
Blues / Experimental / Folk
7 Dezembro, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
www.pastrysharp.com
www.myspace.com/califonemusic
7 Dezembro, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
www.pastrysharp.com
www.myspace.com/califonemusic
Originários de Chicago e liderados por Tim Rutili surgiram em 2004 com “Heron King Blues” herdeiro do Delta, mas num estilo mais electrónico, o que viria a culminar no aclamado álbum “Roots and Crowns” de 2006 – Uma perturbadora antevisão de um caótico Século XXI onde os computadores deixarão de funcionar ao ritmo vibrante de um Mundo cada vez mais esquecido.
Este “Roots and Crowns” é uma extensão do seu antecessor, mais ambicioso onde a electrónica se funde com a música orgânica, onde o Blues e o Jazz lançam um insinuante olhar á Folk “Amaricana” como que de um sexual apelo se tratasse. Letras fecundantes, mas não lascivas. Canções simples com letras que nos fazem repensar o destino e o passado, sem pieguices revivalistas ou prantos nostálgicos.
Trata-se de um álbum algo experimental. Morrison um dia disse: “… estávamos à procura de algo, para ver o que isto dava, qual seria a reacção das pessoas…; …Gostaram?...; …Então que aguardem pelo próximo…”. Para o Rei Lagarto não houve próximo, mas para os Califone aguarda-se um futuro próximo onde os Blues e Soul se fundem com um Rock pujante e de ideias novas.
Continuam fiéis à sua origem, são uma banda acima de tudo de raízes eminentemente Americanas, mas com um apelo que é e merece tornar-se ainda mais abrangente.
Um concerto emocional para uma reunião de amigos.
Este “Roots and Crowns” é uma extensão do seu antecessor, mais ambicioso onde a electrónica se funde com a música orgânica, onde o Blues e o Jazz lançam um insinuante olhar á Folk “Amaricana” como que de um sexual apelo se tratasse. Letras fecundantes, mas não lascivas. Canções simples com letras que nos fazem repensar o destino e o passado, sem pieguices revivalistas ou prantos nostálgicos.
Trata-se de um álbum algo experimental. Morrison um dia disse: “… estávamos à procura de algo, para ver o que isto dava, qual seria a reacção das pessoas…; …Gostaram?...; …Então que aguardem pelo próximo…”. Para o Rei Lagarto não houve próximo, mas para os Califone aguarda-se um futuro próximo onde os Blues e Soul se fundem com um Rock pujante e de ideias novas.
Continuam fiéis à sua origem, são uma banda acima de tudo de raízes eminentemente Americanas, mas com um apelo que é e merece tornar-se ainda mais abrangente.
Um concerto emocional para uma reunião de amigos.







































desinteressada, legitimada pelas propostas que lidam e se dedicam a responder ao circuito de apropriação espacial, formal e de difusão criado... São apresentadas Obras (Instalação) de Artistas Emergentes a par de alguns nomes firmados no panorama artístico contemporâneo. Anthony Elliott, Carla Cruz, Filipe Garcia, Kako, Luís Ribeiro, Samuel Silva, Sónia Carvalho, Vítor Lago Silva entre outros são as apostas deste ano…