quarta-feira, 10 de junho de 2009

Baú dos Segredos apresenta:

Assim se conta por lá...
Teatro
24 de Julho, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 70 m


Desta vez, fizemos um exercício de adaptação ao palco de dois textos escritos para os jovens...
Duas pérolas orientais, trazidas à luz pela mão, inconfundível, de Alice Vieira na obra Contos e Lendas de Macau.
É, por assim dizer, uma forma singela de homenagearmos quem, com tanta dedicação e carinho vem alimentando os sonhos a milhares de jovens e crianças: a escritora Alice Vieira.
Dois contos em que o Amor é, na realidade, a personagem principal, revelando, alguns aspectos da psicologia de vida das gentes do oriente,...da sua mitologia,...da sua resignação perante o imutável,... da sua visão do Amor...
Encenação e Cenografia - João Regueiras
Textos – Alice Vieira (adaptados ao palco)
Luz e Som - Equipa Técnica da Casa das Artes
Assistência de Encenação – Tiago Regueiras
Coreografias - Ana Regueiras e Sara Sampaio
Figurinos e Caracterização - Cármen Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 2 do Baú dos Segredos.
Produção - Casa das Artes de Famalicão


Uma outra história...
Teatro
25 de Julho, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 70 m
Exercício de interpretação de uma série de textos de vários autores, formando, por assim dizer uma viagem, por vezes, num ritmo alucinante, desde a criação do Homem até aos dias de hoje.
A representação, umas vezes séria, outras tantas, francamente satírica, é feita em cascata, dado o quase atropelamento dos acontecimentos, que são, aqui e ali interrompidos por apontamentos humorísticos ou não.
O estilo da representação revela-nos uma visão verdadeiramente pedratória da Humanidade (Como já alguém disse, não confundam com predatória! É mesmo no sentido de atirar pedras!).
Há, contudo, uma mensagem que os nossos actores quiseram “passar” com esta representação: é que, apesar dos muitos erros que o Homem cometeu ao longo da sua breve história, ainda vai a tempo de reparar alguns deles e continuar a sua caminhada, para que o seu futuro seja, francamente, viável.
Encenação e Cenografia - João Regueiras
Textos – De vários autores
Direcção Musical – Rui Mesquita
Luz e Som - Equipa Técnica da Casa das Artes
Assistência de Encenação – Tiago Regueiras
Participação especial - Ana Regueiras
Figurinos e Caracterização - Cármen Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 1 do Baú dos Segredos.
Produção - Casa das Artes de Famalicão

terça-feira, 9 de junho de 2009

"Edge" com espectáculos e workshops únicos em Famalicão, 6 a 12 de Julho.

Edge – London Contemporary Dance School
Dança contemporânea
10 e 11 Julho, sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros. Desconto de 20% para bailarinos e estudantes de dança.
M/3
Duração: 60 m
http://www.theplace.org.uk/
Estes espectáculos, com onze bailarinos, têm por base trabalhos da promissora geração de coreógrafos contemporâneos mundiais.
Gala final dos workshops
12 Julho, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
Pelo sétimo ano consecutivo e a convite da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Escola de Dança Neuza Rodrigues, a Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge, sedeada no “The Place, apresenta na Casa das Artes, dois espectáculos únicos em Portugal.
Neste contexto, será organizado workshops com a Companhia Inglesa, entre 6 e 12 Julho, para participantes entre os 11 e os 25 anos. As inscrições encontram-se abertas até ao dia 30 de Junho, máximo de 30 participantes, o custo 25 euros. Não é necessário possuir qualquer experiência na área da dança, pois este projecto será baseado na experiência “real e individual de cada formando”. No final, 12 de Julho, será apresentado ao público, juntamente com a companhia inglesa, o resultado dos workshops.
Estará presente, mais uma vez, a artista multimédia Sónia Rodrigues.

Yann Tiersen

5 de Julho, Domingo, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 25 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/yanntiersencomposer
http://www.yanntiersen.com/



O bretão Yann Tiersen, que se popularizou ao compor a banda sonora para o filme O Fabuloso Destino de Amelie Poulain, estará em Portugal a 4, 5 e 6 de Julho, no Centro de Artes e do Espectáculo da Figueira da Foz, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e no Centro Cultural de Belém, respectivamente.
Neste seu regresso, depois do CD e DVD ao vivo intitulado On Tour, vamos poder ver e ouvir algumas das novas músicas, que vão estar no novo álbum, intitulado “Dust Lane”, que será editado em fins deste ano, bem como as contidas na banda sonora do filme/documentário sobre a vida de Tabarly (editado o ano passado em CD), um navegador francês que morreu enquanto navegava no seu primeiro Pen Duick em direcção a Fairlie, na Escócia, onde iria participar numa homenagem a William Fife III.

Exposição de Pintura de Rui Aguiar


De 3 a 30 de Julho no Foyer
www.myspace.com/pintoruiaguiar

Título – Antologia de Trabalhos 1972 – 2007


Rui Aguiar nasceu no Porto em 1944. Expõe regularmente desde 1972, em mostras individuais e colectivas. Esta representado em diversas colecoes e museus, nomeadamente a Wassenhoven Collection – Bruges; Lalit Kala Akademi – Nova Deli; Museu do Desenho de Estremoz; Secretaria de Estado da Cultura – Porto; Camara Municipal de Matosinhos; Museu de Arte Contemporanea – Fundação de Serralves; Colecao da Caixa Geral de Depósitos; Colecao do Ministério das Finanças; Centro de Arte Moderna – Fundação Calouste Gulbenkian; Museu Amadeu Souza Cardoso, Amarante; Museu de Arte Contemporânea da Bienal de Cerveira. Foi destacado com: - Menção Honrosa de Pintura, 1984 – IV Bienal de Cerveira; - Grande Premio de Pintura, 1985 – Museu Nacional Soares dos Reis; - Premio, 1986 – IV Trienal Academia Nacional de Arte de Nova Deli; - Premio “S. João” de Pintura, 1989 – Porto; - Grande Premio de Pintura, 1992 – VII Bienal de Vila Nova de Cerveira; - Premio o Nacional de Pintura B.F.C., 1993; - Menção Honrosa – Premio Baviera de Pintura – 2000, Casa de Serralves – Porto; - Homenageado pelo conjunto da sua obra de Pintor nos Trinta Anos do 25 de Abril - 2004; ..

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Por imperativos da programação do Festival Teatro Construção, os espectáculos de teatro”Anónimos” e “Diz-me” pelo Grupo Teatro Novo, foram CANCELADOS.

Em substituição apresentamos:

- “ A Ceia dos cardeais” de Júlio Dantas
15 e 16 de Junho, segunda e terça-feira, 15h00, Grande Auditório.
Entrada: livre

Dramaturgia e Encenação: Gil Filipe
Iluminação: César Gonçalves
Interpretação: Hélder Melo, Romeu Pereira e Simão Barros

“A Ceia dos Cardeais” deve ser a peça de teatro portuguesa mais editada e representada internacionalmente.
E percebe-se porquê!
Porque humaniza com muita graça três cardeais que estamos habituados a ver muito acima das palpitações de amor e outras tentações plebeias. São três cardeais que cometem quase todos os pecados, sendo a gula o principal.
Era uma vez, um francês, um espanhol e um português. O espanhol é um fanfarrão, o francês é um peneirento e o português… bom, o português é O Português. O espanhol e o francês querem discutir, o português quer comer e beber. Comem e bebem. Começam em confidências, falam de paixão. Quem foi que amou mais? Quem Foi? Quem foi que ganhou? Quem foi? Para ver nesta “Ceia de Cardeais”
PS. Acrescentamos a esta ceia de Júlio Dantas umas “coisas” do Manifesta anti-dantas de Almada Negreiros. Não foi por nada… foi só para… Vão ver.
Gil Filipe

- “Se eu fosse eu…”
pela Cia Simples de Teatro, Companhia Brasileira, a partir do livro de Clarice Lispector
Interpretação: Daniela Duarte; Flavia Melman; Luciana Paes de Barros; Otávio Dantas.

21 de Junho, Domingo, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: Geral 5 euros, Estudantes 4 euros
M/3
Sinopse A peça expõe a iniciação de uma mulher (Lóri), na busca de si mesma. Enfrentando-se e questionando a sua própria natureza, ela descobre que a experiência maior de sua vida será o encontro com o outro (Ulisses), descobrindo o amor. Seguindo o mapa da aprendizagem sugerida por Clarice, a companhia mergulhou em sua própria trajectória desaguando assim, num espectáculo que contém, como a vida, um fluxo nãolinear.
São narrativas fragmentadas. Ora os “actores / personagens” são inconscientes, ora despertam para a consciência de sua própria existência. “Se eu fosse eu...” é estruturada por cenas previamente ensaiadas e células improvisacionais. Assim, um novo espectáculo é formado a cada apresentação. A peça não se fecha numa única linha narrativa pois entendemos que o espectador completa a trama com sua própria história. Parafraseando Clarice, “nosso porto de chegada são os outros”.

Direcção - Cia Simples de Teatro
Orientação- Antônio Januzelli
Preparação corporal - Clarissa Leme Rezende
Design gráfico - Fernanda Resende
Iluminação - Cristiane Paoli Quito
Fotos - Melina Borba e Fabriketta Filmes
Produção - Cia Simples de Teatrom

sábado, 16 de maio de 2009

CABARET MOLOTOV- Teatro de Marionetas do Porto


28 de Junho, Domingo, 21h30, Grande Auditório
Entrada: Geral 5 euros, Estudantes 4 euros
M/12
Duração 75 m

CASA das ARTES de Famalicão estabeleceu uma parceria com 25º Festival Internacional Teatro Construção para apresentação deste espectáculo

SINOPSE
O circo e as marionetas aproximam-se na poética do voo, as marionetas sem se
sujeitarem às leis da gravidade, os artistas de circo desafiando-a. Uma vida aérea intermitente une a marioneta e o trapezista.
Cabaret Molotov é um espectáculo que resulta de um trabalho de experimentação em que tentamos levar o nosso modo de fazer teatro ao encontro de uma certa poética associada
ao circo. Também está presente nesta criação uma aproximação ao teatro musical com marionetas, que teve grande expressão na Europa nos meados do século passado.
É pois um cabaret melancólico que se inspira nas nossas memórias, mas iluminado pela nossa visão contemporânea do teatro e do mundo.
Em Cabaret Molotov, deambulam coristas apaixonadas, trapezistas, clowns absurdos, músicos de sete instrumentos, homens-coelho, homens-bala, ursos ciclistas, caniches cantores, dançarinos e bailarinas que dançam ao som de valsas, tangos, polkas, tarantelas e velhas canções de Kurt Weil.
Terá o Cabaret Molotov existido, ou tudo não passará de um lugar inventado por Vladimir, o Russo, para cenário do seu amor à trapezista Matrioska?

Encenação e cenografia - João Paulo Seara Cardoso
Marionetas - Erika Takeda
Figurinos - Pedro Ribeiro
Coordenação coreográfica - Isabel Barros
Música - Gotan Project, Eric Satie, Kurt Weil, Robert Miny, Yann Tiersen
Texto da Corista – Pablo Neruda
Desenho de luz - António Real e Rui Pedro Rodrigues
Produção - Sofia Carvalho
Interpretação - Edgard Fernandes
Sara Henriques
Sérgio Rolo
Shirley Resende (instrumentista)
Operação de luz e som - Rui Pedro Rodrigues

Companhia subsidiada por Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes

RASPA DE TACHO

Choro e Samba Instrumental
27 de Junho, Sábado, 23h00, Café concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 80
www.myspace.com/raspadetachoband
A composição do grupo instrumental Raspa de Tacho reflecte a realidade da presença brasileira em Portugal. Os seus integrantes são músicos brasileiros que vivem e tocam há já longos anos em Lisboa – Gabriel Godoi e Tércio Borges – e também músicos portugueses com grande paixão pelos sons do Brasil – João Vaz e João Fião. O objectivo de todos é contribuir para divulgar um género, o “choro” ou “chorinho”, cujo apelo é irresistível em qualquer lugar do mundo.
O grupo nasceu em 2002, em formato de quinteto e, após algumas entradas e saídas de músicos, aposta actualmente no formato de quarteto, com cavaquinho, saxofone soprano, violão de sete cordas e percussão. Esta formação tem o essencial para soar como um “regional”, que é como se chamam as bandas que tocam choro no Brasil. Choro e não só: como é natural, o samba, o baião, a bossa-nova e outras cores do riquíssimo arco-íris musical brasileiro são convidados para a festa. Os clássicos estão presentes, mas também não faltam os temas originais compostos por membros do grupo. E nem sequer ficam de fora algumas contribuições dos repertórios português e cabo-verdiano; afinal estamos em Lisboa, à entrada do século XXI...

Tércio Borges – cavaquinho
João Vaz – saxofone
Gabriel Godoi – violão 7 cordas
João Fião – percussão

A GARGALHADA DE YORICK

...UM HAMLET, UMA OFÉLIA, DOIS ACTORES!

Teatro Instável
27 de Junho, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/12
Duração 120 m (sem intervalo).
www.newopenart.com/teatroinstavel
http://www.bloginstavel.blogspot.com/

Uma deliciosa versão de Hamlet para dois actores – e uma caixa (um caixão?) – que conversam sobre Hamlet e sobre Harry Potter. A memória da peça de Shakespeare acaba por se apoderar deles, enquanto experimentam fazer pequenos trechos do enredo para um público imaginário que, afinal, está lá. E acabam por conversar com o público, reconstituindo a trama da tragédia de Shakespeare. O Espectro, o Actor,
Ofélia, Polónio, um Capitão/Cavalo, Horácio, Laertes e Hamlet são as várias personagens que desfilam nesta peça, a que não faltam as
máscaras da Commedia dell'Arte, e que tanto provoca lágrimas de riso como de compaixão...

A Gargalhada de Yorick; Concepção Geral e Encenação: André Gago;
Interpretação: André Gago e Joaquim Nicolau; Figurinos: Ana Borges e
André Gago; Desenho de Luz: Tiago Laires; Direcção Técnica: Marinel
Matos;

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Shout Out Louds

Musica/ indie pop/rock
26 de Junho, sexta-feira, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 25 euros
M/3
Duração 90 m
www.shoutoutlouds.com
www.myspace.com/shoutoutlouds

Apoio




Os Shout Out Louds “nasceram” quando três amigos (Adam Olenius-vocalista, Ted Malmros-baixista e Carl von Arbin-guitarrista) se juntaram em 2001 para fazer uma banda de gharagem.
Numa segunda fase, juntaram-se ao colectivo mais dois elementos, um baterista (Eric Edman) e um vocalista/teclista Bebbam Stenborg, tendo a banda começando a produzir temas de forma mais regular e intensiva.
Com um estilo indie rock são visíveis as influências das sonoridades dos anos 80 e 90 de bandas como The Cure e The Smiths.
Com a gravação da primeira demo despertaram a atenção de Filip Wilén o proprietário da editora sueca Sweden´s Bud Fox Recordings, que assinou de imediato com a banda acreditando no seu forte potencial.
A energia da banda e a capacidade demonstrada na criação de canções melódicas esteve presente desde o início o que fez com que conseguissem tournées na Suécia e em toda a Escandinávia.
Em Outubro de 2003 lançaram o seu primeiro álbum “Howl Howl Gaff Gaff” que teve enorme aceitação por parte da crítica e publico Sueco. O ano de 2004 foi dedicado às prestações ao vivo, tendo sido lançados os singles “Please Please P ease”, “Very Loud/Wish I Was Dead” e o Ep “Oh Sweetheart”. Este ano trouxe ainda a entrada na Capital Records, editora americana, facto que fez com que a sua música chegasse ainda mais longe, ao outro lado do Atlântico, furando o exigente mercado das terras do Tio Sam. Em Maio de 2005 foi lançada a “versão americana” do tema “Howl Howl Gaff Gaff.
O segundo álbum “Our III Wills” foi lançado em 2007, sendo de destacar o tema “Tonoght i Have To leave It” que foi utilizado pela Optimus numa campanha publicitária.

“Impossible” é actual airplay da banda que roda com toda a insistência nas FM’s de Portugal.

Diz-me - CANCELADO


Grupo Teatro Novo
Teatro e Dança
21 de Junho, Domingo, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: Geral 5 euros, Estudantes 4 euros
M/3
Duração 70 m

CASA das ARTES de Famalicão estabeleceu uma parceria com 25º Festival Internacional Teatro Construção para apresentação deste espectáculo.

Sinopse
Quatro histórias e um prólogo/epílogo: Eu N’urbano; D’generação; Reminiscências; D’visa; Renascimento in Caos.
Actrizes/bailarinas capazes de redefinir objectos do quotidiano, para falar do próprio quotidiano caótico peculiar das grandes cidades. Recriação de situações. Formas como as pessoas se relacionarem... ou melhor, tentativas de comunicação. A não comunicação no agora.

Dramaturgia: Caio Quinderé
Encenador: Sidney Malveira
Intérpretes: Dryca Lima & Diana Morais.
Iluminação: Grupo Teatro Novo
Trilha Sonora: Glairton Santiago
Produção Brasil: Grupo Teatro Novo
Produção Portugal: Simão Barros
.

Judy Collins

Uma lenda da história da Música Americana
Musica/Folk
20 de Junho, Sábado , 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 15 euros
M/3
Duração 80 m
http://www.judycollins.com/
Judy Collins, prodígio infantil ao piano, rapidamente trocou as teclas pela guitarra ao tomar contacto, nos anos 50, com a música folk interpretada por Pete Seeger e Woody Guthrie. Na Greenwich Village de Bob Dylan, Joan Baez ou Dave Van Ronk, tornou-se reconhecida pela sua capacidade interpretativa e pela tremenda expressividade da sua voz. Intimamente ligada aos sonhos e aspirações do seu tempo, conjugava a interpretação de clássicos da folk com uma criteriosa escolha de repertório, tanto gravando contemporâneos destacados, como Dylan e os Beatles, como lendas por descobrir, como os supracitados Cohen e Joni Mitchell.No seu mais fértil período criativo, em que contou com a colaboração de, por exemplo, Roger McGuinn, dos Byrds, ou Stephen Stills, dos Buffalo Springfield e dos Crosby Stills & Nash, gravou álbuns como "In My Life" ou "Who Knows Where The Time Goes", garantindo um lugar de destaque na história da música popular do século XX . Actualmente, apesar de editar esporadicamente, mantém um calendário de concertos intenso. O seu estatuto lendário mantém-se intocado, tendo sido inclusivamente homenageada pela geração de Devendra Banhart, responsável pela selecção do alinhamento de uma compilação que, em 2004, expôs o nascimento de uma nova vaga folk. Com o título "Golden Apples Of The Sun", o mesmo do segundo álbum de Judy Collins, a compilação tem canções de Joanna Newson, Six Organs Of Admittance ou Vetiver.
Judy não se fica pelas canções eternas. Também é representante da UNICEF, demonstrando um papel activo no empenho em projectos de apoio a causas humanitárias de extrema relevância. Uma das causas associadas ao seu nome é a campanha a favor da abolição das minas terrestres, flagelo pelo qual outras personalidades conhecidas lutam.
O álbum de tributo a Judy Collins - Uma colecção de musicas e poesias de Judy que inclui as participações de nomes como Leonard Cohen, Rufus Wainwright, Joan Baez entre outros, apresenta-se como uma obra fundamental para o reconhecimento da sua indelével longa carreira.
Judy Collins foi convidade e actuou na tomada de posse do presidente americano Bill Clinton, interpretando os temas “ Amazing Grace “ e “ Chelsea Mornig “.
Do seu vasto currículo é ainda relevante salientar o Grammy que lhe foi entregue em 1968 na categoria de melhor disco Folk “ Both Sides Now” e também a nomeação para um Oscar com a participação de Jill Godmillow no documentário “ Antonia A Portrait Of The Woman” 1975, baseada na vida da sua professora de piano Antonia Brico.

Judy Collins – Uma história Americana para seguir num acto único, na Casa das Artes.

“Anônimos” de Sidney Malveira - CANCELADO

Grupo Teatro Novo
Teatro Brasileiro
15 e 16 de Junho, segunda e terça-feira, 15h00, Grande Auditório.
Entrada: livre
M/6
Duração 50 m
grupoteatronovo@yahoo.com.br

Sinopse
Partindo de cenas do quotidiano de três idosos, o actor percorre pela via da comédia e do drama, uma ligação interactiva e descontraída com o espectador.
A peça mostra um dia como outro qualquer num lar de idosos, onde os moradores esperam ansiosamente pela visita de seus familiares, parentes, amigos ou de qualquer pessoa que se disponibilize a ouvir suas histórias, suas alegrias, tristezas e sonhos que se renovam a cada amanhecer.

Equipa Técnica
Sidney Malveira – Actuação e Direcção
Dryca Lima – Operação de Som e Luz

Os Músicos de Bremen

Musical Infantil
Semana da Criança
1 a 5 Junho, segunda-feira a Sexta-feira, 10h00 e 14h30, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
M/4
Duração 50 m
www.jangadateatro.com
Quatro animais; um burro, um cão, um gato e um galo. Cada um conta a sua história, a razão que os levou a deixar os donos. Iam ser abandonados, ou mortos pelos antigos amos. Os quatro têm agora um elemento em comum, a velhice. São quatro anciãos, que não se sentem, nem querem vir a sentir-se como trapos velhos. Juntos vão encontrar o caminho da partilha, da sabedoria e do conhecimento. Unidos serão mais fortes.

Texto e Encenação – José Caldas
Interpretação – Alberto Fernandes, Luiz Oliveira, Patricia Ferreira e Vitor Fernandes
Música – Alberto Fernandes
Cenografia – Marta Silva
Desenho de Luz e Operação – Nuno Tomás
Design Gráfico – Nuno Tomás
Secretariado - Fred Meireles
Produção - Jangada Teatro

Exposição de Pintura de Dino Guimarães

De 8 a 30 de Junho no Foyer

Título - FRAGMENTAÇÃO DE PAIXÕES
Imagens fragmentadas, fragmentações de paixões quotidianas, a musica, a escrita, o jogo, a paixão por outra pessoa, a dança, a pintura, paixões descobertas ao longo da vida.
Recordamos as nossas paixões, fragmentando na memória as imagens que nos
marcam até ao presente, vividas com alegria, tristeza, amor, prazer... diferentes estados de espírito, emoções sentidas em tempos diferentes, uma paleta de cores que intensifica o calor da paixão.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

"Rapariga(s)"

De Neil Labute, Encenação de Almeno Gonçalves
Com Ana Brandão, André Nunes, Jéssica Athayde, Marta Melro e Núria Madruga


Teatro comédia
30 de Maio Sábado 21h30 Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/12
Duração 75 m
http://www.rapariga-s.blogspot.com/

"Rapariga(s)", uma peça do autor contemporâneo Neil Labute, é uma comédia que reflecte sobre os infindáveis receios da plena entrega de um sedutor/predador e jovem escritor face à eminência do casamento. Em vésperas de casamento ele parte numa viagem, procurando quatro das suas anteriores namoradas, em busca da absolvição em conflitos passados e ao mesmo tempo da recolha interesseira de tema para as suas histórias. Esta viagem acaba por ser simultaneamente um mergulho nas suas emoções e afectividades onde acaba por ter de encarar as consequências do seu “terrorismo emocional”. A acção decorre em quatro quartos de hotel muito semelhantes, em cidades diferentes. Nos quatro diálogos as emoções mas também as questões de género assumem destaque fundamental, levando-nos de uma forma simultaneamente humorística e séria a pensar sobre os limites e a complexidade dos afectos.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Alela Diane

Originária do Nevada, Estados Unidos, Alela Diane é uma trovadora do nosso tempo.
Folclórica / Acústico
22 de Maio, Sexta –feira, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 80 m
www.myspace.com/alelamusic
http://www.aleladiane.com/

Ainda muito jovem, canta e compõe com a maturidade e intencionalidade das grandes canta autoras da música popular norte-americana.
Na sua voz firme e bela, consegue-se sentir a ruralidade da América profunda, mas sem melancolia nem apego pelo passado. Antes com o fascínio dos lugares visitados e dos momentos perdidos. Nas melodias de Alela Diane encontramos imagens de uma infância feliz. De uma juventude irrequieta e apaixonada. Aqui e ali sente-se uma pequena frustração, característica talvez, de quem viveu longe da urbanidade das grandes cidades cosmopolitas.
O internacionalmente aclamado álbum estreia – “The Pirate’s Gospel” é um embriagante registo Folk com melodias simples e belas, recheado de palavras romantizadas e acordes anestesiantes.
“The Pirate’s Gospel” é um álbum místico. A crítica nacional especializada foi unânime em reconhece-lo como um enorme disco de influências predominantemente Folk, mas com a modernidade de uma artista genuína e intemporalmente transparente.
O tão aguardado novo álbum “To Be Still” (Já disponível no mercado nacional), carregava a responsabilidade de pelo menos não desiludir. Quando se esperava um álbum tímido e nervoso (Já que o primeiro havia elevado tão alta a fasquia, não deixando por isso margem para errar), Alela volta a surpreender com um registo que transcende “The Pirate’s Gospel”.
“To Be Still” é uma obra notável. É um álbum de canções delicadas. Ao mesmo tempo com músculo. As influências da Folk ganham uma outra vida, renovada e colorida. Há um crescimento na voz de Alela muitas vezes num registo mais neurótico, mas perfumado e uma preocupação mais denotada nas orquestrações e estrutura das canções.
“To Be Still” é a confirmação de Alela Diane como uma das maiores canta autores da actualidade e da música popular norte-americana. Talvez menos esotérico do que “The Pirate’s Gospel”, mas seguramente mais adulto e trabalhado. Neste álbum sente-se uma artista mais segura de si própria e liberta de alguns fantasmas do passado com uma vontade enorme de viver o futuro e descobrir novos caminhos da América bucólica.
Alela Diane é uma artista com “berço”. Criou como que por artes mágicas um link invisível entre o passado e o futuro da música popular de raízes americanas.
O palco da Casa das Artes será certamente pequeno para tantas histórias desta menina que um dia deixou a sua terra natal á procura de uma grande paixão.

Trio de Jazz de Mário Franco e Sérgio Pelágio

16 de Maio, Sábado, 23h00, café concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 75 m

Este grupo marca o reencontro entre Mário Franco e Sérgio Pelágio, dois músicos e amigos que começaram a tocar juntos na década de oitenta sob a influência do "som" ECM (editora discográfica alemã dirigida por Manfred Eicher), atraídos pelas novas direcções que esse som propunha ao nível da composição e da execução (e até da captação sonora), onde se cruzava o jazz feito por músicos norte americanos com o jazz feito por músicos europeus, a música clássica e o rock.
Foi um período a tal ponto marcante na linguagem destes dois músicos que, depois de um longo intervalo, foi muito natural e fácil voltarem a juntar-se para continuar o que tinham começado, agora com a colaboração do jovem baterista Pedro Segundo.

O guitarrista Sérgio Pelágio consagrou-se como compositor de cena e co-criador de espectáculos como "Casio Tone", "Subtone" e "Tritone", juntamente com a coreógrafa Sílvia Real. Já o contrabaixista Mário Franco iniciou uma carreira a solo que tem sido elogiada dentro e fora de portas e merecido o envolvimento de músicos com o brilho de David Binney e Jesse Chandler. Se nos anos de arranque desta parceria a influência era, muito obviamente, a do "som ECM" numa mistura de jazz, música clássica e rock próxima da etiqueta discográfica ?alemã, hoje partem de onde ficaram para ir mais longe, tão longe quanto acharem que faz sentido agora com a colaboração do jovem baterista Pedro Segundo.

Mário Franco: contrabaixo
Sérgio Pelágio: guitarra eléctrica
Alexandre Frazão: bateria

Circunferência


Dança
16 e 17 de Maio, Sábado 21h30 e Domingo 18h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 70 m

Circunferência é mais um espectáculo criado com a imaginação como limite…
Teve como ideia inicial o Circo, a vida no mesmo, daqueles que lá vivem diáriamente, os bastidores do espectáculo.
Com toda a magia que envolve o circo e imaginação também concebemos este trabalho coreográfico que envolveu todos os alunos, professores e criadores da Escola de Dança Neuza Rodrigues.
É um espectáculo livre, com vontade própria que se desenrola com muita criatividade e magia.
Circunferência foi para nós um momento de partilha e comunhão de ideias mas também de muita alegria e diversão.
Juntem - se a nós e deixem-se levar pela magia deste Espectáculo.
Divirtam-se! Sonhar é viver!
Neuza Rodrigues
Directora da Escola de Dança


O trabalho de formação é difícil, moroso, paciente e tem que ser determinado. Os processos educacionais assentam em pressupostos que variam conforme o objecto a estudar e a aprofundar, que pode ser mais ou menos intenso, mas no que diz respeito à educação artística, a persistência diária, o equilíbrio emocional, a motivação são, de facto, peças fundamentais para que aconteça a realização do educando e do seu professor, orgulho no trabalho, sucesso e bem- estar. A pressão do palco é dura, expormo-nos aos outros é difícil, requer um trabalho sistemático ao nível cognitivo, físico e emocional, em que os níveis de autoconfiança têm que estar ajustados ao desenvolvimento e à personalidade do interveniente.
O convite à Escola de Dança Neuza Rodrigues, para apresentação de dois espectáculos de dança, surge do conhecimento que tenho do trabalho da escola dos últimos anos, da realização e organização conjunta de workshops com a Companhia de Dança Contemporânea de Londres – Edge e outros eventos (nomeadamente trabalhos em exclusivo para a CASA das ARTES), relacionados com dança. Outro aspecto importante é que este convite se enquadra, perfeitamente, na filosofia seguida pela Casa das Artes - formar e mostrar o trabalho de formação.
Álvaro Santos
Director/Programador da Casa das Artes V.N.Famalicão

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Lendária cantora Judy Collins na CASA das ARTES de Famalicão a 20 de Junho 2009





Judy Collins (Singer / Songwriter) nasceu em Maio de 1939, em Seattle, Washington. Toda a sua formação musical foi desenvolvida na área clássica como pianista, estreitando-se publicamente aos 13 anos, executando o "Concerto para Dois Pianos" de W.A. Mozart. Mas foi a música de artistas como Woody Guthrie e Pete Seeger, bem como as tradicionais canções folclóricas do renascimento, que provocaram um forte "amor às letras”, passando do piano para a guitarra.

Começou sua carreira cantando canções tradicionais e populares contemporâneas escritas por songwriters como Bob Dylan e Phil Ochs. Lançou artistas como Leonard Cohen e Joni Mitchell, gravando as suas canções, na época artistas desconhecidas.

A partir 1967, Judy Collins começou a gravar suas próprias composições originais. Tem escrito um livro de memórias e dois romances, e recebeu dois prémios Grammy e uma nomeação para Óscar.

Ao longo da sua impressionante carreira, mais de 40 anos, tem sido muito activa socialmente. É uma representante da UNICEF, defensora da destruição de minas terrestres e da prevenção do suicídio.

Continua a encantar plateias no mundo inteiro, com a sua mistura única da canção folk americana e temas contemporâneos.

terça-feira, 14 de abril de 2009

DeVotchKa

Seguem por estradas á margem das Roots da Folk da América esquecida.
Indie / Rock
8 de Maio, sexta-feira, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/3
Duração 80 m
www.myspace.com/devotchkamusic
http://www.devotchka.net/

Fundem música Romena, Grega, Eslovena, Bolero e Mariachi com “ADN” das bandas emblemáticas do punk.
Baseados em Denver, Colorado, o quarteto é formado por Nick Urata, Tom Hagerman, Jeanie Schroder, que toca “sousaphone” (Instrumento inventado pelo Português emigrado nos EUA de seu nome Mr. Sousa) e baixo; E ainda por Shawn King.
“A Mad & Faithful Telling” considerado pela imprensa especializada como um dos melhores álbuns World de 2008. É este o trabalho que os DeVotchKa trazem em Maio ao nosso País.
A sua participação na banda sonora do filme – “Uma família à beira de um ataque de nervos”(Little Miss Sunshine, 2006), valeu-lhes a nomeação para um Grammy Award, pela melhor compilação de banda sonora e é talvez o momento mais alto de uma carreira de sucesso á revelia dos Top’s comerciais para uma imensa minoria de fans espalhados por este e pelo outro lado do Atlântico.

ON THE TREK - I MOSTRA INTERNACIONAL DO FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA VILA NOVA DE FAMALICÃO 2009


De 6 a 10 de Maio de 2009
Exposição de Pintura e Escultura (Associação de Escultura e Arte Contemporânea)
Titulo - on the trek
6 a 30 de Maio no Foyer da Casa das Artes

Exposição de fotografia (Agência Espacial Europeia), sobre a obra de J.G. Ballard.
Titulo on the trek
6 a 30 de Maio no Café concerto da Casa das Artes

A On The Trek – Iª Mostra Internacional de Cinema de Ficção Científica afigura-se como o único evento, na península ibérica, dedicado exclusivamente à Ficção Científica. Na sua primeira edição, a On The Trek pretende inaugurar um tipo de evento com uma estética própria dando a conhecer ao público uma perspectiva abrangente do que é realmente a Ficção Científica: Historicamente (com por exemplo o Le Voyage dans la Lune de Georges Méliès), o cinema de autor (com por exemplo Jean-Luc Godard ou Abel Ferrara), os filmes de culto (com por exemplo Star Trek – O Caminho das Estrelas), o cinema de entretenimento (com por exemplo O Astronauta), o cinema de animação (com por exemplo AKIRA), ou filmes que representam evoluções significativas na história do cinema (com por exemplo Final Fantasy: the Spirits Within). Por outro lado, a On The Trek quer-se dinâmica e interventiva no meio sociocultural que a rodeia através de manifestações tais como a exposição de arte (Pintura e Escultura) alusiva à temática que estará patente no Foyer da Casa das Artes, os diferentes workshops (de Curtas Metragens prefigurando, numa próxima edição, uma nova dimensão criativa no evento; de escrita criativa e cozinha molecular), parcerias como por exemplo com o Ano Internacional da Astronomia (com sessões de observação de estrelas e palestras) e uma aproximação ao meio escolar com pequenos dossiers pedagógicos para turmas aderentes.
Da On The Trek, destacam-se dois eventos: a antestreia de STAR TREK o último filme de J.J. Abrams (Alias, Lost, MI 3, Transformers, Operation Cloverfield), a prequela daquela que é uma série de culto e uma referência no universo da Ficção Científica e que já vem rotulado de blockbuster da primavera e o programa J.G. Ballard, considerado um dos maiores vultos da literatura Ficção Científica, com as presenças de Solveig Nordlund, realizadora sueca e Adolfo Luxúria Canibal, vocalista dos Mão Morta e aficionado da obra de Ballard para descodificar este autor para o grande público.
O evento é de frequência gratuita excepto a antestreia de Star Trek (por convite), o Programa Ballard (5ª Feira à noite) e os workshops.

Programador - Vítor Ribeiro
Produtor Executivo - Marco Marlier
Co-produção - Associação de Escultura e Arte contemporânea / CASA das ARTES V.N. Famalicão / Câmara Municipal de Famalicão
Apoio - Cineclube de Joane / Lusomundo / Ano Internacional da Astronomia

Para informações complementares consultar o site oficial em http://www.onthetrek.net/

Tomás Kubínek - Lunático Certificado e Mestre do Impossível…


Comédia/Mímica /Magia /Acrobacia /Música
1 de Maio, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/6
Duração 75 m
http://www.kubinek.com/

"Um Poeta do Físico e um Acrobata Verbal! Corredor de Riscos Desnecessários! Professor de Invenções Fantasticamente Inúteis! Advogado Arduoso dos Milagres Comuns! Lunático Certificado e Mestre do Impossível…”

Tomás Kubínek nasceu em Praga (ex-Checoslováquia), e com a idade de 3 anos fugiu do país com os seus pais, conseguindo escapar à invasão soviética de 1968.
Depois de um período num campo de refugiados na Áustria, a família conseguiu asilo no Canadá, e foi aí, em Ontário, que Thomas viu o seu primeiro circo, com 5 anos de idade.
A partir dessa experiência, tornou-se um apaixonado por palhaços, circos, teatro e magia, e os seus perplexos mas ainda assim compreensivos pais levaram-no a ver um grande número de espectáculos circenses.
Aos 9 anos, Kubinek apresentou a sua primeira performance, com um exigente público de mágicos veteranos. Aos 13 anos, já tinha um agente, actuando em cafés entre os números musicais, e na sua adolescência fez a estreia no circo, com um duo de palhaços brasileiros.
A partir desse momento o seu destino estava traçado…

Trabalhando em todo e qualquer ocupação relacionada com o “show-bussiness”, o empreendedor Senhor Kubinek conseguiu poupar o suficiente para viajar pela Europa, onde estudou com grandes mestres teatrais, como Monika Pagneaux, Pierre Byland, Jaques Lecoq e Boleslav Polivka.
Estes estudos, combinados com as suas incansáveis experiências na arte da performance ao vivo, levaram-no à criação do seu premiado espectáculo, que depois de visitar festivais internacionais de teatro pelo mundo inteiro, trará o seu burlesco anárquico de regresso aos palcos portugueses.

"Absolutamente perfeito e consistentemente elegante!"
The New York Times (E.U.A.)

"Hilariante e enormemente talentoso.”
Time Out Magazine (Inglaterra)

"Kubinek é 50% de homenagem aos cómicos de eras antigas e outra parte igual de absurdidade à Monty Python.”
The Seattle Times (E.U.A.)

quarta-feira, 11 de março de 2009

RÃO KYAO “Homenagem a Zeca e a Abril”

Rão Kyao apresenta através das suas flautas de Bambu, com os magníficos arranjos a Oriente, sonoridade tão particular deste músico, uma homenagem à música tradicional Portuguesa e a Zeca Afonso.
25 de Abril, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/raokyao
Neste espectáculo tão particular Rão Kyao faz-se acompanhar de vários instrumentistas. A flauta adopta aqui uma das suas características mais marcantes, ou seja, a sua ligação profunda á voz humana e nesse contexto “canta” esta musica que tanto nos toca no nosso mais intimo. O repertório passa pela música tradicional, são temas originais e incursões ocasionais no nosso folclore de onde esta música derivou, e composições de Rão Kyao e de Zeca Afonso, com a influência evidente da música Oriental, que modelou tanto do estilo do músico como solista.
Rão é um músico com um percurso estético invulgar conseguido ao longo da sua vasta carreira. É uma das mais criativas e carismáticas figuras da música em Portugal.
Ao longo de uma carreira que já dobrou a vintena de anos, o lisboeta Rão Kyao tem-se distinguido pela sua persistente vontade em redescobrir o Oriente. Fazendo uso da flauta de bambu, que se tornou o instrumento de eleição, foi encontrando inspiração na música indiana, árabe, e, nas músicas do mundo. Restabelecendo o elo de sonoridades, entre a tradição musical portuguesa e a música a Oriente.
Os vários álbuns que editou indiciam de forma muito clara, a intenção expressa de a cada passo, redescobrir as raízes da música tradicional portuguesa, não temendo, o confronto com as suas fontes primordiais.
Começou pelo Jazz "Malpertuis", inspirou-se na música indiana "Goa", juntou-se às guitarras e fez o seu grande sucesso "Fado Bailado", que foi disco de platina. Numa nova viagem ao oriente, materializou o encontro com a Orquestra Chinesa de Macau, quando da entrega do território á China. O espectáculo foi transmitido para todos os países do mundo, através do canal Norte -Americano CNN.

Fujiya & Miyagi

Steve Lewis e o parceiro David Best (Fujiya & Miyagi) são o núcleo duro. Matt Hainsby e Lee Adams fecham o plantel.
Let’s dance! (Com as lâmpadas acesas)

Alternativa / Eletrônica
24 de abril, sexta-feira, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 80 m
www.myspace.com/fujiyaandmiyagi

… “Uma das grandes revelações do Séc. XXI…; … Matéria pop lúdica e escapista, incrivelmente dancável” …
In Ípsilon

São de Brighton, UK e estão juntos há 8 anos. Auto descrevem-se como uma banda marcadamente influenciada pelos Can ou Neu – Bandeiras do movimento Kraut Rock dos anos 70,
O New Music Express tem vindo a acompanhar a banda bem de perto, reiterando-lhe excelentes críticas, quer aos registos, quer ás actuações ao vivo onde se transubstanciam.
Fujyia é uma marca de gira-discos. Miyagi é o simpático (E chato) mestre do blockbuster dos anos 80 – “Karate Kid”. Felizmente, Fujiya & Miyagi nada têm de chatos ou “naif”. Bem pelo contrário, o ritmo é contagiante e sem rotinas.
“lightbulbs” é o álbum que confirma as expectativas mais optimistas de uma das mais originais e criativas bandas do momento. Por cá as críticas não poderiam ser melhor.
Para o conceituado semanário Ípsilon, assinam um dos melhores e mais bem conseguidos álbuns de 2008.
“ O humor minimalista das letras mantém-se presente, bem como a transformação do Kraut Rock dos Neu! Em elegância funk apontada à pista de dança...” In Ípsilon.

On the Road de Jack Kerouac

Espectáculo cancelado por razões alheias à Casa das Artes de V.N. Famalicão
por Tó Trips e Tiago Gomes
o espectáculo “On The Road”, basea-se no livro homónimo de Jack Kerouac, quando se assinala o 50º aniversário do seu lançamento.
Esta performance consiste numa banda sonora para o livro, por Tó Trips em guitarra e efeitos vários, e Tiago Gomes lendo excertos do livro, com vídeo-beat de Raquel Castro.
É de facto a viagem, uma estrada perdida e infinita para onde os dois performers e o vídeo remetem o espectador, para a route 66, América de todos os sonhos que aqui são todas as estradas do mundo: vias rápidas, estradas secundárias, deserto, cidades perdidas na noite e becos sem saída.
O espectáculo-viagem tem a duração de uma hora.

18 de Abril, sábado, 23h00, Café concerto
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 60 m
www.youtube.com/watch?v=CKkVe5BtmFo
www.myspace.com/totripsguitar

DANAE & os novos crioulos

Danae Estrela, cantora e compositora de Cabo Verde, lança em Março deste ano um novo trabalho “ CAFUCA”. Conta com um formato musical simples mas que não vai deixar ninguém indiferente pela originalidade dos instrumentos envolvidos e pela riqueza e diversidade de sons e influências musicais. 18 de Abril , Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/danaexdanae
Danae, ao longo dos últimos anos, foi à procura de sons, imagens, palavras, histórias que conseguiu modular em melodias próprias com as referências mais variadas.
A música torna-se, sob este ponto de vista, uma prática aberta que encontra na troca de experiências uma mais valia para a produção de um trabalho sem rótulos.
As letras e as músicas, da autoria da Danae, inserem-se dentro de um campo de possibilidades criativas de difícil “ajuste” num estilo definido.
O novo projecto musical nasce após a redacção quotidiana de pequenas histórias escritas e vividas.
Músicos
Danae Estrela, Voz – Guitarra
Danilo Lopes, Guitarra – Coros
Raimund Engelhardt, Tablas – Cimbal – Percussão
Johannes Krieger, Trompete

Concerto de Páscoa

Concerto de Música Religiosa alusivo à temática da Páscoa, inserido nas comemorações da Semana Santa de V.N. Famalicão
8 de Abril, quarta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 75 m

1ª Parte
“Cantate Domino” – C. Monteverdi (1567 - 1643)
Joaquina Ly, soprano I
Filipa Lã, soprano II
António Ramos, violino I
Clara Dias, violino II
Rogério Peixinho, violoncelo
Filipe veríssimo, órgão

“Mein Herze Schwimmt in Blut” – J. S. Bach (1685 – 1750)
Joaquina Ly, soprano
António Ramos, violino
Clara Dias, viola
Rogério Peixinho, violoncelo
Pedro Castro, oboé
Filipe Veríssimo, órgão
Intervalo 10 minutos
2ª Parte
"Salve Regina“ – G. B. Pergolesi (1710 – 1736)
Filipa Lã, soprano
António Ramos, violino I
Clara Dias, violino II
Rogério Peixinho, violoncelo
Filipe veríssimo, órgão

“Symphoniae Sacrae II Nr. 16 - Es steh Gott auf SWV 356” – H. Schütz (1585 – 1672)
Joaquina Ly, soprano I
Filipa Lã, soprano II
António Ramos, violino I
Clara Ramos, violino II
Rogério Peixinho, violoncelo
Filipe veríssimo, órgão

terça-feira, 10 de março de 2009

2ª Edição Festival Internacional de Música de Câmara Stellenbosch-VN Famalicão para Piano, Cordas e Trompa

1 a 5 de Abril de 2009

Luis Magalhães - Direcção Artística

Artistas:
Piano:Nina Schumann - África do Sul - Luis Magalhães - Portugal

Cordas:Frank Stadler (violino) – Áustria Suzanne Martens (violino) - África do Sul Gareth Lubbe (viola) - Alemanha Peter Martens (violoncelo) - África do Sul Leon Bosch (contrabaixo) – Inglaterra

Trompa: Abel Pereira – Portugal

Clarinete: Nuno Pinto - Portugal

Conversas no Café Concerto:Maestro António Vitorino d’Almeida – Portugal

PROGRAMA DO FESTIVAL

Dias 1 e 2 de Abril 2009 Masterclasses
Recepção dos alunos durante a manhã.
Ensaios e aulas durante todo o dia.

Sexta-Feira, 3 de Abril 2009 Recepção durante a manhã10:00 – 13:00 Ensaio 13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto
21:00 – Concerto de Abertura
Sábado, 4 de Abril 200909:00 – 12:00 Ensaio13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto 21:00 – Concerto de Música de Câmara
Domingo, 5 de Abril 200909:00 – 12:00 Ensaio13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto21:00 – Concerto de Encerramento

Masterclasses - Executante 50 euros; Ouvinte 25 euros
50% de desconto para alunos de música das escolas do Concelho
Inscrições: www.stellenbosch-vnfamalicao.com
CONCERTOS
Preço por Concerto 5 euros
Preço único para os três concertos 12 euros

Exposição Pintura de Ruy Silva




20 anos de carreira
Foyer de 2 a Abril a 2 de Maio 2009

Ruy Silva, (Viseu, 1974), é um artista com uma carreira expositiva iniciada há 20 anos.
Com formação base em Educação Visual e Tecnológica com Doutoramento em “Pintura - Ponto de Referência, Imagem - Design” na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Salamanca.
Ao desenvolvimento e pesquisa experimental próprios associa formação profissional inter complementar em Cursos de Fusing e em diversas áreas de especialidade: pintura, cerâmica e azulejo, pintura com englobes, vidrados, corda seca, raku. Exerce Docência no Ensino Secundário e é Professor Formador em atelier próprio.
Actualmente, possui uma galeria privada onde hospeda os seus trabalhos, aberta ao Amigos/Clientes e Coleccionadores.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

DOGMA

Digressão Nacional de apresentação do CD “O Segredo”
28 de Março, sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 75 m

http://www.dogmamusic.com/
www.myspace.com/ouvedogma
Dogma - Depois de um 2008 em que lançaram o seu primeiro disco "O Segredo", cujo tema homónimo invadiu as rádios nacionais, a banda do Porto continua em 2009 a apresentação ao vivo do trabalho que a lançou, podendo-se esperar mais um espectáculo pleno de intensidade.

A VERDADEIRA TRETA

Com José Pedro Gomes e António Feio
Teatro
28 e 29 de Março, Sábado 21h30 e Domingo 17h00, Grande Auditório
Entrada: 15 euros
M/12
Duração 90 m
“Toni e Zézé estão de regresso! Com uma sólida amizade, encontram-se frequentemente para profundas considerações filosóficas sobre o quotidiano que conhecem. Dissertam sobre tudo e sobre nada, afirmando as suas críticas sociais como verdades absolutas. A aventura começou no Auditório Carlos Paredes, em 1997, e desde então já correu o país, esgotou o Coliseu dos Recreios várias semanas, foi um programa de rádio, uma série televisiva. O DVD, o livro e o filme vieram mais tarde confirmar o sucesso da dupla. Em 2008, apresentam “A Verdadeira Treta”, um regresso à essência da “filosofia do disparate” que já fez rir milhares de espectadores...que há muito reclamavam por mais!”
Texto – Eduardo Madeira e Filipe Homem Fonseca

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

CORVOS

O misticismo, o oculto, as noites e seus mistérios, a fusão da escola clássica com o rock, o modo espontâneo e imediato como comunicam com o público, e sobretudo a energia arrebatadora que caracteriza os seus concertos, são algo muito vivo e constante nos CORVOS
Concerto de encerramento do FAMAFEST
Rock / Alternativa / Clássico
21 de Março, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: livre à lotação da Sala
M/3
Duração 60 m

Corvos são uma banda incomum no panorama da música portuguesa. É constituída por quatro elementos com formação musical clássica mas que tocam temas essencialmente de matriz rock. Trata-se de um quarteto de cordas, constituído por Pedro Teixeira da Silva, Tiago Flores (violinos), Nuno Flores (violeta), Cláudio Nunes (violoncelo), que alia o virtuosismo instrumental dos seus elementos e a excelência das composições,arranjos e interpretações intemporais, ao gosto musical eclético, passando pelas suas origens clássicas e continuando pelo rock, música popular contemporânea e variadíssimos outros estilos musicais. O Espectáculo ao vivo, com um baterista convidado, é o local certo para poder sentir e ouvir, o que eles têm para lhe oferecer.
Com a edição do seu quarto album, The Jinx, os Corvos contam com um baterista que faz parte integrante da banda.

Formação
Pedro Teixeira da Silva -
violino
Tiago Flores -
violino
Nuno Flores-
Viola d'arco
Cláudio - violoncelo
Pedro Silva "Pita" -
bateria
Discografia
Corvos Visitam Xutos (1999)
Post Scriptum (2001)
Futuro que era Brilhante - single (2001)
Corvos 3 (2003)
The Jinx (2007)

Carlos do Carmo

Os Fados intemporais como “Lisboa Menina e Moça”, “Os Putos”, “Canoas do Tejo”, “Por Morrer Uma Andorinha” ou “Um Homem na Cidade”, na abertura do FAMAFEST.
Fado
14 de Março, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 15 euros
M/3
Duração 60 m
http://www.carlosdocarmo.com/
Carlos do Carmo iniciou em 1963 uma das carreiras mais sólidas no panorama artístico português, para a qual contribuiu a sua coragem de assumir o Fado no masculino e também o facto de trazer para o Fado novos elementos: contrabaixo e formação com orquestra, entre outros e ainda novos talentosos compositores, bem como a poesia e a prosa de grandes poetas e escritores contemporâneos portugueses. Por tudo isto, são inúmeros os prémios e honrarias recebidos até hoje (em anexo, destacam-se os mais relevantes).
Falar de Carlos do Carmo é associar o seu nome ao que de mais genuíno e popular se canta nas ruas de Lisboa, quer seja um simples pregão de varina, um esvoaçar de gaivotas do Tejo ou uma festa popular com sardinha assada. Na sua voz, andam também de mãos dadas a saudade, os amores não correspondidos, a solidão, a primavera com andorinhas e os “putos” deste Portugal e ainda a esperança e o futuro.
Carlos do Carmo é acarinhado por um público que o respeita e estima, apreciando nele, além das suas qualidades de grande intérprete e comunicador, as de um homem interessado na evolução da música da sua terra, acreditando na evolução do homem na sua globalidade. Os seus mais de um milhão de discos vendidos são prova inequívoca disso mesmo.
Os seus recitais para a televisão fazem parte do arquivo histórico do Fado, reconhecidos que são pela sua elevada qualidade e pelo sentimento inovador que cada um deles transmite. “Por Morrer uma Andorinha”, “Duas Lágrimas de Orvalho”, “Bairro Alto”, “Gaivota”, “Canoas do Tejo”, “Os Putos”, “Lisboa Menina e Moça”, “Estrela da Tarde” são alguns dos grandes sucessos populares da sua carreira.
Cantou nos cinco continentes e as suas passagens no "Olympia" em Paris, nas óperas de Frankfurt e de Wiesbaden, no Canecão de Rio de Janeiro, no "Savoy" de Helsínquia, no Auditório Nacional de Madrid, no Teatro da Rainha em Haia, no teatro de São Petersburgo, na Place des Arts em Montreal, no Tivoli de Copenhaga, no Memorial da América Latina em São Paulo e mais recentemente no Teatro D. Pedro V em Macau (com transmissão em directo para toda a China) são momentos muito altos da sua carreira. Os concertos no Mosteiro dos Jerónimos, na Fundação Gulbenkian, no Casino Estoril, no Centro Cultural de Belém, na Casa da Música, na Torre de Belém e no Coliseu dos Recreios de Lisboa fazem a diferença a nível nacional, pelo conceito que lhes foi dado, sempre em prol da evolução do Fado.

FAMAFEST 2009

11º Festival de Cinema e Vídeo de Vila Nova de Famalicão
de 14 a 21 de Março

Entre 14 e 22 de Março, em dois auditórios da Casa das Artes, e ainda nos auditórios da Biblioteca Municipal e da Casa de Camilo, em Seide, o Famafest 2009, XI Festival de Cinema e Vídeo de Vila Nova de Famalicão, dedicado a “Cinema e Literatura”, irá apresentar uma vasta secção a concurso, com obras oriundas dos quatro cantos do mundo, e ainda várias secções paralelas, entre as quais “Da Palavra à Imagem”, onde pode ver ou rever alguns dos mais recentes filmes adaptados de obras literárias. Uma vasta retrospectiva de filmes inspirados em Edgar Allan Poe (por altura do segundo centenário do seu nascimento), com obras de Griffith a Roger Corman. Homenagens a Alexander Soljenitsin, Yukio Mishima, Claude Berri, Machado de Assis. De colaboração com o FICAP, ciclos sobre Peter Brook e Bob Wilson. Cinema português e filmes para a juventude. Homenagem aos 80 anos de Tintin e Rato Mickey. Concertos: a abrir Carlos do Carmo e a fechar Corvos. Homenagens, dia 14 de Março, Laura Soveral, Susana Borges, Mário Cláudio, dia 16 Março, Urbano Tavares Rodrigues e Luis Miguel Cintra.

Work in Progress - PEDRO TOCHAS

Stand-up comedy
13 de Março, sexta, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/12
Duração 60 m
http://www.pedrotochas.com/

Quando se vê um artista de rua surgem várias questões:
Quais as histórias por trás dos truques?

Quais as motivações para os aprender?

Qual o resultado da sua apresentação?

Este espectáculo é o relato do percurso de um artista de rua através dos truques que vai aprendendo.

O comediante português, Pedro Tochas, de seu nome verdadeiro Pedro Nuno Simões Lopes dos Santos, destaca-se pela sua capacidade de improvisação, formação em vários tipos de espectáculo e actuações em várias partes do mundo. Já ganhou vários prémios e consagrações, em especial para o seu trabalho “O Palhaço Escultor”. Foi premiado no estrangeiro com o prémio “The biggest fool” num festival de teatro na Noruega. Na televisão pertenceu ao quadro de actores do cómico Programa da Maria, na Sic em 2000. Em 2004 apresentou um programa de viagens na RTP mas a sua imagem ficou na memória de todos os portugueses através da campanha publicitária da água com gás, a Frize.
Partindo do malabarismo, passando pelo teatro físico e de rua, juntando elementos de stand-up comedy, temos como resultado um trabalho multidisciplinar em tom de contador de histórias, que nos mostra como muitas vezes o percurso pode ser a parte mais divertida da criação artística.

FICHA TÉCNICA
Texto e Interpretação - Pedro Tochas
Fotografia - Frederico Martins

Mulher com aquilo….

Co-produção: Casa das Artes/Mina de Moiros
Teatro comédia
8 Março, Domingo, 17h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 90 m

A Mulher com Aquilo é a história de Paula e Lígia, duas amigas que discutem o que é ser mulher, num mundo de homens, com as suas inevitáveis diferenças. Os altos cargos nas empresas são reservados aos homens, restando às mulheres a aspiração a uma merecida promoção. Paula, insatisfeita com esta realidade, começa a desejar ser homem, o que praticamente se realiza. Chega o dia em que ela pensa vir a ser nomeada para a vice-presidência da empresa. Porém, o cargo é entregue a um homem, um belo homem, que deixa Paula de queixinho caído. Quem é este homem? Quem é Paula agora, e como vai ela lidar com o seu namorado?

FICHA TÉCNICA
Encenação e Adaptação
Leonel Rocha
Assistente de Encenação
Luíz Oliveira
Interpretação
Marcela da Costa
Mónica Samões

Operação de Luz e Som
Pedro Oliveira
Figurinos
Cláudia Ribeiro
Música
Bel Viana
Cenografia
Arq. Marques Vieira
Fotografia
Duarte Almeida

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

SIMON BOOKISH

Apresentação do álbum “Everything/Everything” - Concerto único em Famalicão
Pop/ Experimental /Electrónica
7 de Março, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 75 m
www.simonbookish.com
Leo Chadburn mais conhecido como Simon Bookish frequentou a Guidhall School of Music and Drama entre 1997 e 2001. Afirmando-se como um vocalista de carácter livre caminhando entre composições pop e experimentais, apresentou também algumas remixes e efectuou experiencias sonoras ligadas ao teatro e dança contemporânea.
Lançou em 2006 o álbum “Unfair Funfair”, uma energética sequencia de canções, com um imaginário repleto de historias musicais sobre Eurípedes, Richard the Third, a invenção da Guilhotina, entre outros.
Um ano mais tarde, lança o álbum “Trainwreck/Raincheck” , marcadamente electrónico, estabelecendo um “diálogo” muito interessante entre o design sonoro e as palavras, criando fantásticas ambiências.
Lançou singles pelas editoras Tomlab e Playlouder recordings, tendo também sido convidado pelos Franz Ferdinand, The Organ e Grizzly Bear para a participação em remisturas.
É frequentemente solicitado para participações em álbuns de vários artistas, nomeadamente por Max de Wardener, Leafcutter John, Patrick Wolf e Saint Etienne.
No inicio de 2007 participou no National Theatre´s production of Brecht´s Caucasian Chalk Cricle em parceria com a Filter Theatre Company.
Simon Bookish realizou desde 2003, cerca de 50 actuações a solo pelo Reino Unido, Alemanha, Holanda e Grécia. A sua musica foi presença constante na rádio BBC ONE e na XFM e apresentou alguns programas na estação londrina Resonance FM.
Nos últimos anos abrandou o ritmo das actuações ao vivo, o que acabou por lhe conferir um estatuto de maior exclusividade.
Este artista ímpar e insólito, como que de uma personagem de um imaginário POP se tratasse, (Ou de um Cartoon sobre o super-herói da canção moderna) vem à Casa das Artes – Palco de muitos imprevistos – Apresentar o seu mais recente longa duração, o super aclamado “Everything / Everything” – Um instantâneo Electro-Pop onde o improviso ultrapassa o rigor do planeado. Para muitos, este novo álbum representa a afirmação definitiva de Simon Bookish enquanto compositor e cantor.
O ípsilon (Suplemento do Público, entenda-se) deu-lhe nota positiva e excelentes críticas; A Actual (Expresso), não ficou atrás, a revista Blitz também não (Ver crítica abaixo transcrita). Em Janeiro, Simon Bookish confessou-se a Nuno Galopim (DN) e o conceituado blog – Sound and Vision - do não menos conceituado jornalista deu-lhe um destaque de honra, partindo a entrevista em três partes, editada consequentemente, em três dias seguidos.
In Blitz:
“Imaginem Sparks, Divine Comedy e Pulp (pelo menos) concentrados num único excêntrico personagem. Simon Bookish faz justiça ao apelido que escolheu (espécie de “marrão” ou “rato de biblioteca”), as suas letras são um delírio de referências e jogos de palavras, num flow com total entrega e carisma, frequentemente acompanhado por trompete, clarinete ou equivalentes sintéticos. É tudo um pouco apocalíptico, lírico e festivo, romântico, primórdios do séc XX, pop desligada de um tempo certo. “Carbon” fala em Buckminster Fuller enquanto, a princípio, parece um hino de devoção gay (”Show me your sweet DNA”), “Victorinox” é, logo, um bom título, tal como “Synchrotron”, um dos mais Pulp no álbum mas também recorda o Felix Kubin mais burlesco. Já agora, “Colophon”, outro título no mesmo espírito, é todo Woodentops na voz, no resto é uma canção barroca com harpa que encerra o álbum com longos segundos” de um uuuu feminino logo antes do fim da transmissão. Estilo e substância num mesmo pacote, “Everything/Everything” não é só um título qualquer, indica uma vontade (que a capa também consegue transmitir) em dominar a matéria do universo. (In Blitz).
Simon Bookish na Casa das Artes, ao vivo (e a cores).

A NOIVA CADÁVER

Atelier Baú dos Segredos
Teatro
5 e 6 de Março, quinta e sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 60 m

Baseado num conto popular russo, A Noiva Cadáver conta a história do desajeitado e tímido Victor, que se vê envolvido numa embrulhada, paralelamente no mundo dos vivos e dos mortos, onde em ambos os lados faz o papel de noivo.
Uma história de contrastes num mundo de contrastes, em que os mortos "vivem" num ambiente muito mais festivo e alegre, em oposição aos vivos que parecem deambular por um mundo escuro e triste, ou seja, a Inglaterra vitoriana.
A era Vitoriana, recebe esse nome por causa da rainha que estava no poder nessa
época, ou seja, a rainha Victoria.
Ora, um dos objectivos da obra é, justamente, fazer uma crítica da sociedade britânica dessa altura.
Aos olhos do espectador atento, existem até várias semelhanças entre os personagens da obra e gente que, de facto, viveu nesse período da história da Inglaterra, Disso é exemplo, a educação da personagem Victoria:
A habilidade musical não era bem vista para uma jovem, pois supunha-se que a música despertava sentimentos e as mulheres eram tidas como sexualmente perigosas, logo, a mulher que tivesse desenvolvido habilidades musicais, era encarada como vulgar e imoral.
Ora aí está um traço vitoriano que diz respeito à educação das moças.
Tendo em vista que a mulher era criada e educada para a vida matrimonial, era melhor que ela não possuísse estudos desnecessários, ou seja, que aprendesse apenas o suficiente para cuidar de uma casa – dirigir empregados, ser a interlocutora do marido e educar os filhos. Para isso, não era necessário o domínio de conhecimentos técnicos especializados nem de latim. Somente a formação prática e teórica em economia doméstica.
A intenção pela qual o nome da Rainha Victoria foi mantido na obra, pode ter sido para afirmar que a personagem Victoria Everglot foi realmente baseada na Rainha, uma vez que a peça foi criada a partir de documentos históricos sobre a rainha Victoria, uma pessoa que efectivamente existiu e que provavelmente serviu de “molde” para a criação da personagem, como se pode perceber pelas características em comum.
A Noiva Cadáver é uma obra saída do imaginário de Tim Burton, senhor que já nos habituou a um mundo muito próprio de fantasia, de teor gótico, não deixando de nos surpreender.
Inicialmente, esta obra foi apresentada num filme de animação com êxito mundial.
Por isso encaramos como um desafio a sua montagem em palco.
Essa é a razão que nos move, desta vez.
Esperemos que gostem!

FICHA TÉCNICA
Produção - Casa das Artes de Famalicão
Adaptação, Encenação e Cenografia - João Regueiras
Luz, Som e Manuseamento de Cenários - Equipa Técnica da Casa das Artes
Direcção Musical - Rui Mesquita
Figurinos e Caracterização - Carmen Regueiras e Emília Silva
Coreografias - Ana Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 2 do Baú dos Segredos

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Alguns dos Concertos programados para 2009

Simon Bookish, 7 de Março.
Carlos do Carmo, 14 de Março
Corvos, 21 de Março.
DANAE & Os Novos crioulos, 18 de Abril
Fujiya & Miyagi, 24 de Abril
DeVotchKa, 8 de Maio
Judy Collins, 20 de Junho.
Yann Tiersen, 5 de Julho.