração encontrada para em conjunto provarem do seu próprio veneno. A química e a experiência destes grandes músicos, permitiu-lhes percorrer o universo do blues, soul e funk, numa adaptação ao seu habitat natural.

O público português foi consensual e imediato no reconhecimento e apoio a este trabalho: 1ºlugar de vendas do iTunes, a primeira edição do disco esgotado nas lojas, o airplay nas rádios, a presença de norte a sul em várias salas e festivais de destaque, são indicadores que em Portugal, representam por si só uma vitória. Em pouco mais de um ano, naquela que marca a tour de estreia, carimbam passagem por Londres, Filadélfia, Luanda, Madrid, Sevilha, encerrando 2013 no Brasil com chave de ouro. Que o diga o público do Rock In Rio 13 (Rio de Janeiro) e do Bourbon Street Music Club (São Paulo) que em sintonia com os media, receberam o projecto de braços abertos. 2014 arranca com a produção do segundo disco de originais, "Dirty Little Brother" editado a 22 de Setembro. Produzido entre Lisboa e Nova Iorque, este trabalho reúne 11 temas em que colaboram nomes como: Aurea, António Zambujo, Silk (Cais Sodré Funk Connection) e Orlanda Guilande. “Wonder Why”, single de apresentação com a participação de Aurea, rodou nas principais rádios nacionais e contou com uma óptima receptividade por parte do público e da crítica.

Em Janeiro de 2017, The Black Mamba estrearam-se no Coliseu do Porto, com casa cheia. Neste concerto contaram com convidados especiais: António Zambujo, Diana Martinez, Diogo Brito e Faro, Miguel Araújo e Rui Veloso, que ajudaram a tornar a noite ainda mais memorável.

Em Fevereiro de 2018 irão repetir a dose, desta vez no Coliseu dos Recreios, mais uma vez com convidados especiais: Miguel Araújo, Aurea, Marisa Liz e Tiago Pais Dias (Amor Electro), Silk e Skyler Jett.

2017 marca também a estreia da banda no Reino Unido, com um concerto no Under The Bridge, em Junho. Skyler Jett foi um dos convidados especiais deste espectáculo.

Foi também o ano do regresso da banda ao festival NOS Alive, no mesmo dia em que subiram ao palco, entre outros, os Depeche Mode.

The Black Mamba encontram-se a trabalhar no sucessor de “Dirty Little Brother”, sendo “Stronger” a primeira amostra daquele que será o terceiro álbum de originais da banda

terça-feira, 8 de maio de 2018

2CN-CLab Working Days 2018 - Carta Cultural Ibero-americana | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

2CN-CLab | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão - Quarta, 9 de Maio, 10h00 às 18h00.
Os 2CN-CLab Working Days são encontros de trabalho em torno de alguns documentos, nacionais e internacionais, considerados como basilares para os profissionais do setor cultural do século XXI. O documento que direcionará os trabalhos em Vila Nova de Famalicão no próximo dia 9 de maio será a Carta Cultural Ibero-americana (CCI).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO 2CN-CLab WORKING DAY CCI
• Convocar os profissionais do setor cultural para participarem ativamente no processo de análise, reflexão e diálogo sobre a Carta Cultural Ibero-americana
• Aferir fatores críticos de sucesso para a implementação de projetos culturais em rede nos contextos local, nacional e transnacional
• Promover o diálogo e a cooperação entre os profissionais do setor cultural
PROGRAMA DO 2CN-CLab WORKING DAY CCI
10h00-10h20 || Apresentação do projeto de investigação e do 2CN-CLab
10h20-10h40 || Aproximação ao conceito de “Rede Cultural”
10h40-12h40 || Análise e Discussão da Carta Cultural Ibero-americana
13h00-14h30 || Almoço de Trabalho
14h30-17h00 || Trabalho prático em pequeno grupo
17h00-18h00 || Apresentação e Discussão em grande grupo dos trabalhos práticos

CO-PROMOTORES DO 2CN-CLab
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho (Portugal)
Faculdade de Ciências da Comunicação, Universidade de Santiago de Compostela (Espanha)
Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo (Brasil)



quarta-feira, 2 de maio de 2018

PELA ESTRADA COM ELIS na Casa das Artes de Famalicão


PELA ESTRADA COM ELIS

Elis Regina, marcou uma geração, com ela nasceu a eclética MPB (Música Popular Brasileira).

Musica/ MPB (Música Popular Brasileira).

26 de maio | sábado| 23h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 70 min

Alex Liberalli : Voz, Rodrigo Peixoto : Guitarra, Rogério Pitomba : Bateria , Fausto Lessa : Baixo, João Ventura : Piano
PELA ESTRADA COM ELIS é um projeto que teve início em 2017 com o intuito de homenagear aquela que é considerada a maior cantora do Brasil de todos os tempos.

Elis Regina, marcou uma geração, com ela nasceu a eclética MPB (Música Popular Brasileira).

O concerto é recheado de temas que marcaram a carreira da cantora por tudo mundo.



“O Deus da Carnificina", com Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema | Casa das Artes de Famalicão

“O Deus da Carnificina”

Texto de Yasmina Reza (Le Dieu du Carnage) e encenação de Diogo Infante
Com: Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema
25 e 26 de maio |sexta e sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 14 euros.  Cartão Quadrilátero Cultural: 7 Euros
M/12
Duração: 90 min
Sinopse
Dois casais, adultos e aparentemente civilizados, encontram-se para resolver um incidente protagonizado pelos seus filhos menores. O que é verdadeiramente sedutor neste confronto é a progressão paradoxal do encontro dos casais. Há uma certa sofisticação na forma como o encontro decorre na tentativa de apurar responsabilidades na luta física que ocorreu entre os respetivos filhos, dois jovens de 11 anos.
O que acontece na realidade é a queda progressiva das máscaras a que nos obrigamos no ato social e um estalar do verniz, que deixa a nu a natureza violenta dos relacionamentos humanos. As conversas entre os quatro são constantemente interrompidas pelo telemóvel de Alberto, advogado de uma multinacional farmacêutica, acusada de vender medicamentos para cardíacos que produz efeitos colaterais. A sua mulher Bernardete, é uma mulher com ambições socias e com uma curta tolerância ao álcool. Verónica, é uma dona de casa, vagamente interessada em arte africana e o seu marido Miguel é um vendedor de eletrodomésticos. Nada é claro ou linear. Ninguém é normal. As primeiras impressões vão-se contradizendo, negando-se, alterando-se em contacto com as outras. Pouco a pouco vamos sendo levados para o núcleo da nossa natureza primordial, selvagem e violenta. Todos são capazes de pensamentos politicamente corretos, mas também se mostram capazes de usar golpes baixos e letais, quando se trata de defender o interesse próprio ou dos filhos.

O tema da peça é, necessariamente, a Hipocrisia, ou se preferirmos, a dupla moral e de como perspetivas éticas se mostram flexíveis para defenderem certos interesses. O que é curioso é que toda esta dimensão ética e politica é colocada neste texto em termos profundamente cómicos. Deus da Carnificina é por isso uma comédia, mesmo que o riso tenha como fronteira a dor que sempre sentimos, quando constatamos a nossa fragilidade humana.
Ficha Artística
Autoria: Yasmina Reza
Tradução, Versão e Encenação: Diogo Infante
Com: Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema
Cenografia e adereços: Catarina Amaro
Desenho de Luz: Tânia Neto
Espaço Sonoro: Rui Rebelo
Assistência de encenação: Isabel Rosa
Direcção de Produção: Ana Rangel e Miguel Dias
Coprodução: Teatro da Trindade INATEL e Plano 6
ema

25 e 26 de maio |sexta e sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 14 euros.  Cartão Quadrilátero Cultural: 7 Euros

M/12

Duração: 90 min

Sinopse

Dois casais, adultos e aparentemente civilizados, encontram-se para resolver um incidente protagonizado pelos seus filhos menores. O que é verdadeiramente sedutor neste confronto é a progressão paradoxal do encontro dos casais. Há uma certa sofisticação na forma como o encontro decorre na tentativa de apurar responsabilidades na luta física que ocorreu entre os respetivos filhos, dois jovens de 11 anos.

O que acontece na realidade é a queda progressiva das máscaras a que nos obrigamos no ato social e um estalar do verniz, que deixa a nu a natureza violenta dos relacionamentos humanos. As conversas entre os quatro são constantemente interrompidas pelo telemóvel de Alberto, advogado de uma multinacional farmacêutica, acusada de vender medicamentos para cardíacos que produz efeitos colaterais. A sua mulher Bernardete, é uma mulher com ambições socias e com uma curta tolerância ao álcool. Verónica, é uma dona de casa, vagamente interessada em arte africana e o seu marido Miguel é um vendedor de eletrodomésticos. Nada é claro ou linear. Ninguém é normal. As primeiras impressões vão-se contradizendo, negando-se, alterando-se em contacto com as outras. Pouco a pouco vamos sendo levados para o núcleo da nossa natureza primordial, selvagem e violenta. Todos são capazes de pensamentos politicamente corretos, mas também se mostram capazes de usar golpes baixos e letais, quando se trata de defender o interesse próprio ou dos filhos.



O tema da peça é, necessariamente, a Hipocrisia, ou se preferirmos, a dupla moral e de como perspetivas éticas se mostram flexíveis para defenderem certos interesses. O que é curioso é que toda esta dimensão ética e politica é colocada neste texto em termos profundamente cómicos. Deus da Carnificina é por isso uma comédia, mesmo que o riso tenha como fronteira a dor que sempre sentimos, quando constatamos a nossa fragilidade humana.

Ficha Artística

Autoria: Yasmina Reza

Tradução, Versão e Encenação: Diogo Infante

Com: Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema

Cenografia e adereços: Catarina Amaro

Desenho de Luz: Tânia Neto

Espaço Sonoro: Rui Rebelo

Assistência de encenação: Isabel Rosa

Direcção de Produção: Ana Rangel e Miguel Dias

Coprodução: Teatro da Trindade INATEL e Plano 6

Best Youth | Apresentação do no disco na Casa das Artes de Famalicão


Best Youth

Os Best Youth já deram a conhecer o tema Midnight Rain, single do tão esperado novo disco, previsto para Primavera de 2018, que se estreará na Casa das Artes de Famalicão a 18 de maio em formato quarteto.

18 de maio| sexta-feira| 21h30 | Grande Auditório 

Entrada: 10 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros

M/3

Duração: 70 min
Best Youth são Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas, um duo do Porto onde o indie rock e o dream pop se cruzam num encontro perfeito. Deram-se a conhecer com o Ep Winterlies e marcaram desde logo presença nos principais festivais de verão, merecendo o destaque da imprensa nacional e internacional.

Em 2015 lançaram o primeiro longa duração, Highway Moon, que lhes valeu uma vez a presença nos grandes palcos de norte a sul do país, com algumas datas e destaques além fronteiras. Canções tão viciantes como Red Diamond, Mirrorball, Black Eyes, que atingiram o top do airplay das principais rádios nacionais, fizeram parte daquele que integrou as várias listas dos melhores albuns nacionais. A reedição do disco em 2017, trouxe dois novos temas, Renaissance e Sunbird, que confirmaram a simbiose perfeita do duo, conquistando mais uma vez o airplay nacional.