segunda-feira, 5 de abril de 2010

CANTOS RENASCIDOS

Celebrar Abril será sempre reavivar a Esperança.
35 Anos de canções renascidas de João Junqueira
25 de Abril, Domingo, 21h00, Grande Auditório .
Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 70 m
É este o sentido primeiro deste meu concerto no dia 25 de Abril. Com uma dúzia de temas que, por um lado são gritos de denúncia e, por outro, apontam caminhos, as canções que vamos cantar, são marcadas pela simplicidade e pelas memórias de há 40, altura em que foram compostas. Com estes temas musicais eu quero partilhar, com todos, os sonhos, os desafios e também muitas utopias que tiveram e têm na Esperança o seu sentido. E, por isso, continuam hoje a ser sonhos, a ser desafios e a ser utopias que nos devem inquietar como seres humanos e nos devem encher de coragem para continuar a ser voz que não se cala, quando ao nosso lado a fome grita, a injustiça clama, a mentira esconde, a morte destrói, o silêncio chora e o dinheiro suja.
Este concerto é também um gesto de gratidão a todos quantos, ao longo da minha vida quiseram contar-me entre o grupo dos seus amigos, a todos aqueles para quem as minhas cantigas e a minha presença não deixou indiferentes.
É ainda um obrigado ao concelho que me acolheu há 35 anos. Foi nesta terra que concretizei alguns dos sonhos humanos que me acalentaram, com realce especial para o casamento e os filhos que hoje me acompanham neste concerto. Por isso, em jeito de gratidão, este concerto de Abril.
Os poemas são, quase na sua totalidade, do João Maria André, meu condiscípulo e amigo. Os arranjos musicais são Carlos Carneiro. Para eles, também, o meu obrigado.
João junqueira

2º Mostra de Teatro Escolar da Câmara Municipal de Famalicão de 19 a 22 de Abril

OS BONECOS
Baú dos segredos
Teatro
22 de Abril, Quinta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: livre
M/6
Duração: 70 m

Sinopse:
Inspirado na peça “O vagabundo das mãos de oiro” de Romeu Correia, esta farsa, é um exercício de interpretação, uma caricatura, plena de cor e poesia ingénua.
Nela, levando uma vida de saltimbanco, duas personagens são figuras humanas: Pepone, o alcoólico dono da companhia de marionetes e Carolina, a sua jovem ajudante.
Juntos, tentam, na medida do possível, apresentar o seu espectáculo de marionetes, em mais uma romaria, vivendo e reagindo segundo os seus próprios impulsos e paixões.
As restantes personagens são marionetes, de cara pintada, ligeiros e caricaturais, que obedecem aos dois manipuladores e que nos contam uma história, interrompida, aqui e acolá, pelos delírios alcoólicos de Pepone.
Há ainda uma personagem que tem um papel decisivo no desenvolvimento do conflito: a Morte, qual destino, que brinca, comandando os gestos e as vidas, a seu belo prazer.
No fim, Pepone enlouquece...ou morre, ou ... venham descobrir!

ELENCO
Adriana Azevedo
Ana Filipa Ribeiro
Carolina Passos
Cátia Silva
Eduardo Lopes
Juliana Marques
Liliana Veloso
Maria Miguel
Raquel Granja
Sofia Macedo
Tatiana Silva
Tiago Sampaio

FICHA TÉCNICA:
ENCENAÇÃO & ADAPTAÇÃO João Regueiras
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO Ana Regueiras
LUZ & SOM Equipa Técnica da Casa das Artes
GUARDA ROUPA & FIGURINOS Cármen Regueiras & Emília Silva
CENOGRAFIA João Regueiras
PRODUÇÃO Casa das Artes & Baú dos Segredos

sexta-feira, 26 de março de 2010

The Legendary Tigerman - “Femina”

Blues / Rock
17 de Abril, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.myspace.com/thelegendarytigerman

O novo álbum de Legendary Tigerman documenta muitos encontros. Com Asia Argento, Maria de Medeiros, Peaches, Becky Lee, Rita Redshoes, Lisa Kekaula (The Bellrays), Cláudia Efe (Micro Audio Waves), Phoebe Killdeer (Phoebe Killdeer & The Short Straws), Mafalda Nascimento, Cibelle e o Cais do Sodré Cabaret. Continua a ser uma one-man band, mas com muitas mulheres por companhia. «Foi há cerca de dois anos e meio», explica Paulo Furtado, «que esta ideia começou a tomar forma. Falei quase ao mesmo tempo com a Cibelle e com a Asia Argento e foi de certo modo com elas que o projecto começou a tomar forma. Ao princípio sabia que queria gravar com mulheres, experimentar diferentes modos de escrever e trabalhar os temas e foi com estes dois nomes que a coisa definitivamente embalou. Curiosamente a Asia foi a primeira pessoa com quem gravei e a Cibelle a última».
De certa maneira, Femina é a concretização de uma série de fantasias estéticas e Paulo Furtado escreveu não com uma ideia difusa de mulher na cabeça, mas com alvos muito concretos: «muitas das canções foram feitas directamente para cada uma destas mulheres. Não só com as vozes e o trabalho delas em mente, mas também com aquilo que elas são e representam como mulheres». E nesse sentido, Femina é também uma série de intensos diálogos e não de simples retratos. «Eu acho que os homens não conseguem cantar as mulheres», confessa Paulo Furtado. «Acho que somente conseguem cantar uma certa imagem da mulher». E por isso, Paulo pediu-lhes que cantassem para ele.

The Weatherman

Pop / Alternativa / Experimental
17 de Abril, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/theweathermanpt
Considerado a revelação da música pop portuguesa de 2006, pegou pela primeira vez numa guitarra aos 14 anos. Edita o disco de estreia “Cruisin’ Alaska”, em 2006 (no qual toca todos os instrumentos) e três anos mais tarde o seu segundo álbum “Jamboree Park At The Milky Way”, desta vez, recorrendo a inúmeros músicos convidados. Há cordas, metais, sopros... e muitas canções. Em Outubro passado esteve em Londres para o concurso Rising Star, atribuído durante a British Music Week onde entre 10.000 candidatos de todo o mundo, obteve o 5º lugar. Encontra-se a gravar um novo registo, desta vez sob a forma de EP, a sair em 2010.
Banda completa:Alexandre Monteiro: Voz, guitarra acústica, guitarra eléctrica, pianoAndré Tentúgal: Voz, guitarra eléctricaNuno Archer: tecladoTiago Serôdio: baixo, vozNuno Oliveira: Bateria

Angústia

Jangada Teatro
Drama cómico
16 de Abril, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração: 90 m
O que levará Gonçalo, um empresário rico e burguês, a encontrar-se para jantar com António, empregado de escritório e pobre, sempre ao dia 15 de cada mês, se nada têm em comum senão terem sido colegas no liceu?
A peça retrata as desigualdades sociais tão reais ao tempo de Sttau Monteiro quanto no Portugal de hoje. Ao mesmo tempo um triângulo amoroso acidental, vem agudizar ainda mais a relação entre o rico e o pobre. Paralelamente a estas três personagens encontramos situações sui generis protagonizadas por figuras da alta sociedade contemporânea de Sttau Monteiro em contraposição com o proletariado. Estas duas facções sociais criam episódios que se tornam risíveis, de tão insólitos

Autor- Luís de Sttau Monteiro
Encenação - Fernando Moreira
Interpretação - Alberto Fernandes, Faria Martins, Luiz Oliveira,
Patrícia Ferreira, Vítor Fernandes e Xico Alves
Música ao vivo- Alberto Fernandes
Cenografia e Figurinos - Marita Setas Ferro
Desenho de luz - Nuno Tomás
Operação de Luz e Som - Nuno Tomás, Luís de Sttau Monteiro

terça-feira, 23 de março de 2010

Festival Internacional de Música de Câmara Stellenbosch - V. N. de Famalicão (3ª Edição)

CASA DAS ARTES 5 A 11 DE ABRIL 2010

A terceira edição do Festival Internacional de Música de Câmara Stellenbosch-Famalicão realiza-se entre 5 e 11 de Abril, na Casa das Artes, voltando a fazer a ponte entre a experiência do maior certame do género na África do Sul e a oferta educativa em Portugal, contando com intérpretes e professores de excelência. O famalicense Luis Magalhães e a sul-africana Nina Schumann voltam a assumir a direcção artística do festival, que ficará marcado pela estreia de Herman José num palco de música clássica. O evento é organizado pela Câmara Municipal de Famalicão, através do seu Pelouro da Cultura, baseado no festival-mãe, que tem origem na Universidade de Stellenbosch, na África do Sul.Estarão presentes músicos de excelência: Frank Stadler (violino, Áustria), Searmi Park (violino, EUA), Predrag Katanic (viola, Sérvia/Áustria), Eugene Osadchy (violoncelo, EUA/Rússia), Claudio Bohorquez (violoncelo, Alemanha), Elizabeth Bradley (contrabaixo, Inglaterra), além dos pianistas Luís Magalhães (Portugal) e Nina Schumann (África do Sul). Durante os três dias de concertos serão interpretadas, em grupos de câmara, obras de R. Schumann, S. Rachmaninoff, S. Lyapunov, R. Shchedrin, E. W. Korngold, E. Elgar, F. Mendelssohn e C. Saint-Saëns.É precisamente uma obra de Saint-Saëns – o Carnaval dos Animais – que marcará a estreia de Herman José nas interpretações clássicas. O humorista português fará a narração da famosa peça musical, mas com a sua interpretação muito pessoal.Outra das particularidades do Festival de Música de Câmara Stellenbosch-Famalicão é a sua oferta educativa, com master classes orientadas pelos músicos do evento. Tal como no ano passado, deslocar-se-ão à cidade minhota jovens de várias partes do Mundo para poderem aprender com alguns dos melhores instrumentistas de cordas e piano. Para que tal aconteça, o certame começa dia 5 de Abril, ao passo que os concertos se realizam entre os dias 9 e 11. Os melhores alunos terão, também, a oportunidade de tocar lado a lado com os “professores” no concerto final, marcado para as 17 horas desse domingo.PREÇOS: 5 euros dia 12 euros três diasMaster classes:



PROGRAMA:

sexta-feira, 19 de março de 2010

MIAUUU!

Baú dos segredos
Teatro
1 e 2 de Abril, Quinta e Sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 Euros
M/6
Duração: 90 m
É noite.
No bairro ouvem-se os últimos ruídos de mais um dia.
No telhado de um velho edifício, longe do reboliço da rua, uma sombra furtiva emerge do pano de fundo da cidade.
Um gato!
Solitário, acorda, espreguiça-se e, curioso, observa em silêncio as redondezas.
Um momento de paz... aparente!
Na realidade, ultimamente, ela tem estado arredada deste canto da cidade.
Vive-se uma falsa paz... uma tensão latente!
Os tempos correm difíceis no bairro. Tempos de desafio... e disputa!
Sim, desde que partiu o velho líder dos gatos que a rua não é mais a mesma.
A tribo de gatos encontra-se enfraquecida por lutas constantes, por um bocado de território...
É preciso restaurar a paz... a todo o custo!
A pouco e pouco, gatos de fora resolveram tentar a sua sorte, nesta rua.
Mas,... será que são mesmo estranhos?...

segunda-feira, 15 de março de 2010

Requiem à Memória do Infante D. Henrique de Ferreira dos Santos

Concerto de Páscoa, inserido nas comemorações da Semana Santa de V.N. Famalicão
30 de Março, terça-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros (desconto de 20% para coralistas e músicos)
M/3
Duração: 70 m
Compositor: António Ferreira dos Santos (*1936) “Réquiem à memória do Infante D. Henrique” Para solos, coro e grande orquestra (1995)
Solistas: Heidrun Kordes, soprano Berthold Possemeyer, barítono
Coro: Schiersteiner Kantorei Frankfurt/Wiesbaden
Orquestra: Bach-Ensemble Frankfurt/Wiesbaden
Direcção: Martin Lutz (Alemanha)


Com uma obra rica e multifacetada, onde se destacam vários Oratórios para grandes orquestras, António Ferreira dos Santos é um dos mais importantes compositores portugueses contemporâneos. O seu Réquiem, o primeiro a ser composto em língua portuguesa, surgiu por encomenda estatal, aquando das comemorações do VI centenário do nascimento do Infante D. Henrique, o Navegador, que impulsionou as viagens das Descobertas das caravelas portuguesas, que iriam conduzir o país a uma posição de potência mundial. Não deixando de denunciar influências do romantismo francês tardio, bem como da última fase de Verdi, a composição revela, no entanto, uma linguagem musical muito própria, particularmente colorida e clara, que se transmite ao ouvinte de forma imediata.

Breve nota sobre o Autor -CÓNEGO FERREIRA DOS SANTOS, autor e maestro Sacerdote da diocese do Porto, depois de fazer os seus estudos no Conservatório de Música do Porto, com os Prof. Filipe de Pires, Stella da Cunha, Clotilde Cunha e José Delerue, foi para Salzburg e Munique, onde, durante seis anos, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, fez os cursos de Música Sacra, Orgão e Direcção de Coros, com os Professores Franz Lehrndorfer, Gunter Bialas, Fritz Schieri e Erich Valentim

sábado, 6 de março de 2010

Minta & the brook trout

A CASA das ARTES de V.N. Famalicão e R.U.M. (Rádio Universitária do Minho), no âmbito de uma parceria, a qual chamaram “Ciclo Panorama: mostra cultural para 4 estações”, apresentam:minta & the brook trout
Pop / Folk Rock / Alternativa
27 de Março, sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m
http://www.minta.me/
www.myspace.com/mintamusic

Minta & The Brook Trout, o disco de estreia da banda com o mesmo nome, foi gravado em cinco dias de Julho de 2009, no Golden Pony, em Lisboa. Produzido por Francisca Cortesão e Mariana Ricardo, nele participam ainda Walter Benjamin, BlackBambi e João Cabrita.
As onze canções do disco vão da pop-folk de "Large Amounts", que lembra Belle and Sebastian, ao country assumido de "I Don't Want To", dueto com Walter Benjamin com laivos de Graham Parsons e Emmylou Harris passando pelo alt-rock de "Without It" ou "On Lust".
Minta & The Brook Trout foi considerado um dos melhores discos do ano pela Blitz. António Pires, no i, descreveu-o como “música absolutamente maravilhosa feita de canções luminosas e sublimes.”
Ao vivo, Minta & The Brook Trout apresentam-se quase sempre em trio: Francisca Cortesão (voz e guitarra), Mariana Ricardo (baixo e voz) e Nuno Pessoa (bateria e voz).

PIGMALIÃO

Teatro
Teatro Oficina/ Centro de Computação Gráfica da Universidade do Minho
26 e 27 de Março, Sexta e sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 8 euros
M/3
Duração: 70 m
http://www.aoficina.pt/
O Teatro Oficina, em colaboração com o Centro de Computação Gráfica da Universidade do Minho, promove este projecto de criação, onde arte e ciência, teatro e tecnologia, se unem para contar uma história, transformando a ficção científica de ontem no modo de representar hoje a realidade.
Três cidades unem-se para contar uma história, onde recorrendo à literatura que construiu a civilização que somos hoje, fazemos um texto novo, que fala exactamente daquilo que nos interessa no teatro, a criação do humano.

SINOPSE
Este espectáculo é uma variação sobre a história de Pigmalião e Galateia, contada pelo Ovídio nas «Metamorfoses»: o escultor solitário e esteta que constrói uma estátua da mulher perfeita, se apaixona por ela, e a vê depois transformada numa mulher real.
Através do mito de Pigmalião é explorada a ideia da «invenção do feminino». Partindo-se do Ovídio, e das várias traduções portuguesas e estrangeiras, fazendo da estátua um programa de computador e da Galateia um holograma. Já com Galateia materializada em pessoa, contesta-se a ideia de «mulher perfeita» perguntando-se porque é que a mulher há-de continuar a ser «inventada» pelo homem, em vez de ter o mesmo grau de realidade do homem. Do lirismo da homenagem ao mito, se caminhará para a crítica e ironia.
FICHA ARTÍSTICA
Texto Pedro Mexia
Encenação Marcos Barbosa
Cenografia Ricardo Preto
Figurinos Susana Abreu
Desenho de Luz Pedro Carvalho
Som e Música Sérgio Delgado
Elenco Diana Sá e Emílio Gomes
Produção executiva Teatro Oficina
Co-produção: CASA das ARTES de Famalicão; Centro Cultural Vila Flor, Theatro Circo
Apoio :QREN

Uma Floresta Animada - Space Ensemble

Filme-concerto
23 de Março, terça-feira, 10h30 e 15h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
M/4 (escolas Pré e 1 ciclo)
Duração: 50 m
Co-produção: CASA das ARTES de Famalicão; Centro Cultural Vila Flor, Theatro Circo
Apoio: QREN

segunda-feira, 1 de março de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

As Vampiras Lésbicas de Sodoma de Charles Busch

Encerramento do FAMAFEST
Companhia Teatral do Chiado
Teatro Comédia
20 de Março, Sábado, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: livre
M/12
Duração: 90 m
Com As Vampiras Lésbicas de Sodoma, a Companhia Teatral do Chiado orgulha-se de apresentar ao público português uma das mais originais figuras do showbizz da actualidade: o dramaturgo, actor, estrela de cinema, artista e romancista Charles Busch.
Foi com As Vampiras Lésbicas de Sodoma que Charles Busch se tornou famoso, corria o ano de 1984. O pequeno Limbo Lounge, em Nova Iorque, onde o espectáculo estreou, ficou minúsculo, havendo quem assistisse à farsa de Busch nas mais inconcebíveis situações, incluindo a de ficar no átrio a olhar para um ecrã de televisão. Depois as Vampiras passaram para um teatro mais a sério e... ficaram cinco (5) anos em cena!
O sucesso explica-se. Numa época dominada pelo espírito da paródia pós-moderna, Busch inventa uma história vertiginosa que começa nos tempos bíblicos, em Sodoma, e acaba na sala de ensaios de um "musical", nos nossos dias. Inaugurando um processo que veio a durar vários anos, o próprio dramaturgo brilhou no espectáculo ao representar o papel de uma das deslumbrantes protagonistas!
As Vampiras Lésbicas de Sodoma, trazem ao palco um pequeno delírio de teatro popular onde o imaginário das histórias de terror se mistura com o glamour decadente do mito do Parque Mayer e o universo exacerbadamente sexual dos shows de travesti. Mas no centro de tudo está o combate feroz entre as duas vedetas, sedentas do sangue que lhes garante a eternidade e envolvidas numa competição estranhamente parecida com a rivalidade ciumenta que é típica entre as grandes divas do cinema.
Por tudo isto, a Companhia Teatral do Chiado faz ao seu público uma sugestão bem simples: venham ao teatro, divirtam-se enquanto vêem uma magnífica comédia, mas... não se esqueçam de proteger o pescoço!
Interpretação: João Carracedo, João Marta, Manuel Mendes, Pedro Luzindro [Ruben Garcia], Rita Lello e Simão Rubim,
Encenação: Juvenal Garcês
Tradução: Gustavo Rubim, Patrícia Marques e Vítor d´Andrade
Adaptação: Companhia Teatral do Chiado
Cenografia: Juvenal Garcês e Miguel Sá Fernandes
Escolha de Figurinos: Juvenal Garcês e Miguel Sá Fernandes
Desenho de Luz: Vasco Letria
Som: Sérgio Silva
Contra-Regra: João Regallo e Marco Ferreira
Caracterização do actor Simão Rubim: Marco Ferreira
Marketing e Comunicação: Nuno Santos

CARMINHO

Abertura do FAMAFEST
13 de Março, Sábado, 21h30, Grande Auditório
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Entrada: livre
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/carminhofado
http://www.carminho.net/
Carmo Rebelo de Andrade nasceu e cresceu no Fado, que por isso lhe é tão espontâneo como respirar.
“Nunca vi a Música como uma coisa especial, sempre esteve tão presente na minha vida que seria como querer distinguir um braço mais importante do que o outro” afirma Carminho. Poucas palavras podem descrever tamanha naturalidade, salvo a emoção que sentimos ao ouvi-la cantar. Foi distinguida com o Prémio “Revelação Feminina” pela Fundação Amália Rodrigues (2005) e entre colaborações e participações especiais já se apresentou ao vivo em países como Espanha, Argentina, Malta ou Suíça e em nome próprio na Casa da Música ou Expo da Zaragoza
“Fado” o album estreia editado no passado dia 1 de Junho, tem merecido os mais rasgados elogios , e mereceu entrada directa para o 2º lugar do top de vendas nacional
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Famafest 2010

A FESTA DO CINEMA E DA LITERATURA, Entre 13 e 21 de Março de 2010, a Casa das Artes de Famalicão vai voltar a receber o Famafest, Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Vila Nova de Famalicão, agora na sua 12ª edição e como sempre dedicado ao tema “Cinema e Literatura”.A concurso, o Festival vai contar com cerca de meia centena de obras de ficção e documentarismo, tendo por tema as relações entre o cinema e a literatura, com origem em vários países. Como sempre, na secção “Da Palavra à Imagem”, veremos muito do que de melhor se estreou em salas portuguesas, nos últimos meses, de “Avatar” a “Sherlock Holmes, de “O Laço Branco” a “A Estrada”, de “Tetro” a “Julie e Júlia”, de “Agora” a “Deixa-me Entrar”, de “Estado de Guerra” a “Elegia”, de “Nas Nuvens” a “Nove”.
Várias secções paralelas vão ocupar-se de ciclos dedicados a “Sherlock Holmes no Cinema” (desde as primitivas versões de Basil Rathbone até à mais recente de Robert Downey Jr., passando pelos rostos de Peter Cushing, Jeremy Brent, Robert Stephens, Nicol Williamson, e alguns mais, e ainda “O Vampiro no Cinema”, com uma panorâmica que vai desde as obras-primas mudas de Dreyer e de Murnau até aos recentes “Deixa-me Entrar” e “Lua Nova”, passando pelos Dráculas de Tod Browning, Terence Fisher, Francis Ford Coppola, os vampiros de Abel Ferrara, etc.
Será evocado Albert Camus, no seu centenário, e passamos em revista a obra de Philip Roth no cinema. Haverá ainda muito cinema para jovens e crianças, em nove dias de sessões permanentes que trazem de novo a festa do cinema e da literatura a Famalicão, na Casa das Artes, mas também na Biblioteca Municipal e na Casa de Camilo em Seide.
Haverá cinco grandes nomes da cultura e do espectáculo em língua portuguesa, homenageados, entre os quais Jorge da Silva Melo, Joaquim Benite e José Eduardo Agualuza. Um livro-catálogo de mais de 300 páginas inéditas de textos informativos e críticos, exposições, debates, um Júri Internacional, um Júri da Juventude, convidados e casas cheias de público entusiástico, eis o que o espera em Março, no Famafest 2010, uma organização da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, com direcção de Lauro António.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

DAVID FONSECA – “BETWEEN WAVES TOUR”

Pop / Rock / Alternativa
12 de Março, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 20 euros
M/3
Duração: 90 m

Depois do êxito estrondoso do platinado “Dreams in Colour”, David Fonseca apresenta-nos “Between Waves”, o seu 4º disco a solo, e cujos singles “A Cry 4 Love” e “Stop 4 A Minute” são já hits de airplay das rádios nacionais. Este é um trabalho segundo as palavras do artista “(...) muito pessoal e intimamente ligado ao meu mundo emocional, uma viagem sempre enigmática.”

Este concerto na Casa das Artes, em Famalicão apanha David Fonseca no momento mais alto da sua carreira a solo. É inegável considerar que as prestações ao vivo de David e respectiva banda estão entre as experiências mais excitantes que os palcos portugueses poderão receber: uma extensa lista de canções emblemáticas do conhecimento geral – desde as menos recentes “Someone That Cannot Love”, “The 80’s” passando por “Superstars” e “Kiss Me, Oh Kiss Me” ou até aos mais recentes “A Cry 4 Love”, “Stop 4 A Minute” e “U Know Who I Am”; uma extrema preocupação com o conceito plástico do que é um espectáculo ao vivo no século XXI; e a necessidade de noite para noite, de concerto para concerto, surpreender a audiência.

Uma noite que se prevê... frenética!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Ane Brun

Musica/FolK
6 de Março, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/anebrun
http://www.anebrun.com/

Nasceu na Noruega, em Março de 76, mas rumou à Suécia, mais concretamente a Estocolmo onde vive e compõe.
Depois de alguns registos ao vivo e EPs, em 2003 lançou o primeiro álbum “Spending time with Morgan” – O início da timidez disfarçada por uma voz envolvente, melancólica e belíssima – Uma mistura de Bjork e Joni Mitchell.
“Changing of the Seasons” é o mais recente longa-duração de Ane Brun. O 4 º álbum de uma carreira não muito longa, mas em crescendo. É um trabalho revelador de muito talento e de emoções fortes. Um conjunto de boas canções que apontam o rumo da new-folk escandinava.
Ane Brun entra no novo ano como uma certeza. Os tempos de cantautora revelação já eram e tudo aponta que brevemente chegue aos 4 cantos do Mundo com a sua guitarra e ao piano para embalar plateias.
A tournée europeia da artista, passa pela Casa das Artes, a 6 de Março. Uma noite quente em perspectiva.

João Coração

indie / Alternativa / Acústico
6 de Março, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m

Como será a música feita por um genuíno cavalheiro? O João Coração tem uma resposta e a resposta é a sua música. Trovador, voluntário, impetuoso, viola ou bandolim em punho, queixo erguido, entra pelos ouvidos e instala-se nos ossos.

Após Nº1 sessão de Cezimbra seguiu-se Muda que Muda, o 2º e mais recente disco de Coração. Canções cheias de sol e estrada que vieram para lavar a alma dos portugueses. Não há nada que não seja distinto no João, nada que não seja coração no Coração. Entre a contagiante festividade e a melancolia esperançosa vamos escutando. Uma voz plácida, rica e melodiosa, cheio de instrumentos a seu redor, achou-se um legítimo herdeiro dos grandes trovadores portugueses, do charme Gainsbourg do bolero de Bryan Ferry e do roque da estrada 61.

E daqui para a frente o que esperar deste cavalheiro? Rir, chorar, dançar e às vezes só mesmo o inesperado.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

COMPANHIA FRANCISCO VELASCO

CLASSICO ESPAÑOL - FLAMENCO
5 de Março, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 12 euros
M/3
Duração: 70 m
Depois de uma dilatada carreira profissional, como primeiro bailaríno do Ballet Nacional sob a direcção de Mestres como José Antonio ou Antonio Gades, e colaborando com artistas como Lola Greco, Igor Yebra, Antonio Canales, Vicente Amigo ou La Fura del Baus, entre outros, Francisco Velasco inicia uma nova etapa cheia de força, paixão e criatividade.
Sevilhano, da Escuela de Danza de Matilde Coral e titulado em Dança Espanhola pelo Conservatorio Superior de Música y Danza de Sevilha, ingressa no Ballet Nacional de Espanha em 1990, onde permaneceu catorze anos, sete deles como primeiro bailarino, interpretando os papeis principais de coreografías como Medea, La Gitanilla, Bolero, Sombrero de Tres Picos, Zapateado de Sarasate, Los Tarantos, Ritmos, Danza y Tronío, A Ritmo y a Compás, Farruca, Poeta, Oripandó, Fuenteovejuna, Entreverao, Mareas, El Loco e Leyenda.
Participou como Artista Convidado na Gala Iberoamericana Fundación Alicia Alonso no Escorial, Gala do Millenium no Metropolitan Opera House, Orquestra Filarmónica de Los Ángeles, XLVI Festival de Teatro de Mérida, 25º Aniversario do Ballet Nacional de Espanha no Teatro Real, Expo de Haichí no Japão, Gala de Homenagem ao Maestro Granero, XV Bienal de Flamenco de Sevilha, XX Gala Día Internacional de la Danza Albéniz Madrid, Homenaje Maya Plisetskaya Cap Roig, etc.
Flamenco – Cachorro, é o título do seu primeiro espectáculo estreado a 26 de Janeiro de 2007 no Teatro de Madrid, inserido no ciclo Cartografías de la Danza, com artistas convidados como Maribel Gallardo, Currillo, Isabel Bayón e Candi Román, coreografías de Rocío Coral, Javier Latorre, Currillo e José Antonio, música de José Carlos Gómez, Jesús Torres e a direcção cénica de Salvador Távora em Cachorro, fazem com que a Francisco Velasco Compañía de Danza, seja hoje realidade.
Actualmente, dirige a sua propria companhia, compartindo o seu trabalho artístico, com convites e colaborações coreográficas em diferentes projectos e cursos.
PROGRAMA
INTRODUÇÃO
GOYESCAS
MAESTRO
EL SON DE MI ALMA
EL TOQUE, EL CANTE Y EL BAILE
ALEGRIAS
FANDANGO
SOLEA
TANGOS Y BULERIAS

COMPOSIÇÃO
FRANCISCO VELASCO
Bailarinos 3
Bailarinas 3
Músicos Flamenco 4

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

TORD GUSTAVSEN ENSEMBLE

O Jazz contemporâneo de Tord Gustavssen tem impressionado os críticos, que não hesitam em considerar o músico como uma das grandes revelações da década.
27 de Fevereiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/tordgustavsentrio
www.tordgustavsen.com

Autor dos álbuns Changing Places, Ground e Being There, Tord idealizou esta trilogia que é marcada por uma sonoridade minimalista, capaz de transportar o ouvinte para universos oníricos onde as palavras dão lugar a notas musicais. Ao vivo, o espectador poderá presenciar a mestria da interpretação e absorver melodias de rara beleza.
Antes de ter uma carreira em nome próprio, Tord Gustavsen já era uma importante figura na cena jazz escandinava. O músico integrou projectos com alguns dos melhores intérpretes noruegueses como Silje Nergaard, Siri Gjære, Kristin Asbjørnsen e Maria Roggen. A história do jazz ganha outra dimensão com a criatividade de Tord Gustavsen e a sua música acaba por, inevitavelmente, atravessar fronteiras.
Restored, Returned apresenta uma nova formação: em quarteto (ao vivo) ou quinteto (álbum). Um natural prolongamento do trabalho do trio, na sua procura contínua de honestidade artística através de uma beleza despida. Mas esta nova formação inclui também novas cores e dimensões na música de Tord – através da sensibilidade de alguns dos mais intrigantes instrumentistas da vibrante e ecléctica música folk escandináva, música das Caraíbas, gospels e impressionismo – tudo transformado e integrado numa universo diferente e original.

Tord Gustavsen PIANO
Jarle Vespestad Bateria
Mats Eilertsen Contrabaixo
Tore Brunborg saxofone