sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

CASA das ARTES de V.N. Famalicão - 10 anos (2001/2011)


Criação, fruição e apresentação de projectos artísticos, de todos e para todos

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Lar de Natal

O teatro e a envolvente

Lar de Natal
Teatro Musical
18 e 19 de Dezembro Sábado 21h30 Domingo 18h00 Grande Auditório.
Entrada: 5€ + bem alimentar ou brinquedo – Campanha de Natal ASSUL
M/3
Duração: 60 m

O Musical “Lar de Natal” põe em contraste o consumismo exacerbado dos natais modernos e a lamentável condição dos sem-abrigo, tão assustadoramente comum nos nossos dias.
Será que a Kika e o Paulo vão convencer a mãe a ajudar Maria, a sem-abrigo?
Um musical que toca os corações do público, lembrando que cada um de nós pode fazer a diferença!

Título original – “Home for Christmas”
Música e textos – Jo Sands e Ruth Kenward
Adaptação – ArtEduca – Academia de Música e Artes - Conservatório de Música de VN Famalicão
Coro e Orquestra da ArtEduca
Direcção Artística – ArtEduca
Co-produção – CASA das ARTES de V.N. Famalicão / ArtEduca – Academia de Música e Artes – Conservatório de Música V.N. Famalicão

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ópera “Don Giovanni” W. A. Mozart

Libretto de Lorenzo Da Ponte
11 de Dezembro, Sábado, 21h00, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 120 m (Tem Intervalo)
Sinopse:
Acto I
Leporello queixa-se das durezas do seu trabalho em frente à casa de Dona Anna, quando surge Don Giovanni, fugindo de Dona Anna que tenta descobrir a identidade do sedutor. O Comendador, pai de Dona Ana, sai também de dentro da casa, desafiando Don Giovanni para um duelo onde é morto. Don Giovanni e o seu servo Leporello fogem. Dona Anna e seu noivo Don Ottavio encontram o cadáver do Comendador. Dona Anna faz Don Ottavio jurar que vingará a morte de seu pai. Entretanto Don Giovanni e Leporello estão na rua quando aparece uma mulher que se queixa do amante que a abandonou. Don Giovanni determina-se a "consolá-la", mas quando se aproxima apercebe-se que é a Dona Elvira, aquela que ele abandonou, em Burgos. Foge mais uma vez e deixa Leporello contar a Dona Elvira a lista das suas conquistas.Próximo dali, numa aldeia dois camponeses, Masetto e Zerlina, fazem os preparativos para o seu casamento. Chega Don Giovanni e encarrega Leporello de despistar Masetto, enquanto ele seduz Zerlina. Don Giovanni está a ponto de declarar-se a Zerlina, quando aparece Elvira que a adverte do cruel sedutor. Entram Ana e Ottavio e os quatro discutem. Elvira diz que Don Giovanni é um malandro, enquanto Don Giovanni diz que ela está louca. Dona Anna reconhece Don Giovanni pela voz e adverte Don Ottavio. Quando Don Giovanni prepara uma festa para convidar os camponeses com intenção de aumentar a sua lista de conquistas, Masetto revolta-se mas é dissuadido por Don Giovanni. Ottavio, Anna e Elvira, mascarados, resovel ir à festa para atrapalhar Don Giovanni. No baile toca-se um minueto (para os nobres), uma contradança (para os camponeses) e uma dança alemã , onde Leporello insiste em que Masetto dance ele para o distrair do facto que Don Giovanni tenta de novo seduzir Zerlina. Zerlina, a ponto de ser violada grita e Don Giovanni, para se esquivar, acusa Leporello de ser o culpado. Contudo a verdade é reposta por Ottavio, Dona Anna e Dona Elvira, que tiram as suas máscaras. O sedutor, mais uma vez, consegue fugir.

Acto II
Debaixo da casa de Dona Elvira Don Giovanni canta-lhe uma serenata. Dona Elvira desce e Leporello, disfarçado de Don Giovanni recebe-a, enquanto este tenta seduzir uma criada da Dona Elvira. Chegam Masetto e os amigos com o propósito de matar Don Giovanni, mas este, na escuridão, faz-se passar por Leporello, despista os amigos de Masetto e quando fica a sós com este, dá-lhe uma grande tareia e foge. Entretanto chega Zerlina que encontra Masetto ferido e o consola. Elvira e o Leporello disfarçado encontram-se com Zerlina e Masetto e em seguida com Dona Anna e Octtavio. Estes pensando que Leporello é Don Giovanni, ameaçam-no. Mas para surpresa destes, Elvira defende-o. Leporello é obrigado a identificar-se e acaba por fugir. Ottavio afirma o seu amor por Dona Anna e Dona Elvira lamenta a sua traição. No cemitério para onde fugiram, Don Giovanni e Leporello gozam com a estátua do comendador. Ouve-se de repente uma voz de outro mundo, que recrimina a conduta de Don Giovanni e promete vingança. Leporello fica aterrorizado mas Don Giovanni, audacioso, convida a estátua a cear com ele esta noite. O convite é aceite.
Entretanto Dona Anna roga ao seu noivo que compreenda a sua dor e concorde em adiar a boda. Em casa de Don Giovanni, músicos e mulheres alegremente convivem, enquanto Don Giovanni prepara a ceia com o Comendador. Aparece Dona Elvira suplicando que mude de vida mas este responde arrogantemente: “Vivam as mulheres, vivam o bom vinho, sustento e glória da humanidade”. Elvira, mais uma vez desiludida, sai e grita aterrorizada! Leporello corre a ver o que se passou, e também ele dá um grito de terror! Quando a porta se abre é a a estátua do Comendador, disposta a aceitar o convite que Don Giovanni lhe fez. A estátua ordena a Don Giovanni que se arrependa da vida que tem levado, mas este de novo, arrogantemente, diz que não se arrepende. O fantasma do comendador dá-lhe então a mão e arrasta-o consigo para as chamas do inferno. Entram no castelo Dona Anna, Don Ottavio, Zerlina, Masetto e Dona Elvira, todos para se vingarem, mas Lemporello informa que o Comendador antecipou-se. Elvira decide ir para o convento, Dona Anna guardará um ano de luto antes de casar com Ottavio, Zerlina e Masetto finalmente celebram as bodas e o Leporello procurará um novo amo. Todos cantam alegremente dizendo ao público que aprenda a lição: “A morte dos pérfidos é sempre igual à sua vida.”

Ficha artística
Direcção Artística: António Salgado
Direcção Musical: António Saiote
Encenação: Marcos Barbosa e Nuno M. Cardoso
Direcção de Produção: Álvaro Santos
Produtora Executiva: Filipa Lã
Orquestra: Sinfonieta da ESMAE
Coro: CEOTM-UA
Correpetição: Angel Gonzalez Casado
Concepção Plástica
Luz: Pedro Carvalho
Cenografia: Ricardo Preto
Figurinos: Susana Abreu
Solistas
Donna Anna (soprano) CARLA CARAMUJO
Donna Elvira (soprano) SARA BRAGA SIMÕES
Zerlina (soprano) SUSANA MILENA
Don Ottavio (tenor) MÁRIO JOÃO ALVES
Don Giovanni (baixo) LUÍS RODRIGUES
Leporello (baixo barítono) ANTÓNIO SALGADO
Commendatore (baixo) VALTER MATEUS
Masetto (baixo-baritono) BRUNO PEREIRA

Organização e Co-Produção
OperaNorte / QUADRILÀTERO - Casa das Artes de Famalicão/ Centro Cultural Vila Flor/ Theatro Circo
Apoio: QREN
Próximas apresentações – 22 Janeiro TC e 29 Janeiro CCVF, de 2011

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Bichofonia Concertante Opus Formiguinha

Companhia de Musica Teatral
4 de Dezembro, Sábado, 17 h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 Euros
M/3
Duração: 60 m
http://www.musicateatral.com/

Nasceu a partir de uma metamorfose do projecto Grande Bichofonia anteriormente apresentado pela Companhia de Música Teatral, que envolveu a formação de professores de Música expondo-os a práticas inovadoras. Espécie de versão de bolso desse grande projecto que motivou professores de Música a revelarem-se como artistas para os seus alunos, na Casa do Artista em Lisboa e na Casa da Música, no Porto, as histórias com música que integram esta obra têm sido recebidas com muita alegria e vivacidade pelas crianças dos Jardins de Infância e 1º ciclo de escolaridade de todo o País, mas também por adultos, que reconhecem no universo musical bichofónico o catálogo irónico e subtil da condição humana.
É deste universo que emerge a primeira das três peças, o Opus Formiguinha. A peça é estruturada em torno de um conjunto de advinhas sobre vários animais, a que corresponde depois uma pequena história musical encenada. No caso da Formiguinha a história aprofunda o clássico encontro da cigarra e da formiga de uma forma inusitada, uma vez que as duas nunca se chegam a conhecer e porque a formiga questiona o “status quo” a que parecia estar destinada e enceta o seu próprio caminho á procura do “sentido da vida”. Acaba por não obter resposta, como frequentemente acontece na vida dos humanos (não se sabe como é, no caso dos insectos).

Apoio: Colégio "Torre dos Pequeninos"

Exposição de Pintura, Escultura, Desenho Cerâmica de Sylvie Brandão

Título: Néofita
Foyer, 11 de Dezembro a 31 de Janeiro 2011
A construção do pórtico de entrada para uma galeria de obras que nos conduzem ao sentido da Arte é manifesta tarefa herculeana e profundamente responsabilizadora. Prefaciar ou pré-fazer implica estar embebido no mesmo espírito e força criadora o que, manifesta e humildemente por inaptidão, não é o caso.
No encontro com o plasmado por Sylvie Brandão deparei-me com Arte como entendo ser Arte ou Arché. Para além da mera existência do canal de comunicação onde a obra se torna plástica ou coisa, o dar-se como Arte revela-se na Alegoria que verifica ou torna Verdade.
Olhando todo o acervo floresce a dinâmica metamorfose do plasmado numa outra coisa que a ultrapassa sem que a unidade se quebre e que nos encaminha para o mundo platónico das essências do que É a Arte.
A matéria enformada por Sylvie Brandão, muito para além do caractér estrito do núcleo sensível do colorido, da dureza, do maciço que assume pela mera existência do Não Ser, lança uma escadaria para a oclusa câmara do Ser.
Nas palavras Heidegger “a essência da arte seria então o pôr-se-em-obra da verdade do ente” (das Sich-ins-Werk-Setzen der Wahrheit dês Seienden).
Na essência encontramos o belo e paradoxalmente o belo no feio e o belo no belo. Serão pois as belas Artes a plasticização de caminhos em direcção à Cidade de Jerusalém em Verdade. Sylvie Brandão, como neófita, mergulha-nos em tais águas iniciáticas, no tempo sem tempo.
Ser neófito ou novo iniciado é penetrar na aventura no mundo Poético trespassar o espelho mágico da realidade. Conhecer a poesia das coisas é saborear as suas essências inebriantes ou provar do absinto da taça da semiótica. Representar as essências é usar dos modos da linguagem, linguajar na tela, nos bastões de pastel, na argila, tornar palavra ou desenhar de labirinto que nos leva de regresso ao Ser, em suma, poetizar.
Na expressão artística de Sylvie encontramos essa morada sensível do ser imanente das coisas, momentos dramáticos que revelam em simultâneo a face material e psíquica das coisas manifestadas.
Quanto a mim resta-me mirar vendo.
Paulo Sequeira Rebelo

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Pinto Ferreira - Violinos no Telhado


Pop/Rock
27 de Novembro, Sábado, 22h30, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.myspace.com/pintoferreira

::::Os Pinto Ferreira são uma banda::::
Depois de alguns meses embrulhados na enfadonha vida de escritório, os Pinto Ferreira começaram a aproveitar as horas vagas para gravar o primeiro álbum da banda.
Foi durante um pleno e rigoroso inverno que todos os dias, um a seguir ao outro, o Pinto e o Ferreira se fizeram peregrinos dos Estúdios do Olival, entre Janeiro e Março de 2010.
O resultado são nove canções que viajam por ambientes bipolares entre sentimentalismos ingénuos, amores obsessivos e a estupidez humana. O resultado é também um Pop Rock fresco e feliz por estar vivo.
O primeiro single a ser lançado chama-se “Violinos no telhado”. Uma história de não-amor.
O imaginário dos Pinto Ferreira recua aos agora "glamorisados" anos 1980 portugueses, com os dois elementos da banda retratados enquanto empregados de escritório que deixaram crescer os bigodes de um tempo em que não existiam telemóveis, em que os ecrãs de computador ocupavam metade da secretária e em que os treinadores de futebol eram obrigados por lei a exibir fartas pilosidades faciais. A música é igualmente moderna. Pop trauteável, com jogos de guitarras pós-Strokes (próximas da new-wave, portanto) e melodias entre uns Virgem Suta da grande cidade e os Clã em flirt intenso com os Beatles.
Crítica Ípsilon, jornal Público, por Mário Lopes

"Poemas na Minha Vida" Io Appolloni

Nova data

Poemas Italianos, Portugueses, Umbros, Romanos e um Napolitano
“ A Poesia é o autêntico real absoluto. Este é o cerne da Filosofia. Quanto mais poético, mais verdadeiro”.

26 de Novembro, sexta-feira, 15h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros.
M/3
Duração: 70 m
“POEMAS DA MINHA VIDA” é um espectáculo teatral multidisciplinar no qual projecções, músicas, canções e palavras supremas de grandes poetas portugueses e italianos (estes últimos legendados) ganham forma.
Este espectáculo estreou a 6 de Abril de 2009 no Auditório do Casino Estoril, marca o regresso de Io Appolloni aos palcos, depois de quase vinte anos de ausência. Regressa de forma mais renovada e mais madura. É através deste espectáculo de elevado nível cultural, que as palavras de Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, António Gedeão, Inês Pedrosa, Edmondo de Amicis, Ezio Valecchi, Totò, Trilussa e Alda Merini, transportam a nossa alma a um patamar mais alto, agitam a nossa consciência e nos fazem amar mais a vida.
“ Neste espectáculo está a minha alma – é a minha alma – Estes poetas são a minha alma gémea. Tenho uma identificação total com eles. E sinto um extraordinário privilégio em poder comunicar convosco através das suas palavra. Poemas na minha vida sou eu.”

Ficha Técnica e Artística
Direcção e Produção. Io Appolloni
Encenação. Teresa Faria
Tradução. Silvana Urzini e Carlos Martins
Selecção Musical. Jorge Rodrigues
Selecção de Imagens. Riccardo Scafati
Produção de power point. Raquel do Monte
Filmagens em Vídeo. João Pedro Placido
Edição e Autoring DVD. Paulo Barbosa
Vestido. Tony Miranda
Hair style. Eduardo Beauté
Design Gráfico. Cristina Santos
Apoio Técnico: Cena de Eventos

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A Cigarra e a Formiga

Teatro de Marionetas para a Infância
22,23,24,25 de Novembro, segunda a Quinta, 10h00 e 15h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
M/4 (escolas Pré e 1 ciclo)
Duração: 45 m
http://www.jangadateatro.com/
Sinopse
Durante o Verão a formiga trabalhou sem descanso para armazenar comida para o Inverno.
Enquanto isso, a cigarra só se interessou em cantar e divertir-se.
Mas o tempo quente chegou ao fim e com ele veio o frio. A cigarra que não tinha guardado nada nos meses quentes, foi pedir à porta da formiga.
Rogou-lhe que lhe emprestasse alguns grãos até voltar o aceso estio.
A formiga pergunta, pois, à pedinte o que fizera durante o Verão. Respondendo a cigarra que cantava noite e dia, a toda a hora. Dizendo a formiga; cantava, pois dance agora.
Ficha Técnica
exto e Encenação Luiz Oliveira
Interpretação Patrícia Ferreira e Vítor Fernandes
Música Alberto Fernandes
Bonecos Luiz Oliveira
Desenho de Luz Nuno Tomás
Produção Jangada Tea
tro

"Sonho de Uma Noite de Verão" de Shakespeare

Teatro
Curso de Artes do Espectáculo – Interpretação, do Externato Delfim Ferreira
19 e 20 Novembro, sexta-feira 15h00 e 21h30, Sábado 21h30, Grande Auditório.
Entrada: livre
M/3
Duração: 70 m
Teseu, grande herói grego, vai casar-se com Hipólita, a rainha das amazonas. Nos dias que antecedem esse grande acontecimento em Atenas, Egeu, procura os conselhos de Teseu para forçar sua filha Hérmia a casar-se com o jovem escolhido por ele, Demétrio. Hérmia, como está apaixonada por Lisandro, recusa-se a fazer a vontade ao pai. Lisandro resolve então fugir com Hérmia para se casarem longe de Atenas. Marcam encontro, à noite, num bosque nos arredores de Atenas. Hérmia, que sabe da paixão de sua amiga de infância Helena por Demétrio, resolve contar-lhe a sua fuga para que esta se entusiasme e tente reconquistar Demétrio.
Titânia é a rainha das fadas e habita o tal bosque. Oberon é o rei dos elfos e esposo de Titânia, porém, os dois estão em conflito. Na noite da fuga dos apaixonados, Oberon e Titânia encontram-se e discutem no bosque.
Nessa mesma noite alguns artesãos de Atenas ensaiam uma peça de teatro para apresentar no dia do casamento de Teseu.
Está aqui lançada a base do argumento do espectáculo.
Ficha técnica
Tradução………………….Isabel Alves
Encenação………………. João Cardoso
Cenografia e Figurinos…….Sissa Afonso
Desenho de luzes………….Nuno Meira
Sonoplastia………………...Nuno Aragão
Movimento………………...Joana Antunes
Voz e Elocução……………Emília Silvestre e Jorge Pinto
Interpretação:
TESEU……………………………………………………….João Moreira
HIPÓLITA………………........................................................Catarina Trindade
LISANDRO………………. …………………………………Timóteo Miranda
DEMÉTRIO………………………………………………….João Freitas
HÉRMIA……………………………………………………...Ana Raquel
HELENA…………………………………………………….Catarina Campos
PEDRO MARMELO…………………………………………Ana Sofia
NICO FUNDO……………………………………………….Raquel Meireles
FRANCISCO FLAUTA…………………………………...…Sílvia Faria
TOMÁS TROMBUDO……………………………………….Liliana Freitas
ROBIM ESFOMEADO……………………………………….Cláudia Teibão
ARRANJADINHO……………………………………………Susana Piairo
OBERON………………….......................................................João Moreira
TITÂNIA………………….......................................................Catarina Trindade
PUCK …………………………………………………………Helena Monteiro
UMA FADA…………………………………………………...Ariana Passos
FLOR DE ERVILHA ……… …………………………………Marta Oliveira
TEIA DE ARANHA………...................................................... Cristiana Faria
TRAÇA………………………………………………………...Ariana Passos
SEMENTE DE MOSTARDA………………………………… Rita Sousa

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

JORGE PALMA acústico

Rock
13 de Novembro, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 15 Euros
M/3
Duração: aprox. 90
http://www.myspace.com/jorgepalmaoficial
www.jorgepalma.pt

Jorge Palma – Piano, Guitarra.
Vicente Palma – Guitarra, Piano.
Gabriel Gomes – Acordeão
Como alguém um dia disse, “em Jorge Palma sobressai a capacidade de redescobrir a música, de criar uma forma atraente, de exibir sentimentos, explorar emoções, e cativar sempre mais gente, a acompanhar a sua solidão junto ao piano, num misto de querer estar só, mas com todos os outros”.
É, sem dúvida, um dos melhores cantores/compositores actuais, um criador com sonhos feitos canções, que consegue cativar diferentes públicos, incluindo um público mais jovem, junto do qual conseguiu criar um grupo de indefectíveis seguidores, isto apesar de durante doze anos não ter gravado qualquer álbum de originais.

Exposição de Pintura de Jayr Peny


Título: Intergeracional
Foyer, 4 a 30 de Novembro 2010

A exposição reúne Obras do artista plástico Jayr Peny, produzidas no séc. XX e séc. XI.A selecção foi realizada pelo próprio Peny tendo em atenção o espaço sempre agradável da Casa das Artes.
O artista pretende levar ao público em geral, uma Arte rica em cores e formas com temáticas ligadas ao seu quotidiano vivenciado, quer no Brasil, quer em Portugal, como: brincadeiras infantis, as maternidades, vendedores de pássaros, lavadeiras, entre outras. Recorrendo à criação de uma figura humana estilizada, com formas redondas e afáveis, que leva o observador a sentir o desejo de compreender o universo do artista.
Nos seus trabalhos podemos encontrar uma busca pelo equilíbrio “perfeito” entre o conteúdo e forma., entre cor e composição, e os demais elementos que compõem a sua Obra.
Uma exposição a não perder de Jayr Peny, o mais português dos artistas plásticos brasileiros.

Mais informações: http://www.jayrpeny.blogspot.com/

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

"Poemas na Minha Vida" cancelado

Por razões de ordem técnica e na impossibilidade de repor de imediato todas as condições ideais para a realização do espectáculo “POEMAS NA MINHA VIDA, de Io Appolloni”, informamos que este foi cancelado.

Brevemente será divulgada uma nova data para a sua apresentação. Pedimos desculpa pelos incómodos causados, por este inesperado imprevisto.

Para mais esclarecimentos por favor contacte a Casa das Artes através do telefone 252 371 297/8 ou o email
casadasartes@vilanovadefamalicao.org

Gratos pela vossa compreensão.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Cigarras - Um musical pop sobre quem canta e seus males encanta

Teatro Musical
29 e 30 de Outubro, sexta e Sabado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 8 euros
M/6
Duração: 90 m
Reflectir aquilo que pensamos sobre o amor pode parecer uma heresia. Para tal é preciso dividir o cérebro em duas metades, pois nem sempre o que vemos é aquilo que ouvimos. Por um lado, é preciso deixar fluir as imagens, pelo outro, escutar o que a música nos diz. O amor, para que não resulte aborrecido, deve provocar curiosidade, produzir alegria, gerar assombro... Ora é precisamente a isto que o espectáculo se propõe. Que seja suficientemente mágico (e poético, e etéreo...) para que o cérebro não esconda o espectador, submetendo-o, durante cerca de uma hora, a um entretenimento bastante preciso: uma armadilha sonora para cigarras e insectos em geral.
Ficha Tecnica
Criação: Paulo Brandão
Texto: valter hugo mãe
Composição e direcção musical: Miguel Pedro
Consultor mágico: Helder Guimarães
Interpretação: Ana Rita Inácio e João Dungo
ao vivo: Miguel Pedro (bateria e programações), Fred (guitarra, piano e órgão), Luís Fernandes (guitarra e sintetizadores) e Amir (baixo)
Cenário, adereços e figurinos: Catarina Barros
Som: Francisco Rodrigues
Luz: Fred Rompante
Maquinaria: Celso Ribeiro
Iluminista: Hugo Loureiro e Lemos
Fotografia: Nelson D’Aires
Co- produção : A Origem do Mundo; Theatro Circo; CCVF; CASA das ARTES de V.N. Famalicão

Informação/Programação IMAN

PROJECTO DE ARTE CONTEMPORÂNEA I.M.A.N. [INTERMÉDIA, MULTIMÉDIA, ACÇÃO E NADA]


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

FAUSTO de F.W.Murnau, Filme-Concerto por LA LA RESSONANCE

Deus e o Diabo estão em guerra pelas almas da Terra. Para equilibrar a disputa, decidem aliciar a alma de Fausto, um brilhante alquimista. Durante uma praga, Fausto desespera e queima todos os livros, depois de não conseguir parar a Morte. O Diabo envia à Terra Mephisto para aliciar Fausto, primeiro com o tratamento para a praga, depois com a promessa de juventude eterna. Fausto vende a alma ao Diabo, em troca dessa juventude.

Co- produção: CASA das ARTES de V.N. Famalicão/ CINECLUBE de JOANE
16 de Outubro, Sabado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 106 m

O mito de Fausto adaptado da obra de Goethe. Fausto é o apogeu do expressionismo alemão, num magistral “combate” entre a luz e as trevas, o anjo do bem e do mal. Jannings é um inesquecível Mefistófeles e o filme de Murnau a quintessência do cinema fantástico.Lisboa, Capital Europeia da Cultura 1994: 100 dias, 100 filmes

Nota de intenções
Quando nos sentamos a ver Fausto, o último filme alemão de Murnau e baluarte do expressionismo, admiramos, surpreendidos, aquilo que parecia ser a antítese do universo dos La la la ressonance: um jogo onírico e caricatural de luz, drama, convulsão e espectacularidade. Construimos então, a partir desta impressão inicial, uma linha narrativa musical paralela ao filme, que em vez de se submeter ao seu conteúdo formal, antes trata - ora com ironia, ora com reverência - a personagem de Fausto e o seu retrato possível, enquanto grande colecção de pessoas e respectivos fantasmas. Celebrizado por Goethe, revisitado por Paul Valéry, Fernando Pessoa, Thomas Mann ou Wagner, Berlioz, Schumann e Liszt, Fausto é simultaneamente gente e mito, onde habita o conflito metafísico entre o bem e o mal, o amor cego, a lúxuria e a tragédia. Nesta aventura épica, no mundo extremado e hiperbólico de Murnau, propomo-nos acompanhar Fausto, viver com ele a travessia do filme, ver pelos seus olhos. E quem sabe não se verá este homem-mito a rir entredentes da tempestade que Murnau lhe preparou no mega-estúdio desta super-produção, para logo a seguir correr extasiado para os braços de Margarida, indiferente ao aparato da iluminação ou à companhia do demónio em pessoa. André Simão, La la la ressonance
Título Original: Faust (Alemanha, 1926, 106 min.)
Realização: F.W. Murnau
Banda Sonora: La La La Ressonance
Interpretação: Gösta Ekman, Emil Jannings, Camilla Horn, Frida Richard

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

FILME DO DESASSOSSEGO de João Botelho (sessão com a presença do Realizador)









14 de Outubro, Quinta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 4 euros
M/12
Duração: 90 m
Serei sempre da Rua dos Douradores, como a humanidade inteira.
Bernardo Soares, O Livro do Desassossego.
Lisboa, hoje. Um quarto de uma casa na Rua dos Douradores. Um homem inventa sonhos e estabelece teorias sobre eles. A própria matéria dos sonhos torna-se física, palpável, visível. O próprio texto torna-se matéria na sua sonoridade musical. E, diante dos nossos olhos, essa música sentida nos ouvidos, no cérebro e no coração, espalha-se pela rua onde vive, pela cidade que ele ama acima de tudo e pelo mundo inteiro. Filme desassossegado sobre fragmentos de um livro infinito e armadilhado, de uma fulgurância quase demente mas de genial claridade. O momento solar de criação de Fernando Pessoa. A solidão absoluta e perfeita do EU, sideral e sem remédio. Deus sou eu!, também escreveu Bernardo Soares.

Título Original: Filme do Desassossego (Portugal, 2010)
Realização: João Botelho
Interpretação: Cláudio da Silva, Pedro Lamares, Ricardo Aibéo, Monica Calle, Margarida Vila-Nova, Ana Moreira, Alexandra Lencastre, Marcello Urgeghe, Catarina Wallenstein
Página Oficial: http://www.ardefilmes.org/

Poemas na Minha Vida - Io Appolloni

Poemas Italianos, Portugueses, Umbros, Romanos e um Napolitano
“ A Poesia é o autêntico real absoluto. Este é o cerne da Filosofia. Quanto mais poético, mais verdadeiro”.
9 de Outubro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros.
M/3
Duração: 70 m
“POEMAS DA MINHA VIDA” é um espectáculo teatral multidisciplinar no qual projecções, músicas, canções e palavras supremas de grandes poetas portugueses e italianos (estes últimos legendados) ganham forma.
Este espectáculo estreou a 6 de Abril de 2009 no Auditório do Casino Estoril, marca o regresso de Io Appolloni aos palcos, depois de quase vinte anos de ausência. Regressa de forma mais renovada e mais madura. É através deste espectáculo de elevado nível cultural, que as palavras de Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, António Gedeão, Inês Pedrosa, Edmondo de Amicis, Ezio Valecchi, Totò, Trilussa e Alda Merini, transportam a nossa alma a um patamar mais alto, agitam a nossa consciência e nos fazem amar mais a vida.
“ Neste espectáculo está a minha alma – é a minha alma – Estes poetas são a minha alma gémea. Tenho uma identificação total com eles. E sinto um extraordinário privilégio em poder comunicar convosco através das suas palavra. Poemas na minha vida sou eu.”

Ficha Técnica e Artística
Direcção e Produção. Io Appolloni
Encenação. Teresa Faria
Tradução. Silvana Urzini e Carlos Martins
Selecção Musical. Jorge Rodrigues
Selecção de Imagens. Riccardo Scafati
Produção de power point. Raquel do Monte
Filmagens em Vídeo. João Pedro Placido
Edição e Autoring DVD. Paulo Barbosa
Vestido. Tony Miranda
Hair style. Eduardo Beauté
Design Gráfico. Cristina Santos
Apoio Técnico: Cena de Eventos

PROJECTO DE ARTE CONTEMPORÂNEAI.M.A.N. [INTERMÉDIA, MULTIMÉDIA, ACÇÃO E NADA]

5ªEDIÇÃO: 02 a 30 de Outubro 2010
Co-produção : Vila Nova de Famalicão / Casa das Artes, Braga / Theatro Circo, Guimarães / Centro Cultural Vila Flor / Palácio Vila Flor.
Director/Curador: Alexandre A. R. Costa

A indefinição como metodologia para um projecto artístico contemporâneo: os primeiros 5 anos.
Celebra-se, neste ano de 2010, a 5ª edição do I.M.A.N. - um projecto que se apresenta com uma estrutura dinâmica, dissipativa, de sentido programático transversal e que se vai afirmando precisamente pela procura da indeterminação das práticas artísticas que propõe e do seu processo curatorial / direcção artística.
Embora a motivação principal deste projecto advenha do território das artes plásticas/visuais, a programação estende-se às artes performativas, a projectos de experimentação, de divulgação e de discussão sobre o estado e expansão das possibilidades da arte dos nossos dias. Nesse sentido existem 5 secções a ter em conta:
Secção 1. TEMPO EMPRESTADO TEMPO MODIFICADO
Exposição
Secção 2. O SOM DOS ARTISTAS
Performance/Dj/Concerto
Secção 3. EXPERIMENTA
Oficina de experimentação plástica
Secção 4. À CONVERSA
Conferência
Secção 5. FORA DE SÍTIO
Como tem sido prática corrente, o projecto afirma uma ideia de rede programática, desta vez no norte do país, entre a Casa das Artes (Vila Nova de Famalicão)), Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) e o Theatro Circo (Braga. Será a partir deste “tecido organizado” que de 02 a 30 de Outubro se poderá fruir um sempre imprevisível programa cultural.
I.M.A.N. é um sistema onde se releva o debate sobre o estado da arte dos nossos dias - a conceptualidade, a estética, a tecnologia, a ciência, o espaço público, os espaços institucionalizados para a arte, os espaços alternativos, os sistemas da legitimação do artista e da sua prática... tudo isto e muito mais é passível de entrar na arena de discussão, desde o ponto de vista contemporâneo da prática e da teoria.
Para a região norte de Portugal, às portas da Capital Europeia da Cultura, este é um projecto que se traduz pela sua transversalidade, numa perspectiva de actualização sistemática de territórios, questionando a sua definição.

Programa Casa das ARTES V.N. Famalicão
Entrada: Livre

Sábado 2 de Outubro Secção 1 - TEMPO EMPRESTADO TEMPO MODIFICADO
21h30 Exposição
Carlota Salgado Leal, Catarina Simão, Colectivo Em Bankment [Aida Castro, Jonathan Saldanha, Maria Mire] , Colectivo Mose på Veggen, David Javier Tudela + vários artistas convidados, Quinteiro Rendo, João Marçal, José Almeida Pereira, Luís Figueiredo, Luís Magalhães Paulo Mendes.

Secção – 2, SOM DOS ARTISTAS
22h00 - Performance/DJ/Concerto
Marçal dos Campos, Vera Mota, Balla Prop[Ana Ulisses, Susana Chiocca], Claiana [Gui, Luís Figueiredo].

Quarta-feira 13 de Outubro - Secção 3 , Oficina de experimentação plástica, Experimenta
Workshop orientado pelo professor / escultor augusto Costa

Sábado 30 de Outubro Secção 4 , À CONVERSA
Conferência
17h30: Apresentação do livro/catálogo do Projecto I.M.A.N. (5 anos) e do projecto programático Artemosferas Porto 2001/03

GABY, a primeira de António Torrado

Comemoração dos 100 anos da Republica Portuguesa
“..... Gaby Deslys, radiosa estrela das “Folies” e arranca-corações, com créditos internacionais firmados …. ensinou ao rei os prazeres do amor. “

Teatro Musical
Co-produção: CASA das ARTES de V.N. Famalicão e Jangada Teatro
5 de Outubro terça-feira 21h30 Grande Auditório ESTREIA NACIONAL
Entrada: 10 Euros
M/12
Duração: aprox. 120
6 e 7 de Outubro às 15h00 e 10h00 - Escolas Secundárias
Entrada: 2 euros
7 de Outubro às 16h00 - seniores
Entrada: 5 euros

Sinopse
O infante D. Manuel (D. Manuel II) sobe ao trono com dezoito anos, depois da morte trágica do pai e do irmão mais velho. O jovem rei não estava preparado para reinar, sobretudo num período de turbulência política como aquele que se vivia em Portugal, na primeira década do século XX.
A mística republicana, as fúteis divisões entre os monárquicos e o descrédito das velhas instituições ditaram a mudança do regime, em 5 de Outubro de 1910.
Durante o ano e meio do seu reinado, D. Manuel, de rapazinho assustado e inseguro fez-se um homem. Para tal terá contribuído a francesa Gaby Deslys, radiosa estrela das “Folies” e arranca-corações, com créditos internacionais firmados. Mais velha do que o rei cerca de dez anos, Gaby veio a Portugal, em 1909. Terá sido ela quem, professora exímia, ensinou ao rei os prazeres do amor.

Ficha técnica:
Encenação - Rui Sérgio
Actores/Cantores - António Leite; Bel Viana; Faria Martins; Luiz Oliveira; Sophia Cunha; Patrícia Ferreira; Vânia Pereira; Vítor Fernandes e Xico Alves
Direcção Musical - Ricardo Fráguas
Músicos - Hugo Vieira ; Rui Reis
Figurinos - Cláudia Ribeiro
Cenografia – Manuel Costa Dias Desenho de Luz – Nuno Tomás

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Coral Spirit Alive,

Coral de Jovens de Vancouver CANADA
Medalha de Ouro no Festival de Ouro, Washington D.C., San Francisco, New York, Chicago, Estados Unidos
Director Atístico- Tony Araújo
Musica Internacional : Erudita, Africana, Cubana, das Américas.
20 de Julho, quinta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: Entrada livre
M/3
Duração: 90 m